Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Contra o caos no HRG e risco de fechamento, população dará um abraço de solidariedade no Hospital Regional do Gama. Será SEXTA (6/5). Você é convidado para o ato.

Quinta, 4 de maio de 2022
Foto: arquivo Blog Gama Livre

“A crise do HRG não é uma crise; é um projeto” (Parafraseando o grande Darcy Ribeiro) 


O nosso querido HRG vive hoje uma fase pior do que as muitas que já viveu nos seus 55 anos de existência. Falta de quase tudo. Falta médico, falta enfermeiro, falta técnico de enfermagem, falta auxiliar de enfermagem, falta equipamentos, falta medicamentos, ‘falta', até, Administração.


Atentem para o fato de que um dos setores que corre um risco grande e imediato de ser fechado, interditado, é o Pronto-Socorro. Imaginem por quanto será multiplicado o desastre, o caos, se houver o fechamento do Pronto-Socorro? No ano passado, 2021, foram mais de 116 mil atendimentos neste setor. E olha que ali o atendimento, pelo caos que impera na saúde pública do DF, foi deficiente, apesar dos esforços do pessoal da saúde que trabalha no local.


Imaginou a sobrecarga que outros hospitais do DF receberão se o fechamento, ocorrer no Pronto-Socorro do HRG? O aumento do caos, uma verdadeira tragédia, nos prontos-socorros dos nosso outros hospitais do DF? E a tragédia que já vivem os pacientes é que será multiplicada. 


O sistema de saúde pública, como o nome já diz, é também um sistema. E como sistema, quando um subsistema, seja um hospital regional, uma UPA, uma UBS (unidade básica de saúde), a Superintendência de uma Regional de Saúde, a Direção da Secretaria da Saúde etc. funciona mal, isso influencia o sistema como um todo.

Então, estejamos todos na sexta-feira (6/5) na frente do Hospital Regional do Gama, o querido HRG. Vamos salvá-lo do caos, impedir fechamento, e garantir dignidade aos pacientes que recorrem ao HRG.


Abraço Solidário no HRG contra o caos e fechamento.

Data: Sexta-feira (6/5) 

Hora: 9 horas

Local: Frente do HRG




quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Distrital Leandro Grass (Rede) entra com representação no TCDF por suspensão de exames no Hospital Regional do Gama

Quinta, 23 de setembro de 2021


Da Assessoria de imprensa do Deputado Leandro Grass
22/09/2021

O deputado distrital Leandro Grass (Rede) entrou nesta quarta-feira (22) com uma representação no Tribunal de Contas do DF (TCDF) para que o órgão apure a interrupção de exames bioquímicos no Hospital Regional do Gama por causa do encerramento de contrato para a realização deste serviço. O parlamentar quer que a situação seja regularizada e que a população não tenha prejuízos no atendimento.

Grass tomou conhecimento de um despacho do diretor do Hospital, Dr. Guilherme Avelar, para a Superintendência da Região de Saúde Sul, que informava que o contrato para fornecimento de reagentes para exames de bioquímica estava encerrado. “Isso acarreta uma série de prejuízos para tratamentos, o que é particularmente grave em razão da pandemia”, argumenta o deputado. “Não parece nada razoável que um hospital do Distrito Federal, gerido pela Secretaria de Estado de Saúde, deixe encerrar um contrato de reagentes para exames de bioquímica”, completa.

Exames de bioquímica são aqueles realizados em pacientes para investigar os funcionamentos do processo metabólico do organismo. Podem ser exames de sangue para ver os níveis de glicose, colesterol, exames de função hepática ou função renal, entre outros. “São exames de rotina e de atenção primária que serão interrompidos até que se normalize a situação”, explicou Grass.

O parlamentar também lembra que serviços essenciais como este não podem simplesmente ser interrompidos por encerramento de contrato. “Isso não pode ser a justificativa do gestor. O contrato público tem vigência. E a vigência é conhecida a partir de sua assinatura. Sendo assim, não é justificável que um contrato escoa o seu prazo de validade sem que a Administração Pública nada faça para que o fornecimento de materiais não seja paralisado”, argumenta.

A representação entregue ao TCDF pede que o órgão tome providências para regularizar a situação no HRG e que outros contratos para a realização de exames do hospital sejam inspecionados para que não ocorra algo semelhante novamente.

