Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

segunda-feira, 8 de julho de 2019

MPDF recomenda contratação imediata de agentes penitenciários para o DF; instituição aponta a existência de mil cargos vagos

Segunda, 8 de julho de 2019
Do MPDF
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por intermédio do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri), expediu recomendação aos Secretários de Segurança Pública e de Planejamento do DF para que os gestores adotem medidas para o preenchimento de todos os cargos de agentes de atividades penitenciárias atualmente vagos na estrutura prisional sob responsabilidade do Governo do DF.

domingo, 7 de julho de 2019

184 dias de (des)feitos do Governo no Distrito Federal.

Domingo, 7 de julho de 2019
Sessão solene de posse de Ibaneis Rocha na CLDF. Foto: Renato Alves

Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna

Por Fátima de Sousa

E lá se foram 184 dias de Governo do Distrito Federal. Os efeitos? Esses ainda não os vimos nas ruas. Nelas, temos visto decepção, tristezas e desalento. Sentimentos produzidos pela ausência de ações governamentais, pior, pelas distintas ações do governo, absolutamente autocráticas e retrógradas, iniciadas pelas áreas mais sensíveis à condição humana, só para citar duas: saúde e educação.

Na saúde, foi decretado estado de emergência por seis meses, adiando os problemas e/ou criando elementos facilitadores às compras e contratações sem licitações, a exemplo da ampliação de carga horária de efetivo e contratações temporárias. Assim, parecem fáceis, as medidas anunciadas para conter a crise, mais uma vez fadadas ao fracasso.

E o atual Governo, bem diferente do período da campanha, toma o Instituto Hospital de Base (IHB) como “ilha de excelência” a ser extensiva para toda a rede assistencial, e encaminha para Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em caráter de urgência, o projeto de lei nº 001/2019, que expande o Instituto Hospital de Base (IHBDF) para seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e para o Hospital de Santa Maria (HRSM). Adicionado a isso, estão as perversas perseguições internas; além do já conhecido assédio moral aos(as) servidores(as) públicos(as) e suas sofridas perdas trabalhistas. Diariamente, são estes(as) servidores(as) que ficam cara a cara com a população. E são os mesmos que seguem clamando por acesso e cuidados a sua própria saúde e vida, naquilo que dependem da ação pública, em favor da melhoria da igualdade.

Leia a íntegra

O empresário suicida de Sergipe e os monges incendiados de Saigon

Domingo, 7 de julho de 2019
Por
JOSÉ CARLOS DE ASSIS


Os Estados Unidos tem sido ao longo do pós-guerra um país muito forte militarmente. Na realidade, o mais forte do mundo. Mas os Estados Unidos começaram a perder a guerra do Vietnã quando monges começaram a se incendiar nas praças de Saigon em protesto contra os invasores de seu país. Quando isso acontece, a história sinaliza mudanças. O país mais poderoso do mundo acabou perdendo a guerra para um exército vietnamita de pés descalços.

A Petrobrás tem sido a mais poderosa empresa brasileira, e a mais lucrativa no domínio industrial. Entretanto, mais poderosa do que ela são os tecnocratas que assaltaram sua direção sob as ordens de Paulo Guedes. Eles querem fazer da Petrobrás uma empresa exclusivamente a serviço do investidor privado no Brasil e no mundo. Foi contra sua insana política de preços que o empresário Sadi Gitz se matou durante uma solenidade em Sergipe [VÍDEO]

Fridamania

Julho
7

Fridamania

[Clique na imagem para ampliá-la]

Em 1954, uma manifestação comunista percorreu as ruas da Cidade do México.
Frida Kahlo estava lá, de cadeira de rodas.
Foi a última vez em que foi vista viva.
Morreu, sem ruído, pouco depois.
E se passaram uns quantos anos até que a fridamania, tremendo alvoroço, a despertou.
Ressurreição ou negócio? É isso o que merecia uma artista alheia a qualquer exitismo e ao lindismo, autora impiedosa de autorretratos que a mostravam sobrancelhuda e bigoduda, crivada de agulhas e alfinetes, apunhalada por trinta e duas operações?
E se tudo isso fosse muito mais que manipulação mercantilista? Uma homenagem do tempo, que celebra uma mulher capaz de transformar sua dor em cor?
Eduardo Galeano, no livro ‘Os filhos dos dias’,
2ª edição, 2012, página 219. L&PM Editores.

