Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 19 de julho de 2026

✊ Lutando pelo Brasil que a gente quer

Domingo, 19 de julho de 2026

 
 
Cabeçalho | Por Dentro - Idec
Seu informe sobre cidadania e consumo
17 de julho de 2026
Destaque

🆘 Ceará aprova lei para data centers apesar de alertas de órgãos de direitos humanos

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, em regime de urgência, o PL 69/2026, que flexibiliza o licenciamento ambiental para data centers. A votação ocorreu mesmo com recomendações do Conselho Nacional de Direitos Humanos, do sistema de Justiça e de órgãos estaduais pedindo mais tempo para debate e participação social. Nós manifestamos profunda preocupação. O futuro digital do Ceará não pode ser construído às escondidas. Transparência e participação não são obstáculos ao desenvolvimento, são condições para que ele seja justo. Idec


De olho na luta

quarta-feira, 15 de julho de 2026

👀 Sustentável mesmo? Aprenda a reconhecer greenwashing. Greenwashing: quando a publicidade tenta parecer mais sustentável do que realmente é

Quarta, 15 de julho de 2026

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Cabeçalho | Tá na Mesa - Idec - Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Nem toda embalagem “natural”, “eco” ou “sustentável” significa, de fato, um compromisso com o meio ambiente. Nós queremos ajudar as pessoas consumidoras a identificar práticas de greenwashing e fazer escolhas mais conscientes, com informação clara e direitos respeitados.

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Greenwashing: quando a publicidade tenta parecer mais sustentável do que realmente é

Cada vez mais vemos nas embalagens, palavras como “natural”, “amigo do planeta”, “eco” ou “sustentável” estampadas nos produtos que chegam até a nossa mesa. Mas será que todas essas promessas significam, de fato, compromisso ambiental e social?

Nós sabemos que, mesmo em meio à correria do dia a dia, muitas pessoas querem consumir de forma mais consciente. O problema é que algumas empresas perceberam isso como oportunidade de publicidade e começaram a usar discursos ambientais sem mudanças reais nas práticas de produção. É aí que entra o chamado greenwashing, que também pode ser chamado de “mentira verde” ou “maquiagem verde”.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

⚽ Copa, figurinhas e publicidade: o que entra em campo?

 Quarta, 17 de junho de 2026

⚽ Copa, figurinhas e publicidade: o que entra em campo?


Cabeçalho | Tá na Mesa - Idec - Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Tem Copa, torcida, álbum de figurinhas e muita emoção no ar. Mas também vale olhar para quem está aproveitando esse momento para vender mais produtos ultraprocessados. Nesta edição, conversamos sobre como o futebol se transforma em uma poderosa vitrine de publicidade.

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Copa do Mundo 2026: quando o jogo também vira vitrine para ultraprocessados

A Copa do Mundo é um dos eventos mais aguardados do planeta. Ela mobiliza torcidas, cria memórias afetivas, movimenta economias e ocupa conversas em todos os cantos. Mas, junto com a paixão pelo futebol, também entra em campo uma disputa menos visível: a das marcas que querem associar seus produtos às emoções despertadas pelo futebol.

Nós acompanhamos com atenção como grandes eventos esportivos vêm sendo utilizados para promover produtos ultraprocessados por meio de campanhas publicitárias, patrocínios, influenciadores digitais e ações promocionais que associam consumo, diversão e pertencimento.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

✊ Uma vitória contra mentira verde para marcar a história

Sexta, 5 de junho de 2026

Cabeçalho | Por Dentro - Idec
Seu informe sobre cidadania e consumo
05 de junho de 2026
Destaque

✈️ 1ª sentença da Justiça por greenwashing no Brasil

Ação civil pública que movemos contra a Gol acaba de ser julgada procedente. A Justiça reconheceu que campanhas da companhia configuraram publicidade enganosa e greenwashing por anunciar compensação ambiental sem comprovação. Mesmo após suspender os programas, tentou argumentar que a ação não teria mais utilidade. Mas o tribunal entendeu diferente: a conduta violou o direito à informação, atingiu consumidores e merece reparação. Agora, a Gol terá que pagar R$ 5 milhões por danos morais coletivos. Mais que uma vitória do Idec, é um recado para o mercado: mentira verde tem consequência. Idec

