Segunda, 23 de outubro de 2023
Em 17 de outubro, um tiroteio foi registrado a 100 metros de uma agenda de campanha do então candidato ao governo de SP
Redação
Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 23 de Outubro de 2023

Na época, Tarcísio de Freitas se manifestou por nota. "É importante esclarecer que a campanha nunca levantou a tese de atentado." - Pablo Nogueira/Governo do Estado de SP
A Polícia Federal (PF) investiga se a campanha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), forjou um atentado para favorecê-lo eleitoralmente durante a campanha no ano passado.
A investigação sobre o suposto crime eleitoral apura se a equipe de Tarcísio foi responsável pela versão falsa de que o então candidato foi vítima de um atentado, durante uma agenda de campanha, em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, em 17 de outubro.
De acordo com apuração do jornal O Estado de S. Paulo, na portaria que originou o inquérito, o delegado Eduardo Hiroshi Yamanaka apontou para a possível violação do Código Eleitoral e “outras que porventura forem constatadas no curso da investigação”.
O inquérito também se baseou nas entrevistas em que o ex-cinegrafista da emissora Jovem Pan Marcos Vinícius Andrade falou sobre ter sido pressionado por assessores de Tarcísio para deletar as imagens do suposto atentado.
