Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 27 de janeiro de 2019

‘Excremento do Demônio’, a lei aprovada pela CLDF e que representa privatização da saúde e extinção do quadro dos servidores concursados, será discutida nesta terça (29/1) pelo Conselho de Saúde do DF (CSDF)

Domingo, 27 de janeiro de 2019
‘Excremento do Demônio’, a lei aprovada pela CLDF por iniciativa do governo Ibaneis, será analisada nesta terça (29/1) pelo Conselho de Saúde do DF, na sede do CSDF, Edifício Empresarial Brasília no SIG.

A lei, que já se tornou amplamente conhecida como Lei Excremento do Demônio, ainda não foi sancionada pelo governador Ibaneis que, apesar de ser o autor, tem a competência para vetá-la. Isso, se seguir o bom senso e seus compromissos assumidos na época da campanha eleitoral.

O dispositivo legal (seria legal mesmo?) representa, de fato, a privatização de serviços públicos da rede do GDF. Ele, o dispositivo, abre a rede aos empresários que ganham fortunas com a exploração da saúde, e representa a transferência de recursos do Estado, do SUS, para os cofres de empresas, muitas delas transvestidas de entidades sem fins lucrativos.

Uma terceirização que tem pelo país explodido em escândalos atrás de escândalos, visto que a terceirização, num passo imediato, transforma-se em quarteirização e daí pra frente. E é aí a pior e horrorosa parte desses processos de transferir o patrimônio, a gerência e os recursos públicos, para as mão de Organizações Sociais (OSs); Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, as Oscips, —interesse público??? Não é o que evidenciam os vários escândalos pelo Brasil a fora—; os ‘Institutos’ e as ONGs. “Organizações”, muitas delas, com seus dirigentes presos, ou soltos temporariamente para responderem processos em liberdade.

Espera-se que o Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF) cumpra com seu dever de, com coragem e autonomia, analisar e gerar uma decisão que é legal, quanto à Lei Excremento do Demônio. A aprovação do Excremento do Demônio contraria, certamente, as decisões tomadas na última Conferência Distrital de Saúde.

Então, com a palavra, e a decisão corajosa, o Conselho de Saúde do DF.

Leia a seguir a convocação para a reunião do CSDF em 29/1/2019, terça-feira, das 9 horas as 13 horas.

Prezados Conselheiros e Conselheiras,

De ordem da Mesa Diretora do Conselho de Saúde do Distrito Federal - CSDF, tendo em vista fatos públicos que certamente acarretarão danos ao Sistema  Público de Saúde no Distrito Federal, bem como princípios enunciados, que potencialmente contrariam decisões da última Conferência Distrital de Saúde, a Mesa Diretora do CSDF, conforme previsto no Art. 18 do Regimento Interno do CSDF, convoca a 426ª Reunião Extraordinária para o dia 29 de janeiro de 2019, às 09 horas, no Plenário do CSDF.

Atenciosamente,

Andressa Cristina de O. S. Cavalcante
Secretária Executiva do CSDF

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Clique na imagem abaixo para melhor visualizá-la
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Convocação de autoria de um dos conselheiros regionais de saúde:

ATENÇÃO SERVIDORES DA SAÚDE!


Dia 29 de Janeiro às 09 horas na sede do CSDF no Edifício Empresarial Brasília no SIG, acontecerá a reunião Extraordinária do CSDF com a pauta Aprovação do OHBDF (IGESP). É de fundamental importância a presença de todos pois se for rejeitado pelo controle social, criará lastro jurídico para barrar judicialmente o projeto de lei, além de delimitarmos a atuação do presente PL.

A luta não pode parar, conto com a presença dos guerreiros da saúde. 

Conselheiro de Saúde Distrital.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Conselho de Saúde chama caos na saúde do DF de criminoso e aciona MPF

Segunda, 14 de agosto de 2017
Conselho chama caos na saúde do DF de criminoso e aciona MPF
"O resultado da situação atual é muito claro, mortes evitáveis por total desassistência"
Por Pedro Alves e Larissa Rodrigues-Metrópoles
Blog do Sombra
Em meio à constante falta de insumos e de pessoal nos postos, centros e hospitais da rede pública brasiliense, o Conselho de Saúde local (CSDF) decidiu recorrer ao Ministério Público Federal. A entidade encaminhou representação ao MPF solicitando a adoção de “medidas necessárias para restituição da ordem” no sistema de saúde público da capital do país.

