Considerado ‘frágil’, relatório final é rejeitado em derrota da oposição na CPMI do INSS
Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o texto apresentado pelo relator não sustentava as investigações realizadas
Brasil de Fato —São Paulo (SP)
Redação

INSS | Crédito: INSS/Divulgação
A CPMI do INSS foi encerrada na madrugada deste sábado (28) sem a aprovação de um relatório final, o que representa uma vitória da base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso. Por 19 votos a 12, os parlamentares rejeitaram o documento apresentado pelo deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), que pedia o indiciamento de 216 pessoas e a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que o relatório era uma “peça frágil, que não se sustenta e não reflete as quase 40 sessões da comissão realizadas desde agosto de 2025.”
