

"Vamos continuar tentando romper o cerco ilegal de Israel sobre Gaza, levar alimentos e medicamentos e abrir um corredor humanitário dos povos. Para nós, enquanto tiver crianças morrendo de fome em Gaza, essa é a missão fundamental. Já temos um novo barco chamado Handala, ele está quase pronto para ir", disse o ativista em entrevista exclusiva à Agência Brasil.
"Estamos tentando arrumar novos barcos para uma missão maior desta vez. Queremos que seja sempre assim: se Israel atacar uma missão nossa, que saiba que a próxima missão será maior. E que eles entendam que a violência não vai nos parar", completou.
Na entrevista, ele falou sobre a truculência das forças israelenses desde a interceptação do barco em águas internacionais até o que classificou de sequestro dos 12 ativistas estrangeiros que estavam a bordo. Ele denunciou ainda situações de violência e abuso de poder às quais a população da Faixa de Gaza é submetida de forma constante.
“Tudo o que a gente queria era não ser assassinado naquele momento. Nos mantiveram por mais de 20 horas sequestrados dentro do nosso próprio navio, eles estavam fortemente armados”, contou.