O resultado da situação atual é muito claro, mortes evitáveis por total desassistência"

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Duelo ao pôr do Sol. Presidente do Conselho de Saúde do DF critica deputados e os desafia para um debate e é chamado de pelego pelo distrital Wellington Luiz, presidente da CPI da Saúde, e que aceitou a briga

Quinta, 6 de abril de 2017
Imagem do filme 'Duelo ao pôr do sol'

“Até porque até agora ele me parece apenas como um pelego, nada além de um pelego.” (do Wellington Luiz)

O presidente do Conselho de Saúde, Helvécio Ferreira, em sua gravação distribuída profusamente pelos grupos de WhatsApp, chama de circo as audiências públicas.

Seria o público os palhaços?

Mas o bom mesmo, se é que isso é realmente bom, é ouvir duas gravações. A primeira, de Helvécio Ferreira, presidente do Conselho de Saúde do DF, onde estaria por conta de sua indicação como representante do gestor, isto é, do governo. Verdade que há críticas por ele ocupar (segundo duelos no WhatsApp) um cargo de confiança na Secretaria de Saúde.

O segundo áudio é o do presidente da CPI da Saúde, deputado Wellington Luiz. A CPI da saúde e aquela que é bombardeada pela base do governador na Câmara Legislativa do DF.

Vamos ouvir nos áudios abaixo as críticas, os desafios entre os dois, enquanto o duelo ao pôr do sol esta sendo aguardado ansiosamente por todos.






Clique aqui, veja reportagem do DFTV e conclua se o presidente do Conselho de Saúde do DF é ou não a favor da privatização dos serviços do Hospital de Base do DF. Privatização através do tal 'Instituto'. Uma OS com maquiagem.


http://g1.globo.com/distrito-federal/dftv-2edicao/videos/t/edicoes/v/gdf-desiste-de-parceria-com-organizacoes-sociais-para-melhorar-atendimento-medico/5724407/

terça-feira, 15 de novembro de 2016

OSs: Helvécio, presidente do Conselho de Saúde do DF, afirma que imprensa publicou informação falsa; Sindicato dos médicos aguarda manifestação oficial

Terça, 15 de novembro de 2016
Do SindMédico

O Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) fez uma interpelação extrajudicial ao presidente do Conselho de Saúde do DF (CSDF), Helvécio Ferreira da Silva, em função de declarações feitas ao Jornal de Brasília na reportagem Buriti recua e OSs trabalharão apenas nas UPAs.
Também em reportagens posteriores do Jornal Metro e do portal Metrópoles, Helvécio, que é representante da gestão no Conselho, teria afirmado que foi feito um acordo entre governo e conselheiros, os quais teriam autorizado, na Resolução 465 (24/10/2016), a entrega da gestão de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) a Organizações Sociais (OSs).
Ao receber e assinar a notificação, entregue pessoalmente pelo diretor jurídico do SindMédico-DF, Antonio José dos Santos, o conselheiro negou que haja qualquer intenção em implantar as OSs no DF, pelo menos de sua parte.
Nas palavras de Helvécio “está se fazendo uma confusão enorme entre o que o Conselho aprovou e o que o Governo e a mídia estão dizendo”. “O conselho não aprovou OSs em absoluto. Aprovamos apenas, e sem prejuízo do relatório da nona Conferência de Saúde do DF, atividade complementar, quando identificada e reconhecida. Não tem contrato por atacado”, disse o presidente do Conselho de Saúde.
“Representantes dos usuários e dos trabalhadores da saúde mantêm posição contra as OSs e isso ficou expresso quando se estabeleceu, no parágrafo 2º do artigo 7º da Resolução 465, que prevalece a determinação escrita no relatório final da nona Conferência de Saúde, que rejeita completamente qualquer tipo de terceirização da saúde no DF”, destaca o presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho.
“Como presidente do Conselho de Saúde Helvécio tem a obrigação de transmitir claramente ao público as determinações do colegiado. Se houve algum erro ou alguma confusão ele tem que usar de todos os meios para corrigir, o que não se viu até agora”, aponta Gutemberg. O Sindicato aguarda resposta oficial do presidente do CSDF no prazo de cinco dias. Caso não haja resposta, o conselheiro será questionado em juízo.