“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Rollemberg, quem não pode com a formiga não assanha o formigueiro! Protesto hoje (6/1) na Rodoviária do Gama

Sexta, 6 de janeiro de 2016

Foto da manhã desta sexta (6/1), quando jovens encerravam na Rodoviária do Gama, DF, o protesto contra o tarifaço de Rollemberg e a ameaça do governador ao passe-livre.

Rollemberg pode até achar que é um tamanduá, mas que ele fique sabendo de uma coisa: Quem não pode com a formiga, não assanha o formigueiro! E todo tamanduá tem seu dia de onça-pintada. Até mesmo da onça-parda.

Entre um discurso e outro —sempre com o apoio de passageiros, seja pelo aceno de cabeça, de mão, ou mesmo com palavras— os manifestantes puxavam frases de protesto. Uma dessas:

—Rollemberg, quem não aguenta com a formiga não assanha o formigueiro.

Parece que Rollemberg, no caso do tarifaço das passagens de transporte público, sentou num formigueiro. Num tremendo formigueiro. Que sofra ele as consequências dos seus próprios atos, não o povo.

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Aumento de passagens vai na contramão de decisões políticas das principais capitais

Sábado, 31 de dezembro de 2016
Longe das manifestações
Por helena mader-Correio Braziliense/Breno Fortes
Blog do Sombra

Desde que um aumento de R$ 0,20 no preço das passagens de ônibus de São Paulo desencadeou os maiores protestos populares do Brasil, em 2013, o ônus político da revisão de tarifas é avaliado com cautela pelos governantes. Na capital paulista, o prefeito eleito João Doria anunciou que não haverá aumentos e que, até o fim de 2017, a passagem será mantida em R$ 3,80. No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes cancelou o reajuste de 3,5%, que elevaria o bilhete único carioca para R$ 3,95. Na contramão desses posicionamentos, o governador Rodrigo Rollemberg decidiu, na véspera do feriado de réveillon, elevar as tarifas em até 25% – apenas 15 meses depois da última revisão. No acumulado de seu mandato, a passagem mais cara saltou de R$ 3 para R$ 5, o que representa um aumento de 66,6%. O governador prometeu que não haveria nenhum aumento de impostos em 2016. Não mencionou tarifas, mas será duramente cobrado pela decisão.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Governador que se diz "socialista" entrou na Jusitça contra o reajuste do auxílio-alimentação, que ele não atualiza desde janeiro de 2015

Quinta, 10 de novembro de 2016
Rollemberg, o governador 7% (de 'apoio popular'), adora tomar medidas 'socialistas' (entre aspas, entre aspas).

Ele entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Conselho Especial do TJDF para, imaginem, pedir a suspensão de qualquer reajuste (não é aumento real) do auxílio-alimentação de TODOS os servidores do GDF.

O 'socialista' requer ao TJDF que suspenda a eficácia do artigo 12.IV. da Lei Complementar 840/2011 que prevê que o auxílio-alimentação será atualizado anualmente pelo mesmo índice de atualização dos valores expresso em moeda corrente na legislação do DF.

Fica claro que sua imagem como governador está morrendo de inanição por essa e outras medidas injustas e perversas com os servidores públicos. Mas não só isso. Em razão do desastre que está sendo o seu governo. Nada, praticamente, fez de bom até aqui. E não se espera que faça daqui para a frente. Afinal, quem começa com o passo errado acaba tropeçando e se espatifando no chão. Pena que levará com ele, nessa 'espatifação', o DF.

O governador está precisando, pelo menos, de um vale-competência. O seu perdeu o prazo de validade em 1º de janeiro de 2016.


Clique na imagem para ampliá-la.


Acesse aqui a movimentação do processo no TJDF

sábado, 15 de outubro de 2016

Dizendo-se sem dinheiro, GDF já gastou R$ 51,6 milhões em publicidade

Sábado, 15 de outubro de 2016
Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna
gdf-propaganda-eleicao_conselho_tutelar
A campanha para divulgar as eleições do Conselho Tutelar do DF consumiu R$ 497 mil.


Por Chico Sant’Anna



A $horadeira é geral.

O martelo foi batido, o contracheque de outubro dos servidores do GDF será igual ao de setembro. Não haverá reajuste. A correção de 3,5% que deveria ter sido paga em 2014 e foi adiada para agora, vai ficar para quando puder.


Devo, não nego, pago quando puder é o lema da vez no Buriti.


“O caixa está vazio”, dizem.


Falta dinheiro pra Saúde, pra alimentação de internados em UTI, pra gasolina do Samu, pra pagar hora extra de servidores. Falta dinheiro para tocar obras, comprar equipamentos, melhorar as escolas.


Diga a área e o GDF dirá que não tem verbas.