Confira o documento na íntegra

Fonte: Assessoria de imprensa Deputado Leandro Grass

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Comentário do Blog Gama Livre: Inacreditável, para não dizer repugnante, uma situação dessa. Como pode o governo ser tão ineficiente, principalmente numa área sensível e tão importante e crucial para o funcionamento normal de um hospital. Melhor dizer, para o atendimento necessário e eficaz à pacientes internados e também para pacientes que procuram a unidade de saúde. São exames necessários ao diagnóstico dos pacientes e, assim, fundamental na prescrição do melhor tratamento.

Mas sabemos que, infelizmente, a saúde pública no Distrito Federal está indo de mal a pior.

Que o TCDF seja ágil na avaliação da representação feita pelo deputado e nas recomendações e responsabilização necessárias. 

terça-feira, 10 de março de 2020

HRG caos na 'Gastro' também continua nesta terça (10/3/2020)

Terça, 10 de março de 2020

HRG caos na 'Gastro' continua hoje, 10/3/2020

Continua a humilhação aos pacientes do HRG, Hospital Regional do Gama. Ontem, 9/3/2020 mostramos o caos e a humilhação impostos aos pacientes-contribuintes-sofredores nos setores do ambulatório e do Raios X.
Hoje mostramos o CAOS que continua reinando na 'Gastro", no ambulatório de Gastroenterologia.

Para os exames de colonoscopia os pacientes se submetem a um rigoroso preparo. O aparelho digestivo deve ficar o mais limpo possível. Em razão disso, os pacientes passam a noite tomando laxantes para que possam deixar o aparelho digestivo em condições de ser realizado o exame. Assim, o laxante faz com que os pacientes usem muito o sanitário. E o que acontece com os pacientes da 'Gastro" do HRG? Homens e mulheres disputam um só banheiro. Lá, no banheiro, não encontram papel higiênico, nem sabonete para lavar as mãos. Isso tudo depois dos pacientes também disputarem as poucas cadeiras e bancos (vários quebrados) na área de espera. Pacientes são, assim, forçados a ficarem de pé.


É o CAOS ou não é? Responda quem quiser. Pois o governo parece que nem sabe o que quer.

domingo, 13 de maio de 2018

Vídeo do 'BASTA de descaso com a saúde' no HRG; 'Se não há saúde pública para o povo, que não haja paz para o Governo!'

Domingo, 13 de maio de 2018
Por Juan Ricthelly
No último sábado (12/05) a população do Gama, indignada com o descaso do GDF com a Saúde Pública, compareceu ao Hospital Regional do Gama para dizer um basta.

A saúde é um direito de todos e um dever do Estado, sendo fundamental para a promoção do bem estar das pessoas e da proteção do direito à vida, quando o Estado se omite na execução desse papel, coloca vidas em risco e é responsável direito por cada morte que ocorrer em razão disso.

Ao mesmo tempo ocorria outra manifestação da igualmente sofrida população da cidade de Santa Maria no HRSM.

Seguiremos cobrando e lutando por uma saúde pública, universal, gratuita e de qualidade!

"Se não há SAÚDE PÚBLICA para o povo, que não haja paz para o Governo!"

📎Link: https://youtu.be/jsUvSSIwgVg

sábado, 5 de agosto de 2017

Defensoria Pública esteve ontem (4/8) no caos do HRG

Sábado, 5 de agosto de 2017
Alguns dos problemas flagrados pela Defensoria:  Superlotação da obstetrícia; falta de profissionais de saúde; falta de insumos básicos, como anestésicos, antibióticos e fios de sutura; falta de equipamentos; banheiros insuficientes; instabilidade no fornecimento de energia elétrica ao hospital.

Alguém vai querer dizer que isso aí acima não é o caos?
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Da Defensoria Pública do DF

Defensoria Pública vistoria Hospital Regional do Gama e encontra irregularidades

 
“Nossa função é prover os direitos fundamentais das pessoas que estão em condições de extrema vulnerabilidade”, diz defensor

O Hospital Regional do Gama (HRG), região administrativa do Distrito Federal, foi vistoriado na manhã desta sexta-feira (04) pelos defensores do Núcleo da Saúde da Defensoria Pública do DF. A iniciativa fez parte da Comissão Temática da Saúde da Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP), por conta do Dia Nacional da Saúde, comemorado neste sábado (5). Na inspeção, foram encontradas diversas irregularidades no hospital – como falta de materiais e equipamentos –  e alas com superlotação, como a de obstetrícia.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Caos da Saúde Pública no Gama será a pauta da XIII Plenária do Forum Comunitário e de Entidades do Gama neste sábado (13/5) às 15 horas, em reunião aberta a todos os moradores

Sexta, 12 de maio de 2017
E no HRG...

