Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 18 de junho de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

'Pra não dizer que não falei das flores': Nas vésperas de completar 50 anos o criminoso golpe militar contra o Brasil, em 1º de abril, um hino da resistência aqueles tempos de chumbo

Segunda, 31 de março de 201


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Pra não dizer que não falei das flores - Geraldo Vandré (1968)
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
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 Chico Buarque - Cálice
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Leia: Ditadura econômica substituiu ditadura política e militar

terça-feira, 18 de junho de 2013

sexta-feira, 29 de março de 2013

Pra não dizer que não falei das flores. A canção de Vandré na vespera do 49º ano do golpe militar

Sexta, 29 de março de 2013

"Eles seqüestraram, torturaram, mataram, decapitaram. Furaram olhos, afundaram crânios. Quebraram costelas, braços e pernas. Afogaram crianças em banheira. Urinaram em cara de presos amarrados e pendurados em paus-de-arara. Castraram, estupraram, extirparam seios. Introduziram cassetetes em vagina de presas. Com jipe, moeram o corpo de pessoas enterradas na areia de praias.

Arrancaram dentes e unhas com alicate. Aviltaram nossa condição humana." Pinheiro Salles (jornalista profissional e bacharel em Direito. Abordando o tema da ditadura militar)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Para não esquecer o golpe de 1º de abril de 1964


 Quinta, 31 de março de 2011
Geraldo Vandré  - Pra não dizer que não falei das flores