“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
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sábado, 24 de junho de 2017
O começo da Friboi. "PF" encontra vídeo com o primeiro "investimento" da empresa
Sábado, 24 de junho de 2017
terça-feira, 12 de julho de 2016
Relembre: Friboi, a campeã nacional em acidentes
Terça, 12 de julho de 2016
Da Pública
Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo
por Maurício Moraes | 3 de junho de 2015
Dados do Ministério da Previdência mostram que a JBS, dona da marca
Friboi, é a campeã em acidentes de trabalho em frigoríficos no Brasil
Nos comerciais da Friboi na TV, o roteiro se repete. O ator Tony
Ramos faz uma visita-surpresa à casa de um consumidor, para perguntar
qual carne costuma comprar, e encontra um produto da marca na geladeira.
“Carne confiável tem nome”, diz o artista. Quando fiscais aparecem
repentinamente nas unidades da JBS, dona da Friboi, o resultado tende a
ser previsível como a propaganda. Irregularidades e violações de
direitos trabalhistas são tão frequentes que deixaram 7.822 funcionários
da empresa doentes ou incapacitados para o trabalho nos últimos quatro
anos. Isso equivale a cinco acidentes por dia durante todo o período.
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sexta-feira, 1 de julho de 2016
Funaro, empresário preso na Lava Jato em São Paulo, será encaminhado para Brasília
Sexta, 1º de julho de 2016
Flávia Albuquerque – Agência Brasil
O empresário Lúcio Bolonha Funaro, preso hoje (1º) durante mais
uma fase de Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), foi encaminhado
para o Instituto Médico Legal (IML) da capital paulista e, em seguida,
deve ser levado para a sede da superintendência da PF em São Paulo. De
acordo com informações da assessoria de imprensa da PF, logo depois
Funaro será encaminhado para custódia da PF em Brasília, em um voo
comercial. A PF não informou de qual aeroporto esse voo partirá.
Segundo
nota da PF, a operação foi deflagrada em cumprimento a mandados
expedidos pelo ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal
(STF).
A nova etapa da Operação Lava Jato também faz buscas na Friboi, em São Paulo.
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Comentário do Gama Livre: Sabem quem trabalhava na Friboi? Henrique Meirelles. Ele mesmo, o super ministro do governo Temer.
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Comentário do Gama Livre: Sabem quem trabalhava na Friboi? Henrique Meirelles. Ele mesmo, o super ministro do governo Temer.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
O Lava-Bife lulôôooo!!!
Segunda, 1º de junho de 2015
Da Tribuna da Internet
Por Sebastião Nery
FRIBOI
Como no brinquedo “Chicotinho Queimado”, está esquentando o escândalo
do BNDES com a “Friboi”. Quem levantou a lebre foi o Tribunal de
Contas, que pediu ao BNDES informações sobre o empréstimo de 7 bilhões e
meio à “Friboi”. O BNDES, atrevidamente, respondeu que nada tinha a
responder porque o “sigilo bancário” o obrigava ao segredo.
O BNDES, como o Banco do Brasil, a Caixa, o Banco do Nordeste, são
públicos, submetidos à fiscalização do Tribunal de Contas, Polícia
Federal, Procuradoria da Republica, Controladoria da União. Convocado, o
ministro Fux, do Supremo, determinou que o BNDES entregasse tudo.
Essa história da Friboi com o BNDES é uma Lulada, uma Frilula, uma
Frilulinha. Está apenas começando. Vem aí uma CPI, uma Lava-Bife.
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terça-feira, 26 de maio de 2015
STF manda BNDES liberar dados de contratos com o grupo JBS/Friboi
Terça, 26 de maio de 2015
André Richter - Repórter da
Agência
A Primeira
Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (26) que o Banco Nacional
do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) forneça ao Tribunal de Contas da
União (TCU) dados financeiros completos sobre contratos assinados com o Grupo
JBS/Friboi. Por maioria, a Turma rejeitou um mandado de segurança
impetrado pelo BNDES contra decisão do TCU que determinou o repasse integral dos
dados dos contratos firmados com o grupo.
Os
ministros Marco Aurélio e Rosa Weber seguiram voto do relator, Luiz Fux. De
acordo com Fux, no caso concreto do Grupo JBS/Friboi, a requisição das
informações não caracteriza quebra de sigilo bancário, porque o banco foi
obrigado a fornecer dados sobre seus contratos e não de terceiros.