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“Eu costumava pensar que era a pessoa mais estranha do mundo, mas então pensei, há muita gente no mundo, tem que existir alguém como eu, que se sinta bizarra e danificada da mesma forma que eu me sinto. Consigo imaginá-la, e imagino que ela também deve estar por aí, pensando em mim. Bom, eu espero que se você estiver por aí e ler isso, saiba que, sim, é verdade, eu estou aqui e sou tão estranha quanto você.”
(Frida Kahlo, 'Diários', 1995)

sábado, 6 de julho de 2019

Tributo a João Gilberto

Sábado, 6 de julho de 2019
ttribu

Pai da Bossa Nova, João Gilberto morre aos 88 anos no Rio de Janeiro

Sábado, 6 de julho de 2019


Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
O cantor, compositor e violonista baiano João Gilberto, considerado um dos pais da Bossa Nova, morreu hoje (6) aos 88 anos, na cidade do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo filho do artista Marcelo Gilberto, que também é músico, em seu perfil na rede social Facebook. A causa da morte não foi divulgada

João Gilberto se apresentou pela última vez em 2008 MEC/Divulgação
O artista, conhecido por sua reclusão e perfeccionismo, cimentou as bases da Bossa Nova com os discos Chega de Saudade (1959), O Amor, o Sorriso e a Flor (1960) e João Gilberto (1961). Chega de Saudade, de autoria de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, é uma das músicas mais famosas tocadas por João Gilberto. O álbum jazz e bossa nova Getz/Gilberto (1964), uma parceria com o saxofonista estadunidense Stan Getz, foi premiado com o Grammy. Ele também fez composições próprias, como Bim-Bom e Oba-la-la.

Relembre a trajetória do músico baiano na matéria do Repórter Brasil, telejornal da TV Brasil: 

Sadi repete Getúlio, morte de herói nacional!

Sábado, 6 de julho de 2019

Por

CESAR FONSECA

Sadi Gitz

Vitória da morte!

Grito de liberdade diante da tragédia brasileira!

Assim como Getúlio deu um tiro no peito para defender a Petrobrás, Sadi Gitz deu um tiro na cabeça para protestar contra a privatização da estatal petrolífera brasileira.

Seu recado brutal se deu diante do ministro das Minas e Energias e do governador de Sergipe, em evento destinado a discutir a privatização da Petrobrás e as consequências para as cadeias produtivas dos subprodutos do petróleo, como o gás, amplamente consumido pela população.

Trata-se do sacrifício humano, político e econômico de verdadeiro herói nacional, que morreu em defesa da empresa brasileira, no ramo de cerâmica, consumidora de gás, fabricado pela estatal.

Como a cerâmica do empresário sergipano, milhares de outras utilizam o gás no lugar da lenha e do carvão, como forma de reduzir o desmatamento nacional.

Enquanto a Petrobrás bancou preço competitivo do gás para as distribuidoras nacionais, as tarifas, na ponta dos consumidores, representavam custos competitivos, também.
Porém, a partir do momento em que os preços internacionais do gás passou a ser parâmetro para o preço interno, como são os dos combustíveis e do diesel, tornou-se impossível a sobrevivência do negócio de Sadi Gitz.
Tudo, evidentemente, piorou no cenário do golpe neoliberal de 2016, que aprofundou recessão, gerando desemprego de 13 milhões de trabalhadores, 30 milhões de desocupados/desalentados, 60 milhões de inadimplentes e PIB negativo.

Os custos subiram e o mercado caiu, com a desaceleração dos grandes clientes de Sadi Gitz, no mercado de construção civil, principalmente, do Programa Minhas Casa Minha Vida, financiado por gastos públicos sociais.

