Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

A Previdência Pública está em risco? Descubra a verdade com Maria Lúcia Fattorelli, ao vivo, no programa Trabalhadores do Brasil. Será hoje 6 de agosto

Quinta, 6 de agosto de 2026

📺 A Previdência Pública está em risco? Descubra a verdade com Maria Lúcia Fattorelli, ao vivo, no programa Trabalhadores do Brasil.



Nesta quinta-feira (06/08), às 20h, a coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) participa de uma transmissão ao vivo no programa Trabalhadores do Brasil, que reúne mais de meio milhão de seguidores.

O debate abordará os desafios, as perspectivas e o futuro da Previdência Pública no Brasil, trazendo uma análise técnica sobre os impactos das reformas e os caminhos para a defesa dos direitos previdenciários.

Confira:

📌 Tema: Previdência Pública no Brasil: perspectivas e futuro
👤 Convidada: Maria Lucia Fattorelli (ACD)
📅 Data: quinta-feira (06/08)
🕗 Horário: 20h

▶️ Assista ao vivo:
https://youtube.com/live/d6RXZvtKWbk

#AuditoriaCidadãDaDívida #PrevidênciaPública #AuditoriaJá#DireitosSociais #TrabalhadoresdoBrasil



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Grande imprensa cita "dívida pública" para alegar que novo governo terá que cortar gastos e fazer mais "reforma" da Previdência

Divulgação post 05.08.2026.jpeg

Mais uma vez, um grande jornal traz manchete de primeira página alegando que o crescimento da dívida pública “obrigará” o próximo governo a cortar gastos sociais e fazer mais “reformas” da previdência.

A justificativa é que a “Dívida Bruta do Governo Geral” subiu 10,2% do PIB de 2023 a junho de 2026, o que em valores absolutos significou um crescimento de R$ 3,584 trilhões, segundo o Banco Central (BC). Porém, o principal responsável por isso não foi o gasto social, mas sim, os “juros nominais”, que acumularam R$ 3,246 trilhões no período, também segundo o BC, ou 91% do crescimento da dívida.

Além do mais, analisando-se do Painel do Orçamento Federal (https://www1.siop.planejamento.gov.br/painelorcamento) de 2023 a julho de 2026, vemos que a “dívida pública” não colocou, mas sim, RETIROU R$ 576 bilhões de receitas que nada tem a ver com a emissão de títulos da dívida, para o pagamento de juros e amortizações. Ou seja, a dívida está subindo por causa dos juros e outros artifícios financeiros, como a “Bolsa Banqueiro” e o acúmulo de “colchão de liquidez” para ficar reservado só para o pagamento da “dívida”.

Portanto, se há algum gasto a ser cortado é o pagamento de juros da própria dívida pública, que deveria ser auditada, com participação da sociedade. Jamais podemos aceitar que se cogite nova “reforma” da Previdência, com a velha e repetida alegação de “déficit”, que não existe, segundo a Constituição, segundo a qual a Previdência está inserida na Seguridade Social que também inclui as áreas de Saúde e Assistência Social.

Considerando todas as receitas e despesas da Seguridade (e eliminando-se as renúncias fiscais), não há déficit, conforme mostra a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil – ANFIP (Fonte: https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Analise-da-Seguridade-Social-2025.pdf – págs 25 a 29).

Para que a população saiba mais sobre como funciona a engrenagem da  Dívida Pública do Brasil e sua relação com a política de juros do Banco Central (BC),  a Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) está com inscrições abertas para a SÉTIMA turma do curso “O SISTEMA DA DÍVIDA NO BRASIL E A NECESSIDADE DE AUDITORIA INTEGRAL”.

Participe!

Atenciosamente,