“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
sábado, 9 de maio de 2026
🎖️ ISA Recebe Ordem do Mérito do Rio Branco Caixa de entrada
Cuba não está sozinha: contra o cerco imperialista, a solidariedade dos povos – Artigo de Deborah Cavalcante, Secretária de Relações Internacionais do PSOL
Cuba não está sozinha: contra o cerco imperialista, a solidariedade dos povos – Artigo de Deborah Cavalcante, Secretária de Relações Internacionais do PSOL
Há momentos na história em que o silêncio se torna cumplicidade. O que se impõe hoje sobre Cuba não é apenas uma crise econômica, é um cerco deliberado, sistemático e cada vez mais agressivo, que busca dobrar um povo pela escassez e pelo cansaço. Em último caso, se não for possível colocar os cubanos de joelhos, Donald Trump aciona a retórica da guerra para colocar na mesa a hipótese de uma ofensiva militar ainda em 2026.
A recente escalada na agressividade contra a ilha é uma expressão cruel do imperialismo norte-americano, que agora se combina também com a política de uma extrema direita neofascista que transforma a violência em instrumento vil contemporâneo.
É verdade que já são décadas de embargo contra a ilha, embora agora não estejamos diante de uma mera continuidade histórica. Trata-se do sistema de medidas coercitivas unilaterais mais abrangente, completo e prolongado que se impôs contra qualquer país na história.
Estranhos tempos mórbidos
Sábado, 9 de maio de 2026
São os estranhos tempos mórbidos, estes nossos.
A história presente — um presente mirando o caos, sem ensejar a visão de futuro imediato — pode ser vista como “ponto morto” (tempo sem promessa de avanço ou recuo) e já foi descrita como “intervalo histórico”. Nada obstante as tensões, sua característica não é, quase nunca, a mobilização social. Trata-se de tempo de espera, indefinido, sem caráter. Está aberto a soluções regressivas (por sinal, é este, hoje, o cenário dominante na América do Sul), que podem construir a ruptura democrática ou a continuidade autoritária, jamais a revolução, projeto que comoveu as grandes massas no século passado.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Agroecologia, a arte de enfrentar o atraso
Sexta, 8 de maio de 2026
Agroecologia, a arte de enfrentar o atraso
Como camponeses se organizam, desde os anos 80, em torno de um Brasil sem venenos. As pontes criadas com a cidade e a Academia. A luta por políticas públicas. E o futuro entrevisto: outra cosmovisão no campo, a partir das tramas da vida
Do OUTRASPALAVRAS Descolonizações

Agroecologia: ferramenta para resistir à inaceitabilidade fantasmagórica
O modelo produtivo tido como moderno, que fundamentou a prosperidade do modelo de civilização dominante, apresenta sinais de exaustão e perda de eficiência, além de ser inadequado para lidar com a nova realidade climática (CRS Report, 2023). A Revolução Verde – impulsionada pelo expressivo avanço no setor químico a partir da Segunda Guerra Mundial – resultou em custos ambientais de magnitude equivalente aos seus resultados econômicos. Um modelo fortemente calcado no uso abusivo de agrotóxicos e de fertilizantes. Estes, utilizados com um elevado índice de “desperdício”, visto que apenas 17% das aplicações são real- mente absorvidas pelas plantas, para depois serem consumidas na alimentação (Erisman et al, 2008). O material residual alcança os cursos d’água e contribui na proliferação de algas e formação de zonas mortas, num real sufocamento da vida aquática (Jonhson; Harisson, 2015). O uso de fertilizantes químicos é responsável também pela emissão de grandes quantidades de gases de efeito estufa, tanto que o agronegócio é o maior emissor desses gases no Brasil.
MPDFT expede ofício para apurar uso irregular de imóveis públicos em Santa Maria
Sexta, 8 de maio de 2026
MPDFT expede ofício para apurar uso irregular de imóveis públicos em Santa Maria
- Do MPDFT
Administração Regional deve informar regularização, suspensão das despesas dos imóveis utilizados por associações e possível destinação do espaço à UBS nº 8
A 3ª Promotoria de Justiça Regional de Defesa dos Direitos Difusos (Proreg) encaminhou ofício, nesta quarta-feira, 6 de maio, à Administração Regional de Santa Maria. No documento, foram requisitadas informações sobre a utilização dos imóveis públicos atualmente ocupados pelas Associação Atlética de Santa Maria (AASM), Associação Cultural e Desportiva Nova Cidadania (ACDNC) e Associação de Produção Artesanal de Santa Maria.
A ação é um desdobramento de manifestação protocolada no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pelo uso de imóvel público pela AASM, enquanto o lote ao lado é ocupado pela Unidade Básica de Saúde nº 8 de Santa Maria e não oferece espaço suficiente para atendimentos à população.
Greve na UnDF chega ao fim após acordo com nova reitoria e o GDF
quinta-feira, 7 de maio de 2026
THIAGO LIVRE! Em ato no Itamaraty, Lara Souza relatou violações de direitos humanos contra Thiago Ávila, detido ilegalmente por Israel

