Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Gim continua nas mão de Moro. STF mantém decisão que remeteu cópias de delações sobre Gim Argello à primeira instância

Terça, 19 de setembro de 2017
Do STF
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, rejeitou agravo regimental interposto pela defesa de Jorge Afonso (Gim) Argello contra decisão do ministro Edson Fachin, na Petição (PET) 6643, que determinou o envio de cópia dos depoimentos de Cláudio Melo Filho e Marcelo Odebrecht à Seção Judiciária do Paraná.
Segundo os colaboradores, o ex-senador teria recebido R$ 2,8 milhões do Grupo Odebrecht em 2010 e 2014, a fim de que defendesse os interesses da empresa. Em abril, o ministro Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República para que as investigações fossem conduzidas em Curitiba (PR), tendo em vista a relação dos fatos com a Operação Lava-Jato, em trâmite na 13ª Vara Federal daquela cidade, e a ausência de autoridade detentora de foro por prerrogativa de função no STF.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Gim Argello recebeu R$ 1,5 milhão por anunciar disputa ao governo do DF, diz delator da Odebrecht

Terça, 18 de abril de 2017
Argello está preso no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, desde abril de 2016.
 
Por Gabriel Luiz, G1 DF
 
Repasses ocorreram entre julho e agosto de 2010, disse o ex-executivo da empreiteira Claudio Melo Filho. Defesa do ex-senador afirma que alegações são 'mentirosas'.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Gim será julgado por contratos de informática da Câmara Legislativa

Terça, 11 de abril de 2017
Do Blog do Sombra

Gim será julgado por contratos de informática da Câmara Legislativa
Um ano no xadrez

Um ano no xadrez
Por Ana maria campos/Marcelo Ferreira/CB/D.A Press 

Condenado a 19 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro, o ex-senador Gim Argello será julgado pelo Tribunal de Justiça do DF por crimes que teria cometido entre 2001 e 2002 quando esteve no comando da Câmara Legislativa. Gim e o ex-deputado Benício Tavares foram denunciados por fraude a licitação e peculato na contratação de serviços de informática. O processo ficou parado entre 2008 e 2015 no Supremo Tribunal Federal, quando Gim, como senador, tinha foro especial. Com o fim do mandato, o processo voltou a tramitar. Na primeira instância, o juiz alegou prescrição. Mas essa decisão foi derrubada por unanimidade pela 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do DF. Na última sexta-feira, o Superior Tribunal de Justiça não admitiu o recurso do ex-senador. Agora, o caso será analisado pelo Judiciário local.