Ao contratar sem licitação uma empresa que apresentou proposta com o valor maior que o das concorrentes para fazer o serviço de coleta de lixo em Brasília, o Governo do Distrito Federal meteu os pés pelas mãos. Mesmo cobrando dois milhões a mais, a Sustentare Saneamento S/A acabou vencedora do certame aberto para executar um contrato emergencial de seis meses no valor de R$19,2 milhões. Bastava isso para gerar suspeita sobre convênio. Mas a suspeita foi reforçada após se verificar que o presidente da Sustentare, Adilson Alves Martins, tem vínculos com um escritório offshore de fachada, criado para lavar dinheiro desviado de empresas brasileiras.
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
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sábado, 25 de novembro de 2017
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