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(Millôr Fernandes)
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Furnas continua impedida de operar hidrelétrica de Simplício, no rio Paraíba do Sul

Sábado, 1 de dezembro de 2012
Do STJ
Por risco de dano ambiental e à saúde pública, Furnas Centrais Elétricas continua proibida de encher o reservatório do Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) de Simplício, no rio Paraíba do Sul, divisa dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Com base no princípio da precaução, que orienta o julgamento de questões envolvendo o meio ambiente, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, negou pedido da União e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para suspender uma liminar da Justiça Federal que impede o início do enchimento do reservatório até o término das obras do sistema de coleta e tratamento de esgoto em cidades ribeirinhas.

O princípio da precaução recomenda que, na falta de certeza científica, sejam sustadas atividades potencialmente lesivas ao ambiente. Embora haja autorização do Ibama para o início da operação de Simplício, o presidente do STJ observou que outros órgãos técnicos se manifestaram contra, entre eles o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro e o Grupo de Apoio Técnico Especializado (Gate) do Ministério Público do Rio.

sábado, 15 de outubro de 2011

Auditoria da CGU constata desperdício de R$ 10 milhões em Furnas na operação para construção de usina

Sábado, 14 de outubro de 2011
Da Agência Brasil
Débora Zampier - Repórter
A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou hoje (14) o resultado de uma auditoria feita na estatal Furnas Centrais Elétricas após denúncias de irregularidades veiculadas pela imprensa em janeiro. O principal problema encontrado foram gastos de R$ 10 milhões referentes à construção da Usina Serra do Facão, no Rio São Marcos, em Goiás, que poderiam ter sido evitados.

De acordo com o relatório, Furnas gastou R$ 1,6 milhão sem necessidade por não aprovar a emissão de 14 mil debêntures da Serra do Facão Participações. O documento também diz que um novo modelo societário financeiro aprovado para a Serra do Facão Participações resultou em problemas na substituição de uma empresa que participava do empreendimento, o que gerou prejuízos de R$ 8,4 milhões.