As dívidas, financeiras e tributárias, engoliram o negócio, alvejado de morte pelo aumento brutal do preço internacionalizado do gás praticado pela Petrobrás sob orientação empresarial ultraneoliberal.

Monopólio estatal virou monopólio privado que dita preço internacional para vigorar no mercado nacional.

O consumidor ganha em real, mas é obrigado a pagar em dólar, segundo cotação da estatal dirigida por orientação privada, desnacionalizante.

O herói viu seu negócio ruir, com a decisão antinacionalista de vender a Petrobrás, desmembrando sua característica de monopólio estatal poderoso que se transformou no histórico agente principal do desenvolvimento.

Desarticular a estatal, privatizando-a sem licitação, conforme autorização antinacionalista do STF, tutelado pelos militares bolsonaristas, é desarticular o desenvolvimento nacional.

Estratégia imperialista

O governo Bolsonaro, obediente a Washington,  como destaca o consultor legislativo nacionalista e engenheiro da Petrobrás por vinte anos, Paulo César Lima, em depoimento no Senado, está entregando de bandeja toda a superestrutura econômica de extração, produção, distribuição e circulação dessa riqueza a serviço do nacionalismo econômico brasileiro, desde Vargas.

Na área do gás, a estrutura de gasoduto, espalhada em território nacional, devidamente amortizada, gerando custo competitivo para o consumidor, será doada a investidores internacionais que, sem precisar enfrentar licitações públicas, praticarão preços internacionais, sempre especulativos.

Leilão a céu aberto, mercado persa.

A privatização da distribuição do gás levará os consumidores de gás à bancarrota, como aconteceu com Sadi, no ambiente de redução da demanda interna com aumento de preço oligopolizado.

A Petrobrás privatizada é a incerteza geral para os empresários consumidores dos subprodutos do petróleo que formam rede econômica público-privada que se estende Brasil afora.

Com o esquartejamento da estatal, desde a extração à distribuição, passando pela produção e estruturas já construídas e amortizadas, só vai se dar bem quem comprar o patrimônio pronto a preço de ocasião.

Tarefa para os oligopólios internacionais.

As cadeias produtivas internas, das quais Sadi participava, estão sendo, completamente, desarticuladas pelo novo poder privatizado oligopolizado, cujo interesse são lucros crescentes.

Encerra-se conceito de Petrobrás, esquartejada, como agente do desenvolvimento econômico nacional.

Sadi, genial, anteviu o aprofundamento da dependência nacional ao capital externo a partir da privatização da Petrobrás e preferiu dar um tiro na cabeça em protesto a essa perspectiva antinacional de empobrecimento colonial.


Foi para a história com coragem e grandeza.

Privatização de refinarias, gasodutos e BR é lesiva à Petrobras, entrevista à CartaCapital

Sábado, 6 de julho de 2019


Entrevista concedida ao jornalista Carlos Drummond, publicada em 3/7/19.

“Com a Petrobras entregue ao mercado, só restará recorrer ao papa”

O esfacelamento da empresa compromete o desenvolvimento, alerta o presidente da associação dos engenheiros da estatal, Felipe Coutinho

A desintegração da Petrobras, com privatização e desnacionalização da estrutura de refino, transporte e distribuição reduz sua eficiência, prejudica consumidores de derivados, acionistas e compromete o desenvolvimento do Brasil, alerta o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Felipe Coutinho, em entrevista a CartaCapital. O desmonte eleva, por exemplo, os custos de produção de diesel e aumenta a chance de ocorrerem novas greves de caminhoneiros. Com a transferência de controle de refinarias, gasodutos e distribuidoras principalmente a empresas estrangeiras, “os caminhoneiros e consumidores que quiserem reclamar dos preços altos dos combustíveis terão que recorrer ao Papa, porque a Petrobras e o governo dirão que nada podem fazer diante do deus mercado”, dispara Coutinho que analisa a seguir a venda desastrosa das empresas de gasodutos TAG e NTS, o grande perigo de se privatizar as refinarias e as consequências da decisão do STF de permitir que as estatais vendam suas subsidiárias sem autorização do Congresso, entre outros aspectos da situação atual do setor de óleo e gás.


