Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 14 de janeiro de 2017

Defensor do agronegócio, Caiado (DEM) vai propor ‘CPI’ para investigar samba da Imperatriz Leopoldinense

Sábado, 14 de janeiro de 2017
Compositores: Moisés Santiago, Adriano Ganso, Jorge do Finge, Aldir Senna

Intérpretes: Tinga, Celino Dias, Tuninho Júnior, Tinguinha
Participação especial: David Assayag


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O senador fazendeiro, fundador da União Democratica Ruralista (UDR) e cuja família é acusada de trabalho escravo, informou que pretende investigar no Senado quem são os financiadores da Imperatriz Leopoldinense e “os interesses em denegrir o agronegócio”. Escola de samba carioca levará este ano à Sapucaí um samba-enredo em defesa das comunidades do Xingu
Da Revista Forum

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Líder do DEM (Ronaldo Caiado) usa servidora do Senado em escritório particular


Segunda, 18 de maio de 2015
Meiry Rosa de Oliveira, nomeada por Ronaldo Caiado, trabalha em um escritório de apoio às fazendas do Senador, em Goiânia. O local também é a base de trabalho de Rondon Caiado, irmão do senador
Do Congresso em Foco
O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), usa uma servidora da Casa Legislativa em seu escritório particular localizado em Goiânia, conforme revela nesta segunda-feira (18) reportagem da Folha de S. Paulo.
Meiry Rosa de Oliveira, nomeada por Caiado, trabalha em um escritório de apoio às fazendas do Senador, em Goiânia. O local também é a base de trabalho de Rondon Caiado, irmão do senador. Rondon auxilia na administração das propriedades rurais da família, segundo a Folha. Leia a íntegra

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Caiado quer intervenção

Sexta, 22 de janeiro de 2010
Por Ivan de Carvalho
Quando decidiu iniciar uma transformação que começou pela mudança de nome e sigla – de Partido da Frente Liberal e PFL para Democratas e DEM – esse protagonista da política brasileira pareceu estar levando a coisa a sério. A decisão seguiu-se a uma derrota eleitoral notória em âmbito nacional e implicava uma transformação para recuperar a viabilidade política e eleitoral.

Permita-me o leitor um parêntesis para explicar o pernóstico (no caso, eu acho) uso do vocábulo protagonista. É porque está na moda. Grande parte da mídia aderiu. Aliás, vale assinalar que a mídia, sob o aspecto a que me refiro, tem duas vertentes: a que usa linguagem própria, isto é, a linguagem própria das pessoas que falam normalmente o nosso idioma, e a vertente verde-amarela, não por ser mais brasileira que a outra, mas por agir como papagaio da linguagem alheia.

Ora – segue o parêntesis não aparente –, faz algum tempo e intensificou-se de uns meses para cá essa coisa do pessoal do PT, adjacências e outras “esquerdas” protagonizar até o cansaço a cada frase. É protagonista prá cá, protagonismo prá lá, não menos de quatro em cada três palavras que dizem em discursos ou declarações (na linguagem corrente o vício é menos brutal) variam de protagonista a protagonismo. E uma boa (boa?) parte da mídia, principalmente escrita (impressa ou eletrônica) está papagaiando essa erupção idiomática.

Bem, voltando ao Democratas, vinha mudando discretamente, mas com uma certa firmeza, sob a orientação do senador Bornhausen, que por causa da idade e da longa exposição retirou-se da ribalta – daí a presidência nacional do DEM com Rodrigo Maia.

O plano de longo prazo estava em curso quando desabou sobre a estratégia democrata o escândalo que atingiu o único governador democrata em todo o país, José Roberto Arruda e a seção democrata do Distrito Federal. Atingiu também a base parlamentar do governo Arruda na Câmara Legislativa (a Assembleia do DF) e envolveu o vice-governador Paulo Otávio.

Ciente de que seria expulso do DEM pela Executiva Nacional numa sexta-feira, Arruda pediu na quinta-feira seu desligamento do partido. Continua governador, mas quanto a isso o DEM não pode fazer nada. Pode, no entanto, cortar relações com o governador e seu governo, pode investigar e eventualmente expulsar o vice-governador Paulo Otávio. E a seção do DEM no Distrito Federal pode romper com Arruda. No entanto, continua apoiando-o. E esta é uma situação que frustra a estratégia de construção de uma imagem ética para o Democratas, em âmbito nacional.

É por isto que o líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado, decidiu ingressar na Executiva Nacional do partido com um pedido de dissolução do diretório do DEM no DF. A decisão de Caiado foi uma reação à decisão do diretório distrital do DEM, reunido na manhã de ontem, de manter o apoio a Arruda e seu governo. “Não há como expor o partido a essa situação”, disse Caiado.

E não há mesmo. Ao contrário do que se dizia, Arruda atrai mau olhado.

Este artigo foi publicado originalmente na Tribuna da Bahia desta sexta.

Ivan de Carvalho é jornalista baiano.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Pedida a derrubada de Magela

Terça, 29 de dezembro de 2009.
Foi protocolado ontem no Senado o pedido do deputado federal Ronaldo Caiado (Demo-GO), líder dos democratas na Câmara, em que ele pede que Sarney, presidente do senado e do congresso, não assine e não envie a Lula o projeto do orçamento para 2010, aprovado por deputados e senadores na última terça-feira (22/12).
Caiado argumenta no ofício que Geraldo Magela (PT-DF), que foi o relator do projeto, descumpriu acordo feito com a oposição no plenário do congresso, agindo, assim, com “abuso de suas prerrogativas”. No acordo, segundo Caiado, Magela ficou de transferir para as emendas das bancadas estaduais todas as emendas de investimentos feitas pelo relator-geral (Magela). Caiado ainda quer que Sarney também destitua Magela do cargo de relator-geral do orçamento e deseja que o acordo seja cumprido.