De olho na luta

FINANCEIRO

✊ Banco terá que devolver cobrança indevida

Durante quase 16 anos, clientes do banco Itaú estiveram pagando seguros sem autorizar a cobrança.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

📚 Sistemas alimentares: o Brasil que existe no prato

Quarta, 3 de junho de 2026

Cabeçalho | Tá na Mesa - Idec - Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Quando falamos sobre alimentação, também falamos sobre território, cultura e relações de poder. No novo relatório do Idec, mostramos que existem muitos Brasis possíveis quando o assunto é construir sistemas alimentares mais saudáveis, justos, sustentáveis e conectados com a vida real das pessoas e com a preservação do meio ambiente.

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Sistemas alimentares: por que não existe uma solução única para o Brasil?

Quando pensamos em alimentação saudável e sustentável, é comum imaginar que existe um único caminho possível. Mas a realidade é muito mais complexa. O Brasil é atravessado por diferentes culturas, territórios, modos de vida e relações com a comida. E isso também significa que os sistemas alimentares no país são plurais.

É justamente essa reflexão que aparece no nosso novo relatório de experiências exitosas, construído a partir de iniciativas reais espalhadas por diferentes regiões do Brasil. Mais do que apresentar conceitos, o material mostra experiências exitosas concretas de transformação alimentar acontecendo nos territórios, conectadas à agricultura familiar, à cultura alimentar local, ao acesso à alimentação saudável e à mobilização coletiva.

Ao longo da pesquisa, nós reforçamos uma ideia importante: não existe transição verdadeiramente justa, saudável e sustentável dos modelos de produção e consumo alimentar sem considerar as desigualdades sociais, econômicas e regionais do país.

Alimentação também é território

quarta-feira, 27 de maio de 2026

🥪 O lanche da tarde acabou ou só mudou de forma?

Quarta, 27 de maio de 2026

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Entre uma reunião, um ônibus lotado e a sensação de que o dia nunca acaba, muita gente tem trocado o lanche da tarde por café, biscoitos e snacks rápidos. Mas será que estamos deixando de lado um momento importante da nossa alimentação? Nesta edição, nós refletimos sobre rotina, praticidade e o direito de comer com tempo e qualidade.

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O lanche da tarde existe? Ou a rotina engoliu mais uma refeição?

Por muito tempo, o lanche da tarde fez parte da rotina alimentar de muitas famílias brasileiras. Café passado na hora, fruta cortada, pão com manteiga, bolo simples, tapioca ou até as sobras do almoço divididas entre quem chegava da escola ou do trabalho. Era um momento de pausa, encontro e recarregamento no meio do dia.

Mas a vida cotidiana mudou e a nossa relação com as refeições também.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

⚠️ Riscos invisíveis: o que está por trás da comida

Quarta, 6 de maio de 2025

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Nem tudo que faz mal é visível.

Às vezes, o risco está no que a gente não percebe no prato, na embalagem ou no sistema.

E entender isso é também um passo para cuidar da nossa saúde.

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O que a gente não vê também adoece

A gente costuma associar risco ao que é visível. Um alimento estragado, um cheiro forte, uma aparência suspeita, um símbolo de alerta. Mas e quando o perigo não tem cor, cheiro ou aviso?

A recente série sobre o acidente com Césio-137, retratada em produções como Emergência Radioativa, reacende uma memória importante: nem sempre o que contamina é perceptível aos olhos. No caso do desastre em Goiânia, o brilho azul encantava, mas escondia um risco profundo. Hoje, em outro contexto, essa reflexão também atravessa o nosso sistema agroalimentar.

No nosso dia a dia, existem exposições que passam despercebidas, mas que fazem parte da rotina alimentar de milhões de pessoas. Agrotóxicos, microplásticos, aditivos e outras substâncias presentes em produtos alimentícios ultraprocessados são exemplos de riscos invisíveis que levantam um debate urgente sobre saúde e direito à informação.