Esbulho dos direitos previdenciários é fórmula para salvar-se o capitalismo sacrificando os seres humanos — 1

Sábado, 6 de julho de 2019
Do Blogue Náufrago da Utopia




Dalton Rosado

A RACIONALIDADE APARENTE E A IRRACIONALIDADE INTRÍNSECA DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Quando um bandido coloca uma arma na cabeça de sua vítima e faz a pergunta clássica dos assaltantes (a bolsa ou a vida?), o racional é entregar o objeto do assalto, pois a vida é bem mais importante do que qualquer conteúdo econômico existente na bolsa. 

Da mesma forma, nenhum dos parlamentares ou membros do Poder Executivo (ou ainda, todo o universo dos detentores do capital) ousa afirmar que a reforma da previdência não seja necessária. 

Tal reforma consiste, essencialmente, na imposição do esbulho de direitos previdenciários, a serem sacrificados no altar da manutenção da lógica capitalista neste momento de implosão interna por força de suas contradições funcionais, que atingiram o estágio de disfunção social plena. 

Antes tal debacle era mascarada pela possibilidade de manutenção da escravidão indireta do trabalho abstrato. Agora, no entanto, já não é mais possível a humanidade conviver com um contrato social que se tornou anacrônico e escancara a a sua irracionalidade e espírito segregacionista. Como diz o sábio adágio popular, o mal por si destrói.


O esbulho se dará com o aumento do tempo exigido de contribuições previdenciárias e descontos salariais, bem como com a redução das aposentadorias a patamares irrisórios. 

Trata-se de enfiar goela dos brasileiros adentro os sacrifícios necessários para a manutenção de uma lógica de produção social cujo prazo de validade expirou.

Ora, quando se raciocina com uma arma apontada para a cabeça, o racional é ceder às exigências de quem detém a arma.  No caso da exigência e consequente aceitação do esbulho, a arma apontada para a nossa cabeça é a lógica funcional do capital em fim de feira, desesperado, mas ainda detentor do poderio bélico militar e da institucionalidade opressora. 

Na atualidade mundial, o desemprego estrutural causado pelo uso da tecnologia de ponta na produção mercantil tornou evidente a irracionalidade da produção social de valor a partir do trabalho abstrato (assalariado). 

Sacrifícios inauditos são o preço que os seres humanos pagam para a manutenção de uma relação social irracional. Já do ponto de vista dos defensores da sobrevida do capital, o irracional é racional. 

A vida social da humanidade poderia ser substancialmente facilitada graças ao estágio atingido:

— pela capacidade de produção industrial e pelos serviços proporcionados pela disseminação dos recursos tecnológicos da microeletrônica, que viabilizou a comunicação via satélite; 
— pela computação, que racionaliza procedimentos e faz cálculos infinitesimais em segundos, além de proporcionar a memória armazenada de trilhões de informações; e 
— por outros tantos elementos antes inimagináveis, aliados à apreensão do saber sobre tantas áreas do conhecimento (agricultura, medicina, engenharia genética, etc.).

Mas, sob a égide do capital, tais benefícios se tornaram um entrave à existência da relação social sob o capital e, assim, ao invés de trazerem felicidade, todos os avanços tecnológicos se constituíram como malefícios sociais relativos (em alguns casos) e absolutos (noutros casos).

Ao invés de reduzirmos o tempo de atividade laboral de todos mediante um esforço coletivo de produção social, o que se observa na reforma da Previdência é justamente o contrário: exige-se de cada um que dedique mais tempo do seu cotidiano à dura labuta, e isto no exato momento em que temos 13 milhões de desempregados buscando o que fazer. 