HABITAÇÃO —MTST garante vitória contra grilagem após ocupação Morada do Povo no Distrito Federal

SOB SUSPEITA —Deputado denuncia contrato de R$ 54,8 milhões na Educação e pede suspensão de repasses
SOB SUSPEITA
Brasil de Fato — Brasília (DF)
Redação
quarta-feira, 6 de maio de 2026
MPDFT inicia projeto de fortalecimento de mulheres na Penitenciária Feminina
Quarta, 6 de maio de 2026
Iniciativa, chamada de “Movimento que Liberta”, cria um espaço estruturado de cuidado, escuta e fortalecimento da autonomia das detentas


O Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (Nupri/MPDFT) iniciou, nesta terça-feira, 5 de maio, o projeto “Movimento que Liberta – Programa de Movimento, Reflexão e Fortalecimento Feminino no Sistema Prisional”, voltado a mulheres privadas de liberdade na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF).
A iniciativa é desenvolvida pelo Nupri em parceria com o Studio MF e o Instituto Recomeçar. O objetivo da ação é promover o fortalecimento físico, emocional e social das participantes, por meio de encontros semanais que integram práticas de movimento consciente, autocuidado, reflexão pessoal e orientação sobre temas jurídicos e sociais.
⚠️ Riscos invisíveis: o que está por trás da comida
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Lei da Reforma Psiquiátrica, 25 anos: que comunidade resta?
terça-feira, 5 de maio de 2026
VIOLÊNCIA DE GÊNERO —Sindicatos repudiam agressão de senador contra técnica de enfermagem no DF

Por que precisamos de Raimundo Pereira
segunda-feira, 4 de maio de 2026
ENTREVISTA ‘As pessoas têm mais medo da mudança do que da mudança do clima’, diz Ana Toni
O futuro das cidades, segundo Milton Santos
OUTRASPALAVRAS OUTRAS CIDADES

REAÇÃO—Irã divulga mapa com nova zona de controle do Estreito de Ormuz após Trump anunciar operação militar para travessia de navios
domingo, 3 de maio de 2026
Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades. Estudos do intelectual seguem atuais no Brasil e no mundo
Domingo, 3 de maio de 2026
Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades
Em meio às grandes redes de supermercados em São Luís, no Maranhão, surgem mercadinhos e feiras populares adaptados à realidade de quem tem poucos recursos. O contraste entre os tipos de estabelecimentos e os modos de consumo revelam dinâmicas de exclusão e de desigualdade na cidade.

O cenário foi objeto de estudo de Livia Cangiano, pós-doutoranda na Universidade de São Paulo (USP), e professora colaboradora na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Ela recorreu a uma teoria formulada na década de 1970 por Milton Santos.
Neste dia 3 de maio, são comemorados os 100 anos de nascimento do geógrafo. Ele faleceu em 2001, aos 75 anos, mas suas ideias continuam sendo referências para análises socioeconômicas no Brasil e no mundo.
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Sexta é o Novo Sábado: 41 empresas em Portugal reduzem escala para 4x3


sábado, 2 de maio de 2026
SEM POLÍTICA PÚBLICA —Governo do DF destinou 100% do Fundo Antidrogas às comunidades terapêuticas em 2025, afirma especialista
Sem política pública

CUBA RESISTE —Presidente cubano rebate novas ameaças de Trump: ‘Nenhum agressor encontrará rendição em Cuba’
CUBA RESISTE
Presidente cubano rebate novas ameaças de Trump: ‘Nenhum agressor encontrará rendição em Cuba’
Díaz-Canel conclamou comunidade internacional a reagir as ameças que, segundo ele, não tem precedentes
2.maio.2026
Redação
Cubanos se reúnem em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana no Dia do Trabalhador
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, rebateu neste sábado (2), em publicação na rede social X, as novas ameaças contra o país feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. No dia anterior, o magnata voltou a afirmar que, após encerrar a guerra contra o Irã, iria tomar Cuba.
Em resposta, o líder cubano ressaltou a soberania da Ilha e afirmou que “nenhuma agressor encontrará rendição em Cuba”.
“Tropeçará com um povo decidido a defender a soberania e a independência em cada palmo do território nacional”, declarou, nas redes sociais
O líder estadunidense afirmou na sexta que poderia “assumir” Cuba rapidamente após o fim de uma eventual guerra contra o Irã. A fala aconteceu na Flórida, durante um evento e em meio a um comentário a respeito da origem de um dos convidados.