Contaminações que não aparecem, mas existem

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Escola não é lugar de ultraprocessado! Por uma alimentação nota 10 nas escolas

 Sexta, 1º de maio de 2026

 
 
Cabeçalho | Por Dentro - Idec
Seu informe sobre cidadania e consumo
1 de maio de 2026
Destaque

📢 Escola não é lugar de ultraprocessado!

Já conseguimos tirar os ultraprocessados nas escolas do Ceará recentemente, bem como em várias localidades. Agora, queremos levar essa conquista para todo o Brasil! A cidade de São Paulo e o estado do Pará já possuem projetos tramitando e, com sua ajuda, aumentamos nossa pressão para que políticos aprovem essas leis que promovam um ambiente escolar favorável a escolhas mais saudáveis e protejam a saúde de crianças e adolescentes. Assine a petição, compartilhe e apoie nossa campanha. Comer Bem na Escola

De olho na luta

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL

🤱 Proteger a amamentação no ambiente digital

Estivemos no XVII Encontro Nacional de Aleitamento Materno, em Campo Grande (MS). O evento trouxe um desafio urgente: como proteger a amamentação e a alimentação saudável num ambiente dominado por algoritmos, influenciadores e publicidade agressiva da indústria de ultraprocessados. Seguimos firmes defendendo que a amamentação não é negócio! O ambiente online e o marketing digital não podem ser terra sem lei quando o assunto é a saúde de crianças, mães e outros responsáveis. Linkedin

🥘 O que é da terra fica na terra

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação prepara uma resolução para garantir que escolas em territórios indígenas e quilombolas possam comprar direto dos povos e comunidades tradicionais. Na prática, o alimento produzido ali mesmo vai parar no prato dos alunos. A norma respeita o modo próprio de plantar, conservar e cozinhar. Alimentação escolar não é só nutrição: é cultura, autonomia, geração de renda e proteção do território. Criança que come o que vem do seu próprio território aprende desde cedo que comida de verdade alimenta o corpo e a alma. O Joio e o Trigo

SAÚDE

💊 Superbactérias matam 5 milhões por ano

quarta-feira, 25 de março de 2026

Tá na Mesa — Idec — Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Quarta, 25 de março de 2026

Tá Na Mesa - Idec

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A gente costuma pensar na comida só quando ela chega ao prato.

Mas e tudo o que acontece antes disso?

Hoje, vamos olhar para nossa alimentação e os impactos que ela deixa em cada etapa.

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Do campo ao prato: o que a gente não vê na alimentação

Quando falamos de alimentação adequada e saudável, não estamos falando apenas de comida ou alimentos. Também estamos falando de pessoas produtoras rurais, de meio ambiente e de como os alimentos são produzidos.

O que chega ao nosso prato carrega histórias — e, muitas vezes, impactos socioambientais que não aparecem na embalagem.

Quando olhamos para a origem dos alimentos

Diferentes análises chamam atenção para o avanço do desmatamento ligado à produção de commodities como soja e carne bovina, uma problemática central no agravamento da crise climáticaE, apesar de parecer distante, esse problema está diretamente conectado ao sistema que sustenta o que comemos todos os dias.

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

🍞 O que olhar quando comprar pão de forma?

Quarta, 22 de outubro de 2025
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Ele entra nas casas brasileiras com o pretexto de ser um aliado da rotina, da alimentação saudável e das refeições intermediárias, como os lanches.

Hoje vamos falar do pão de forma destrinchando as informações contidas nos rótulos para te auxiliar a fazer melhores escolhas. Vem com a gente!

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O pão de formato retangular, sabor quase neutro e com fatias uniformes é uma invenção atribuída aos estadunidenses da década de 1920.

Por aqui, ele surgiu mais tarde, por volta de 1950 e, desde então, está muito associado a refeições intermediárias, como café da manhã e lanches combinando recheios doces e salgados.

No entanto, apesar da imagem de alimento “caseiro” e “saudável” que muitas marcas tentam transmitir, a maioria dos pães de forma encontrados nas prateleiras dos supermercados, adivinhem só? Pertencem à categoria dos ultraprocessados.

segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Idec: Chega de Aumento. Reajustes dos planos de saúde coletivo não podem ser uma bomba-relógio.