Para o
ministro relator, o direito ao sigilo bancário é relativizado quando envolve
recursos públicos. “Quem contrata com o Poder Público não
pode ter segredos, especialmente se a revelação for necessária para o
controle da legitimidade do emprego dos recursos públicos”, disse.
A pedido da
Comissão de Fiscalização da Câmara dos Deputados, o TCU iniciou uma auditoria
nos contatos, mas o banco repassou parte das informações solicitadas, omitindo
o saldo devedor das operações, rating (classificação de risco) de crédito,
a situação cadastral, a estratégia de hedge (proteção) do grupo Friboi,
por entender que as informações estão sob sigilo bancário. Segundo o BNDES, é
dever da instituição zelar pela proteção do sigilo empresarial.
O voto
divergente foi do ministro Luís Roberto Barroso. De acordo com ele, o grupo
Friboi deveria entregar todos os dados ao TCU, exceto informações sobre rating de
crédito e a estratégia de hedge, que só poderiam ser acessadas pelo
tribunal por meio de uma decisão judicial.
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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Lava Jato: documento sugere acordo entre J&F e delator de corrupção
Terça, 6 de janeiro de 2015
Do Congresso em Foco
Planilha em poder dos investigadores mostra
81 contratos firmados com a consultoria Costa Global, de propriedade de
Paulo Roberto Costa, além de outros negócios. Ex-diretor admitiu que
recursos não eram declarados
Planilha apreendida pela Polícia Federal no computador do ex-diretor de
Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa mostra indícios de que
ele firmou contrato para prestar consultoria para o Grupo J&F,
controlador do frigorífico Friboi (JBS) e maior doador para campanhas
eleitorais neste ano. O documento integra os autos de um dos inquéritos
da Operação Lava Jato, que desbaratou em março do ano passado um
bilionário esquema de desvio de dinheiro público. Além dessa planilha,
foram encontradas na agenda de Paulo Roberto anotações com detalhes
sobre a divisão dos valores recebidos da J&F, com indicações de que
parte do dinheiro seria devolvido ao grupo.
domingo, 10 de agosto de 2014
Friboi enche cofres via BNDES e doa muito dinheiro para candidatos
Domingo, 10 de agosto de 2014
Deu no Portal Notibras
A JBS — mais conhecida pela marca Friboi –, maior
processadora de carnes do mundo e que costuma usar o cantor Roberto Carlos como
garoto-propaganda, é a empresa que mais distribuiu dinheiro a partidos e
candidatos nestas eleições até agora, com R$ 51 milhões em doações, segundo
dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, computados pelo Uol.
Os números referem-se à primeira parcial de doações. Até a
realização do pleito, em 5 de outubro, haverá uma segunda parcial. Os números
consolidados com o total de doações só serão divulgados em novembro, após a
realização do segundo turno.
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Kátia Rabello e Joesley Batista, irmão de Júnior Friboi (PMDB-GO), são indiciados pela Polícia Federal
Quarta, 19 de fevereiro de 2014
Eles foram acusados de fazerem empréstimos entre instituições
financeiras em que têm participação. As operações envolveram valores de
R$ 160 milhões
Montagem
Kátia Rabello e Joesley Batista, respectivamente
Sarah Teófilo
Jornal Opção
A Polícia Federal indiciou o controlador do grupo J&F
Participações, Joesley Batista, irmão do pré-candidato Júnior Friboi
(PMDB), e a ex-presidente do banco Rural Kátia Rabello, condenada pela
Ação Penal 470 (mensalão). Eles foram acusados de fazerem empréstimos
entre instituições financeiras em que têm participação. As operações,
consideradas ilegais, envolveram valores de R$ 160 milhões.
A J&F é uma empresa de investimento que atua no setor de investimento, atendendo diversas empresas, como a JBS, de Júnior Friboi e o Banco Original. A suposta fraude envolvia uma troca de empréstimos, conhecida como “chumbo cruzado”, usada muitas vezes para simular negócios.
A J&F é uma empresa de investimento que atua no setor de investimento, atendendo diversas empresas, como a JBS, de Júnior Friboi e o Banco Original. A suposta fraude envolvia uma troca de empréstimos, conhecida como “chumbo cruzado”, usada muitas vezes para simular negócios.
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