Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Reunião ampliada dos Servidores Federais define ações unificadas para 2015

Segunda, 9 de fevereiro de 2015
Da Fenajufe* 
Mais de 400 representantes de diversas entidades dos servidores públicos federais participaram em Brasília, no final de semana (31/01 e 01/02), da Reunião Ampliada dos Servidores Públicos Federais.  Apesar das especificidades existentes entre as entidades representativas dos servidores federais, as condições de trabalho, a luta contra a retirada de direitos e a defasagem salarial  levam à necessidade de unificar a luta.

Os participantes enfatizaram que depois das eleições, várias medidas tomadas  prejudicam os trabalhadores como reajustes das tarifas públicas, aumento dos juros e, principalmente, a reforma previdenciária e trabalhista através das medidas provisórias nºs 664 e 665, que alteram as leis nºs 7998/90(seguro-desemprego), 10779/2003 (seguro-desemprego para pescador), 8112/90(RJU), 8213/91(Planos de Benefício da Previdência Social) e 10876/04(Perícia Médica).

terça-feira, 29 de maio de 2012

STJ: Andes continua como representante sindical de professores universitários federais

Terça, 29 de maio de 2012
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou legal ato do ministro do Trabalho e Emprego (MTE) que manteve o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) como representante de professores universitários federais.

A Andes disputa a representação com outras entidades, no âmbito do processo de registro sindical. Em 2003, ela obteve o registro definitivo para representar docentes de nível superior. Cinco meses depois, o ato foi suspenso, diante de impugnação de outras entidades sindicais representativas dos professores de rede privada e de recursos administrativos pendentes.

Em setembro de 2008, o Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Federal (Proifes) requereu o registro sindical para representar os docentes do ensino universitário federal.

Na sequência, a Andes pediu ao MTE que restabelecesse seu registro sindical parcial, mantendo a suspensão apenas na parte impugnada, referente aos professores da rede privada. O pedido foi atendido, motivando o mandado de segurança do Proifes, que foi negado pela Primeira Seção.

Unicidade Para o Proifes, o ato do MTE violaria seu direito líquido e certo porque resultaria, ao final do processo de registro, na negação de sua representatividade sindical. Para que o registro seja aceito, um dos requisitos é que não haja outro sindicato no mesmo nível de outro preexistente.

Para o ministro Benedito Gonçalves, porém, não há ilegalidade no ato do MTE. O restabelecimento parcial do registro da Andes decorreu de requerimento desta e não de ato de ofício do ministro, e a limitação da representatividade da Andes quanto a professores de faculdades privadas não é definitiva, mas apenas enquanto não haja resolução administrativa ou judicial sobre o conflito.

“Isto quer dizer que o procedimento administrativo de registro sindical da Andes não teve fim com a prática do ato impugnado, de onde se conclui não ter havido concessão parcial de registro de forma definitiva, tampouco de alteração da base de representação”, explicou o relator.

“Houve, em verdade, a adoção de medida paliativa por parte da administração pública no curso do procedimento administrativo, que entendeu não ser razoável manter a suspensão integral do registro quando as impugnações diziam respeito tão somente às entidades de ensino privadas, as quais ainda estavam sendo analisadas”, completou.

O ministro ainda afastou a decadência da revisão do ato administrativo do MTE, já que o restabelecimento parcial do registro anterior ocorreu no curso do processo administrativo, quando não se poderia falar mais em decadência.

sábado, 16 de julho de 2011

Corrupção, omissão, domesticação

Sábado, 16 de julho de 2011
A corrupção continua, avança, destrói as unidades da federação e a nação. Cadê os caras pintadas de ontem? E os combativos sindicatos e centrais de trabalhadores de épocas passadas? Os partidos que se diziam éticos e de esquerda? Os líderes populares que lideravam passeatas, manifestações e levantavam nas praças do país as bandeiras da retidão com a coisa pública? Todos calados, omissos, coniventes com a situação de descalabro.

Estão no doce colo do poder, no macio regaço da acomodação, no lauto banquete da corrupção, na safadeza da bajulação, domesticados, se auto-amordaçando. Cretinos!


Quando o povo acordará? Quem sabe? Talvez nunca! Ou, sabe lá Deus, mais cedo do que se pensa.