Segunda, 14 de de agosto de 2023

Já imaginou pagar por um plano de saúde que se mostra mais barato de início, mas com o tempo você descobre que é só de fachada? Pois é, essa é a realidade de milhares de pessoas que contratam um plano de saúde coletivo atualmente.

Nos últimos cinco anos, mais de 80% dos consumidores viram o valor de seus planos coletivos aumentar bem mais que os planos individuais. E sabe por quê? Porque não há um controle definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Você acha certo essa bomba-relógio explodir no seu colo?

O que é um desastre para a saúde e para o bolso de qualquer pessoa, também afeta todo o Sistema Único de Saúde. Mas saiba que existem caminhos para enfrentar o problema e queremos apresentá-los a você:

domingo, 4 de março de 2018

“Rico em fibras”, “caseiro” e “natural”: o marketing enganoso e abusivo dos ultraprocessados para ludibriar o consumidor

Domingo, 4 de março de 2018

Do IHU
Instituto Humanitas Unisinos
Por: João Vitor Santos | Edição: Patricia Fachin

Infelizmente, ao consumirmos um alimento industrializado ou ultraprocessado, ainda não temos como saber o que de fato estamos comendo apenas lendo as informações contidas nos rótulos dos alimentos, “porque o formato e a localização das informações importantes sobre os alimentos não permitem entender o que realmente estamos comendo”, diz Ana Paula Bortoletto, nutricionista, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. O aprimoramento da rotulagem nutricional, defende, “é um passo importante na garantia do direito à informação do consumidor e da promoção de hábitos alimentares mais saudáveis”.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec, embora seja direito do consumidor ter acesso à informação de fácil compreensão acerca do que ele está consumindo, as letras pequenas, “a presença de termos técnicos e números, a necessidade de cálculo de porção e a poluição visual do rótulo, que dá mais destaque à publicidade do produto do que às informações nutricionais”, dificultam a compreensão da leitura dos rótulos de alimentos.
Na avaliação dela, um dos maiores desafios relacionados ao consumo de alimentos ultraprocessados “é a publicidade enganosa e abusiva. A indústria de alimentos se utiliza de estratégias de comunicação mercadológica, como personagens e brindes, direcionadas a crianças, um público vulnerável e facilmente ludibriado pelo marketing. Além disso, alegações nutricionais nos rótulos de alimentos não saudáveis, como ‘rico em fibras’, ‘caseiro’, ‘natural’, ‘zero gordura trans’, competem com a informação nutricional e confundem o consumidor sobre o real conteúdo do produto”.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Abrasco e Idec repudiam decisão da ANS de dar continuidade à proposta dos planos de saúde popular

Segunda, 30 de janeiro de 2017
Da Abrasco


A Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco – e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec – vêm a público repudiar a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de dar continuidade à discussão de planos de saúde populares ou acessíveis iniciada pelo Ministério da Saúde.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

#chegadeaperto

Sábado, 15 de fevereiro de 2014
Do IDEC
 
#chegadeaperto
 
Me explica esse aperto!

Na última terça-feira, dia 4 de fevereiro, a população paulistana passou por um grande aperto com a falha dos trens da Linha 3-Vermelha do Metrô.

Neste dia, a plataforma #chegadeaperto registrou inúmeras reclamações dos usuários, principalmente sobre a falta de informação do Metrô quanto ao problema e os direitos dos usuários.

Motivados por essa situação e tantos outros apertos da população, o Idec enviou uma carta cobrando explicações aos responsáveis pelo transporte público. Agora, estamos aguardando as respostas sobre esse caos. 

Somente com sua participação, denunciando seus apertos no transporte público, conseguiremos juntar mais subsídios para cobrar das autoridades um transporte público mais justo, de qualidade e que respeite os direitos dos usuários.

Veja o que já conseguimos juntos!
  •     Mais de 700 denúncias de apertos na plataforma, em menos de 2 meses de campanha
  •     60 pessoas querendo levar a campanha para sua cidade
  •     Mais de 2100 pessoas já curtiram a página da campanha no Facebook
Continue nos ajudando, relate seu aperto: www.chegadeaperto.org.br 

Juntos somos mais fortes.