Poderíamos usar o esforço proporcional de todos na produção social dos bens indispensáveis ao consumo, e no sentido de que sobrasse mais tempo para se dedicarem às atividades afetivas, de lazer, esportivas, da arte em todos os seus múltiplos segmentos, do cuidado com a saúde, etc., que seriam tornadas possíveis a partir de uma subsistência mais cômoda sob outros critérios de produção. 


Exige-se, entretanto, que trabalhemos por mais anos e que contribuamos com mais dinheiro para o gozo da aposentadoria, ao mesmo tempo que diminuirá o intervalo entre a concessão do benefício e a morte. 

A longevidade humana proporcionada pelos avanços da medicina, antes de se tornar um bem para a humanidade, torna-se um estorvo para as contas previdenciárias. Tudo sob o capital é negativamente contraditório.  

É a vitória do irracional sobre o racional como se tudo fosse muito racional e inquestionavelmente certo; é a irracionalidade racional. (por Dalton Rosado)

"Quem esquece a própria vontade, quem aceita não ter seu desejo, é tido por todos um sábio. É isso que eu sempre vejo. É a isso que eu digo NÃO!" (Arena conta Zumbi)
(continua)

Comunidades Agroecológicas do Bem Viver: Mutirão de plantio no Assentamento Canaã será neste domingo (7/7)

Sábado, 6 de julho de 2019


🌎💦🌱 Está chegando o dia do Mutirão das Comunidades Agroecológicas do Bem Viver! 🌱💦🌎

"Mutirão" é uma palavra que nos encanta. Ela vem do tupi antigo e significa "trabalho coletivo pelo Bem Comum". E é exatamente isso que faremos nesse domingo, de 9h às 16h em plena Bacia do Descoberto!

Esse será o primeiro mutirão de plantio das Comunidades Agroecológicas do Bem Viver, ou seja, nesse momento colocaremos na terra os primeiros alimentos e as primeiras mudas onde hoje é uma área devastada mas que, em breve, começará a nascer uma floresta ali plantada por nós!

Informações importantes

🍃 Data: 07/07/2019 (domingo)

🍃 Local: Assentamento Canaã, no caminho de Brazlândia

🍃 Como chegar: Sairemos em grupo de carona coletiva entre 7h50 e 8h da frente do Conjunto Nacional (estacionamento no começo, na frente da TIM). De lá vamos em grupo para evitar que as pessoas se percam. Se você precisar de carona, já pode organizar nesse grupo aqui:

🌱 O que levar? Sapato fechado, calça, blusa de manga cumprida, chapéu, filtro solar, garrafinha de água e, caso tenha, luvas. Você também pode trazer alimentos pra colaborar com o almoço coletivo (por enquanto ainda não temos a abundância de tudo que a gente vai plantar, então é legal dar essa força). Se tiver mudas também ou sementes de plantas frutíferas ou do cerrado, seria maravilhoso levar! 

🌱 E se eu não conseguir estar no ponto de encontro nesse horário? Você pode ir a qualquer momento para o mutirão. Nesse caso, você pode seguir essa localização geral (https://goo.gl/maps/NVrBwwCCpZ61Cuwb9) mas, quando chegar no assentamento, seguir a localização específica da parcela que a gente vai compartilhar no grupo também.

🌱 Posso convidar alguém? Por favor! Queremos que cada dia mais pessoas somem nessa construção com a gente e os mutirões são uma porta de entrada muito importante para as pessoas se encantarem com a terra, com as pessoas e com a perspectiva de construir uma nova sociedade. É só ir com bom coração e vontade de aprender e conviver de forma harmoniosa com pessoas e com a Natureza que tá valendo!

🌱 E se eu não puder ir? Não tem problema! Se você ajudar a gente a divulgar pra que mais pessoas possam somar nesse momento já cumpre um papel importante. Acreditamos que teremos bastante gente conosco fazendo esse trabalho de formiguinha. Divulgar e convidar mais pessoas já é uma importante forma de colaborar. E teremos novas oportunidades todos os meses! 

