Quinta, 24 de junho de 2022
Ex-assessor de Roberto Alvim, que deixou a Secretaria da Cultura após fala nazista diz que pandemia é uma fraude
Brasil de Fato, com informações de:
Alceu Luís Castilho e Mariana Franco Ramos De olho nos ruralistas
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24 de Junho de 2021
No dia 12 de maio do ano passado, Marco Frenette escreveu no Twitter que a “hidroxicloroquina destrói não só a ação do vírus, mas o projeto de criminalidade esquerdista”. E acrescentou: “Quem combate o uso desse medicamento é, sem a menor possibilidade de dúvida, um rato”.
Depois, disse ser preciso “neutralizar” juízes, governadores, prefeitos e donos de emissoras que estão parando e destruindo o país. “É tão difícil assim neutralizar 25 criminosos que ocupam postos chaves?”
Frenette comanda o Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra (CNIRC), na Fundação Palmares. É ele o responsável pelo expurgo de livros históricos e literários, no órgão ligado à Secretaria Especial da Cultura.
Jornalista e escritor, ele se considera em uma guerra. Ao tentar mudar a história, ele repete — assim como seu antigo chefe na secretaria, o diretor de teatro Roberto Alvim — uma estratégia adotada pelos nazistas.
“Durante trinta anos, homens pretos reduziram o acervo a uma latrina do comunismo”, diz o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, ao enaltecer o trabalho de Frenette.
O jornalista e escritor, branco, foi nomeado em 19 de abril pelo amigo após Alvim fazer um pronunciamento de cunho nazista e ser demitido da secretaria.