Um abraço,

João Paulo Amaral
Pesquisador do Idec
 
#Chegadeaperto é uma campanha promovida pelo Idec, uma organização sem fins lucrativos que atua em defesa dos direitos dos consumidores e mantém suas atividades graças à colaboração de associados e doadores.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Instituto de defesa do consumidor recorrerá de decisão do TCU sobre devolução de valores cobrados na conta de luz

Segunda, 10 de dezembro de 2012
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) irá recorrer da decisão tomada hoje (10) pelo Tribunal de Contas da União (TCU) de não obrigar as distribuidoras de energia elétrica a devolver os valores cobrados a mais na conta de luz entre 2002 e 2009. A entidade, que integra a Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, informou que irá pedir esclarecimentos ao TCU.

"Estamos todos muito decepcionados com o julgamento, principalmente porque o resultado contraria parecer técnico do próprio TCU”, disse a advogada do Idec Mariana Alves, que esteve presente no julgamento. Por 5 votos a 2, os ministros decidiram que não é competência do TCU obrigar as distribuidoras de energia elétrica a devolver valores cobrados a mais na conta de luz, que somam R$ 7 bilhões.

O relator, ministro Valmir Campelo, defendeu o ressarcimento aos consumidores nas próximas revisões tarifárias, mas o revisor da matéria, ministro Raimundo Carreiro, alegou que não é competência do tribunal regular a relação entre os consumidores e as distribuidoras.

A diferença na cobrança ocorreu porque a metodologia de cálculo do reajuste das tarifas de energia elétrica nesse período não incluiu o ganho de receita gerado pelo crescimento de mercado. O TCU determinou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que disponibilize a todos os consumidores a metodologia utilizada para estabelecer as tarifas.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Erro na conta de luz. Ressarcimento já!

Sexta, 9 de novembro de 2012
Do Idec
Instituto de Defesa do Consumidor

Clique aqui e assine a petição
Durante 7 anos nós, consumidores brasileiros, fomos lesados por um erro de cálculo das empresas distribuidoras de energia elétrica, gerando a elas um lucro indevido de R$ 1 bilhão por ano! Somente em 2007, o TCU (Tribunal de Contas da União) descobriu que esse equívoco na fórmula de reajuste tarifário das contas de luz ocorria desde 2002. No entanto, a mudança dos contratos de concessão só foi feita a partir de 2010.

Com a descoberta, muitos consumidores ficaram na expectativa de receber de volta o dinheiro pago a mais em suas contas. Contudo, para a frustração de todos, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu pela não devolução dos valores devidos. 

A Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, grupo composto pelo Idec, Fundação Procon SP, Proteste e pela Federação Nacional dos Engenheiros lança uma mobilização nas redes sociais abordando essa questão, e, consequentemente, o reembolso/compensação dos valores cobrados indevidamente.

É chegada a hora do TCU decidir a questão. E, até por coerência, espera-se que seja em favor dos consumidores, com a devolução ou compensação nas contas de luz dos valores erroneamente pagos ao longo dos 7 anos. Assine esta petição promovida pela Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica.   

A petição será enviada aos ministros do TCU antes do julgamento, que está previsto para 14 de novembro!

Vamos fazer justiça!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Consumidor pode assinar petição contra PL Azeredo antes de sua entrega na Câmara, na quarta (24)

Segunda, 22 de agosto de 2011
Do Idec         
Mais de 17 mil consumidores já se manifestaram contra a aprovação de projeto de lei que prevê punição de usuários de internet por ações cotidianas, além de monitoramento pelos provedores de internet

A petição da campanha organizada pelo Idec "Consumidores Contra o PL Azeredo", que reivindica maior debate do Projeto de Lei nº 84/99, será entregue no seminário que vai ocorrer nesta quarta-feira(24) na Câmara dos Deputados. Até agora, a campanha ultrapassa 17 mil assinaturas de consumidores descontentes com o caráter punitivo do texto, que limita a disseminação de informações entre usuários de internet e o compartilhamento de arquivos na rede.

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