Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Abrasco e Idec repudiam decisão da ANS de dar continuidade à proposta dos planos de saúde popular

Segunda, 30 de janeiro de 2017
Da Abrasco


A Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco – e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec – vêm a público repudiar a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de dar continuidade à discussão de planos de saúde populares ou acessíveis iniciada pelo Ministério da Saúde.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Pec do Teto: A banca leva tudo e com apoio dos senadores do DF

Domingo, 18 de dezembro de 2016
Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna
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Bancada do DF: Reguffe, Hélio José e Cristóvam Buarque. Todos votos favoráveis à PEC do Teto. Fotos de Jefferson Rudy e Pedro França/ Agência Senado
Por Chico Sant’Anna
A PEC do Teto dos gastos públicos é um bom e cintilante recado para os bancos, credores e especuladores que ganham com a combalida economia nacional. Para eles, isso significa que antes de pensar em pagar as despesas sociais – saúde, educação, transporte, segurança, etc – os credores terão garantidos o seu quinhão.
De cada R$ 100,00 gastos pelo governo, mais de R$ 45,00 são para pagar a dívida pública. Educação e Saúde, juntas, ficam com R$ 7,71. Em 2014, segundo a auditora Maria Lúcia Fatorelli, presidente da ong Auditoria Cidadão, foram R$ 978 bilhões destinados, em sua imensa maioria, a bancos e outras instituições financeiras. O valor é 12 vezes superior ao que foi destinado à educação e 11 ve­zes aos gastos com a saúde no mesmo período. E mesmo já sendo hiper privilegiados, os credores querem mais garantia. Garantia essa que recai justamente na redução dos investimentos em atividades sociais de uma sociedade ainda desigual e onde a pobreza se faz presente.
Leia a íntegra no Brasília, por Chico Sant'Anna

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

As maldades do governo Henrique Meirelles/Temer: Idade mínima proposta em reforma da Previdência será de 65 anos. Morra antes de se aposentar, né?

Terça, 6 de dezembro de 2016

Ivan Richard Esposito e Paulo Victor Chagas - Repórteres da Agência Brasil


A proposta de Reforma da Previdência apresentada hoje (5) pelo governo estipula uma idade mínima de aposentadoria aos 65 anos para homens e mulheres. Atualmente, não há uma idade mínima para os trabalhadores se aposentarem. Eles podem pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no dos homens. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade e o tempo de contribuição.