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Operação In corruptionem encontra blocos de atestado médico na casa de Ruby Lopes, comissionada no HRT

Sexta, 5 de julho de 2019
Ruby exerceu o cargo em comissão de supervisor de emergência do HRT entre 27 de fevereiro de 2017 e 11 de fevereiro de 2018. No período de 20 de março de 2018 a 1º de janeiro de 2019, ela foi requisitada para a Câmara Legislativa do DF (CLDF). Este ano, voltou novamente ao cargo em comissão no HRT, quando surgiram novas denúncias nos veículos de comunicação.

Do MPDF
Operação In corruptionemA servidora está proibida de manter contato com vítimas e testemunhas, além de não poder frequentar unidades de saúde do DF, salvo para atendimento médico
Para complementar as investigações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e da Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira, 5 de julho, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão contra a servidora da Secretaria de Saúde Ruby Lemos, sendo três em residências frequentadas por ela e um no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), seu local de trabalho. Ela foi levada à delegacia para prestar esclarecimentos.

O ex-distrital Christiano Araújo, o ex-senador Gim Argello, e servidores são condenados por improbidade na concessão de bolsas da FAP-DF

Sexta, 5 de julho de 2019



Christiano Araújo (PSD). Foto: site CLDF


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Do TJDF
O juiz titular da 3ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal julgou parcialmente procedente o pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e condenou o ex-deputado Christianno Nogueira Araujo, o ex- senador Jorge Afonso Argello, conhecido como “Gim Argello”, o ex- presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal - FAP, Renato Caiado Rezende, servidores públicos e 19 bolsistas, pela prática de atos de improbidade administrativa em esquema que burlou o processo de seleção de bolsas de estudos da FAP.

Interesse Público: agrotóxicos estão na maioria dos alimentos no Brasil

Sexta, 5 de julho de 2019
Do MPF
Edição inédita do programa vai ao vai ao ar às 17h30 deste domingo (7), na TV Justiça e depois pode ser visto no Canal MPF, no YouTube
Foto mostra várias frutas e legumes dentro de caixotes verdes lado a lado
Imagem: divulgação Interesse Público
Assista também a uma entrevista sobre a isenção fiscal concedida a agrotóxicos, que deixou de arrecadar quase R$ 3 bilhões aos cofres públicos brasileiros. A equipe do Interesse Público mostrará, no programa deste domingo (7), que recentes mudanças na regulamentação de agrotóxicos têm chamado atenção: em junho, o Ministério da Agricultura registrou 42 novos produtos em apenas um dia. Desse total, 22 são considerados prejudiciais ao meio ambiente e 14 são nocivos à saúde humana, de acordo com estudos. Além disso, 17 produtos contém ativos que são proibidos em outros países.

Justiça reconhece direito de indígenas da etnia Bororo à posse sobre a TI Jarudore em Mato Grosso

Sexta, 5 de julho de 2019
Do MPF
Sentença atendeu solicitações do Ministério Público Federal (MPF) em Ação Civil Pública de 2006
Foto mostra uma grande parede, abaixo, vegetação bem verde às margens de um rio
Foto: Divulgação
A Terra Indígena Jarudore foi demarcada, inicialmente, em 1912, por Marechal Cândido Rondon, com o nome de São João do Jarudóri, em uma área equivalente a 100 mil hectares. Os documentos da demarcação se perderam com o tempo, restando apenas os relatos históricos. Com o passar dos anos e por meio de atos do governo de Mato Grosso, a TI acabou sendo reduzida para os atuais 4.706 hectares. Após 13 anos de tramitação, o processo com 17 volumes, 4.166 páginas e mais nove volumes apensos, relativo à Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), foi sentenciado. Na ACP, o MPF pedia à Justiça Federal a desocupação da Terra Indígena Jarudore, da etnia Bororo, situada no município de Poxoréu, distante aproximadamente 260 km da capital Cuiabá. No dia 28 de junho, o juízo da Subseção Judiciária de Rondonópolis reconheceu o direito dos índios Bororos à posse e usufruto da TI Jarudore, num total de 4.706 hectares, e determinou a desocupação da área pelos não índios que exploram atividade econômica na terra indígena, no prazo máximo de 90 dias. A sentença não abrange a sede urbana do distrito de Jarudore.