A expectativa é de que neste sábado a comunidade aprofunde a discussão sobre os sério problema, caos mesmo, que atinge a rede pública de saúde na cidade e que penaliza os usuários da rede.

Hoje, por exemplo, além de problemas semelhantes a observados em outras cidades do DF, o Pronto Atendimento Infantil —PAI— do Hospital Regional do Gama (HRG) continua fechado, sem se ver a intenção do governo do DF em reabri-lo.

Enquanto isso no HRG...

Também a clínica médica do pronto socorro de adulto continua funcionando com restrições.

A palavra "Restrições" é usada como um eufemismo, pois o que de fato acontece é que a clínica praticamente deixou de funcionar.

Ou alguém vai querer convencer que um pronto socorro está funcionando bem só atendendo pacientes classificados como laranja (muito urgente - com tempo de espera estimado em 10 minutos), ou vermelho (emergência absoluta - indicando atendimento imediato)?

em-pur-ran-do para centros de saúde ou outros hospitais todos os usuários classificados como:

Azul (não urgente - indicando que o paciente precisa apenas de um atendimento básico, com tempo de espera de 240 minutos);

Verde (pouco urgente - a classificação aponta que o paciente não corre risco de morte, podendo ser atendido sem prioridade, em 120 minutos); e

Amarelo (urgente - o paciente deverá aguardar, em média, 60 minutos).

Pronto socorro que não dá pronto atendimento, pode?

Vamos ver o que sairá dessa reunião do sábado (13/5), às 15 horas, no CILG (Centro de Línguas do Gama). O CILG fica próximo ao antigo Forum, Setor Central do Gama.

Clique na imagem para ampliá-la.

sábado, 22 de abril de 2017

Bonito, Rollemberg! No aniversário de Brasília —e também neste sábado— a Clínica Médica do Pronto Socorro do HRG ficou sem médico.

Sábado, 22 de abril de 2017
 Foto: arquivo Gama Livre, 17/4/2017

Coisa feia, Rollemberg! No aniversário de Brasília, ontem (21/4), o seu governo deixou a clínica médica do Pronto Socorro do HRG sem médico. E repetiu a dose hoje, sábado (22/4). Quem, doente, recorreu ao serviço, recebeu a recomendação que fosse procurar atendimento no entorno Sul de Brasília. No estado de Goiás.

Coisa feia, moço!

Feia, não. Horrorosa!

Ah! Quem mandou substituir a porta da entrada para os boxes da clínica com uma 'muralha' de ferro? Porta de metal significa medo? Medo do nosso povo?

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Bonito pra sua cara, né Rollemberg? No HRG, depois de ter bebê mulher é jogada no chão, apenas com um colchonete

Quinta, 6 de abril de 2017

Informações obtidas pelo Gama Livre confirma a veracidade do texto do Radar de Santa Maria.


Deu no Radar de Santa Maria
PÓS-PARTO TRAUMÁTICO NO HRG - Devido a superlotação, mulher é jogada no chão de um dos corredores do HRG, em cima de um colchonete, horas depois de ganhar bebê.

Karen do Carmo, 21 anos, certamente nunca mais esquecerá o seu segundo parto. Não pelo fato de de estar sendo mãe pela segunda vez, mas pelo fato humilhante que está passando nesse exato momento no Hospital Regional do Gama. Segundo Daiana, irmã de Karen, a luta pelo nascimento da sua filha começou na segunda-feira (3), quando Karen sentiu fortes contrações e foi parar no HRSM na expectativa de ganhar sua filh na cidade onde mora. Ainda de acordo com Daiana, médicos apenas medicaram sua irmã e a mandaram para casa. Esse fato ocorreu novamente na terça-feira, e quarta-feira no HRG. Cansada de esperar e com muita contração, voltou ao HRG onde foi internada. Por volta das 5hs da manhã dessa quinta-feira, nasceu a tão sonhada filha, mas infelizmente o momento mais sonhado de uma mulher foi interrompido pelo descaso na saúde pública do DF. Karen do Carmo está nesse exato momento jogada em um colchonete, em um dos corredores do HRG, sem acompanhante, pois segundo sua irmã,  ao questionar sobre a situação desumana em que a Karen foi colocada, podendo inclusive pegar infecção por estar no chão, foi retirada do hospital sem uma justificativa.

Fonte: RADAR SANTA MARIA
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1273294862717658&id=439088229471663


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Veja também:

Caos no Centro Obstétrico do HRG. Gestante está desde ontem (4/4) por volta do meio-dia e não fazem o parto por falta de leito

Usando uma palavra muito em uso, o caos no HRG é RECORRENTE.