Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Milagre!!!! E o santo nem desconfiou do tamanho da esmola (esmola?). Paróquia citada na Lava Jato também recebeu dinheiro de outras construtoras

Quarta, 13 de abril de 2016
Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil
A Paróquia São Pedro, no Distrito Federal, citada na 28° fase da Operação Lava Jato por ter recebido R$ 350 mil da construtora OAS, também obteve doações das construtoras Andrade Gutierrez e Via Engenharia.

Em nota divulgada hoje (13), o padre Moacir Anastácio de Carvalho, responsável pela igreja, diz que, em maio de 2014, a Paróquia São Pedro recebeu um depósito de R$ 350 mil da OAS por intermédio de Gim Argello, que é frequentador da igreja e foi preso ontem (12) na 28° fase da Lava Jato.

Em junho do mesmo ano, a Andrade Gutierrez repassou R$ 300 mil para a igreja, com intermediação espontânea do então governador Agnelo Queiroz (PT). A paróquia também confirma que recebeu doação da Via Engenharia, mas não informou data nem valores.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Quatro dias após manifesto: Moro reage a advogados e diz que ‘processo marcha para frente’

Quarta, 20 de janeiro de 2016
Sérgio Moro comanda as ações da Lava Jato na 1ª instância

Estadão Conteúdo e Blog do Sombra
Quatro dias após manifesto de criminalistas contra a Lava Jato, juiz federal afirma nos autos que defesa de Marcelo Odebrecht e Marcio Faria 'enquanto busca retardar o julgamento, reclama nas instâncias superiores pela revogação da prisão preventiva alegando excesso de prazo'.
 
Apenas quatro dias depois que mais de uma centena de advogados penalistas e constitucionalistas publicaram manifesto contra a Operação Lava Jato – com pesadas críticas à investigação que desmontou esquema de corrupção e propinas na Petrobrás -, o juiz federal Sérgio Moro afirmou nesta terça-feira, 19, nos autos em que são réus executivos da Odebrecht, que ‘a defesa, enquanto busca retardar o julgamento com novos e intempestivos requerimentos probatórios, reclama nas instâncias superiores pela revogação da prisão preventiva alegando excesso de prazo’.
 
“O processo é uma marcha para frente. Não se retornam às fases já superadas”, adverte o juiz que conduz a Lava Jato na primeira instância.