Explicamos em 4 minutos por que convênio pode tudo. Há seis anos recordistas de reclamações dos consumidores por que as empresas de planos de saúde ganharam tanto poder no país em que 70% da população utiliza o SUS?

Sexta, 5 de julho de 2019


Publicado em 29 de mai de 2018
IA Pública investiga por que as empresas de planos de saúde – há seis anos recordistas de reclamações dos consumidores – ganharam tanto poder no país em que 70% da população utiliza o SUS, que sofre com encolhimento de verbas
- Saúde suplementar movimenta mais recursos do que a saúde pública - Em sete anos, crescimento de ações do setor julgadas foi de 329% - Porta giratória leva ex-executivos de planos para postos-chave no governo Roteiro

Entrevista Talíria Petrone: “O ataque a mulheres eleitas é um ataque à democracia”

Sexta, 5 de julho de 2019


Deputada ameaçada de morte aguarda desde abril por escolta no Rio de Janeiro; mulheres são maioria entre deputados ameaçados

Por
Anna Beatriz Anjos



Após alguns meses de tentativas de diálogo com o Governo do Rio de Janeiro, a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) tem ido a público pedir proteção. Escoltada em Brasília por agentes do Departamento de Polícia Legislativa (Depol), ela quer segurança também em seu estado de origem. A preocupação se deve a ameaças de morte que circulam na deep web, o submundo virtual, das quais foi informada em abril pelo próprio Depol, acionado, por sua vez, pela Polícia Federal do Rio.

No fim de abril o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), enviou ofício ao governador Wilson Witzel solicitando a medida pela primeira vez. Em nota à imprensa, o governo respondeu que se trata de “pleito na esfera Federal” e encaminhou a demanda à Superintendência da PF do Rio, que, até o fechamento da reportagem, não havia respondido nem ao governo, segundo seu núcleo de imprensa, nem ao pedido da Pública por informações. Enquanto isso, a parlamentar se sente vulnerável: “fui eleita para exercer meu mandato plenamente e hoje isso não tem sido possível.”

O direito de rir

Julho
5

O direito de rir

Segundo a Bíblia, Salomão, rei de Israel, não tinha uma boa opinião sobre o riso:
— É loucura — dizia ele.
Nem sobre a alegria:
—Serve para quê?
Segundo os evangelhos, Jesus não riu nunca.
O direito de rir sem cometer pecado precisou esperar até que na cidade de Assis nasceu, no dia de hoje de 1182, um bebê chamado Francisco.
São Francisco de Assis nasceu sorridente, e anos depois instruiu seus monges discípulos:
—Sejam alegres. Evitem aparecer tristes, carrancudos, hipócritas...
           
                         Eduardo Galeano, no livro ‘Os filhos dos dias’.2ª edição,                                    2012, página 217. L&PM Editores.

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quinta-feira, 4 de julho de 2019

GDF: Seis meses de gestão e um triste retrato econômico social

Quarta, 3 de julho de 2019
Do Blog Brasília, por Chico Sant’Anna

Nas redes sociais, Ibaneis mostra o
passeio com os filhos no Vaticano.

São necessárias políticas públicas que, simultaneamente, melhorem as condições de vida e gerem emprego e renda. Faltam obras de saneamento básico, de recuperação de vias e passeios públicos, reformas e ampliação das redes de ensino e de saúde, estímulo ao pequeno empreendedor.

Por Chico Sant’Anna
Se Brasília fosse um paciente, daqueles ligados aos aparelhos de UTI, poder-se-ia dizer que a situação é quase de estado de coma. E o pior, o médico que pode receitar os remédios e tratamentos antes mesmo de completar um ano de trabalho, foi passear na Europa.

Ibaneis Rocha foi visitar o Vaticano; Quem sabe para pedir um milagre papal.