Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 25 de fevereiro de 2018

Após “fichamento” de pobre, militares deveriam fichar sonegador rico no Rio

Domingo, 25 de fevereiro de 2018

Homem é fotografado junto com identidade. Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

Do IHU
Instituto Humanitas Unisinos
Imaginem escolher 'aleatoriamente' nobres senhores e senhoras, bloquear a saída de suas garagens pela manhã, tirar uma foto de cada um, enviar para a Receita Federal e só liberar após checar se há algo contra eles por sonegação de impostos, tanto no que diz respeito à pessoa física quanto aos recursos devidos por suas empresas. Encontrado algum 'antecedente', eles seriam conduzidos para esclarecimentos até o escritório da Receita mais próximo. Exagero? Não, reciprocidade, escreve Leonardo Sakamoto,jornalista e cientista social, em artigo publicado por seu blog, 24-02-2018.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

‘É impensável que aconteça mandado de busca e apreensão coletiva no Leblon’

Segunda, 19 de fevereiro de 2018

Afirmação é de advogado da ONG Conectas de direitos humanos contestando ministro da Defesa, Raul Jungmann, sobre a estratégia a ser usada na intervenção federal

Rio de Janeiro - Militares seguem operando na favela da Rocinha para combater confrontos entre facções de traficantes de drogas (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Da Ponte
Direitos Humanos - Justiça - Segurança Pública
19/02/18
Por Arthur Sabile

Uma das ações a serem utilizadas pelas forças de segurança durante a intervenção federal no Rio de Janeiro será a expedição de mandados coletivos de busca e apreensão. A decisão foi revelada pelo ministro da Defesa, Raul Julgmann, nesta segunda-feira (19/2), a fim de combater o crime organizado em áreas “mais abrangentes”. A ONG de direitos humanos Conectas critica a decisão.