Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador maduro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maduro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de março de 2026

AXIOMAS: Uma proposição que é aceita como verdadeira na Venezuela sem necessidade de provas

Quarta, 25 de março de 2026

AXIOMAS: Uma proposição que é aceita como verdadeira na Venezuela sem necessidade de provas

24 de março de 2026

TEMA: OS AXIOMAS REVELADOS

Nestor Azuaje

Ao longo desses anos, nós, membros do PSUV, fomos motivados emocionalmente, organizacionalmente e politicamente por três axiomas fundamentais, que internalizamos profundamente como verdades inabaláveis. Esses três axiomas são:

"A unidade cívico-militar-policial “indestrutível e inequívoca”.

"Quem vier atacar a Venezuela poderá entrar, mas não poderá sair".

“Sempre leais, jamais traidores”.

Bem, acredito que nenhum desses três axiomas resistiu ao teste da madrugada de 3 de janeiro. Os três se provaram falsos. Vejamos:

– O axioma da unidade cívico-militar-policial:

Uma semana após aqueles eventos ignominiosos, encontrei dois camaradas do partido (cujos nomes não me recordo) no Parque Sanz. Em meio à raiva reprimida que todos sentíamos, perguntei o que havia acontecido com todos os nossos preparativos. Para onde tinham ido os quatro milhões de milicianos que se alistaram nas praças públicas deste país, supostamente para defender a pátria? Para onde tinha ido o nosso glorioso exército, herdeiro dos nossos libertadores? Quanto à polícia… bem. A resposta que recebi de um dos camaradas foi permeada de fria frustração: estávamos dormindo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Aliança regional —Petro defende Venezuela depois de ameaças dos EUA: ‘agressão contra a América Latina e Caribe’

Segunda, 11 de agosto de 2025

Declaração do colombiano vem na esteira do aumento da recompensa pela prisão de Maduro anunciado pela Casa Branca


Brasil de Fato — Caracas (Venezuela)
11.ago.2025

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, defendeu a Venezuela depois das ameaças dos Estados Unidos e do aumento da recompensa pela prisão chefe do Executivo venezuelano, Nicolás Maduro. O colombiano disse que uma operação militar contra a Venezuela sem a aprovação de “países irmãos” seria uma agressão à América Latina e ao Caribe.

“Transmito publicamente minha ordem como comandante das Forças Armadas colombianas. Colômbia e Venezuela são o mesmo povo, a mesma bandeira, a mesma história. Qualquer operação militar que não tenha a aprovação de nossos países irmãos é uma agressão à América Latina e ao Caribe”, publicou Petro em suas redes sociais.

A declaração de Petro vem em resposta à decisão dos Estados Unidos de aumentar para 50 milhões de dólares (aproximadamente R$ 271 milhões) a recompensa em dinheiro que possa levar à prisão de Maduro. O anúncio havia sido feito pela procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, que acusou o presidente venezuelano de uma suposta ligação com grupos vinculados ao narcotráfico.

sábado, 28 de dezembro de 2024

POSSE EM JANEIRO —Movimentos populares pedem que Lula reconheça vitória de Maduro: 'Respeito à soberania venezuelana’

Sábado, 28 de dezembro de 2024
Entidades entendem que mudança de postura do governo 'fortalece laços de amizade' e a integração regional

Fernanda Forgerini Opera Mundi
| 28 de dezembro de 2024

Movimentos e organizações sociais brasileiros enviaram uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo que o governo reconheça a vitória de Nicolás Maduro na Venezuela e “respeite” a soberania do país vizinho.

O documento, publicado nesta quinta-feira (26/12), aponta que uma mudança de postura do governo Lula “fortalece os laços de amizade e cooperação que historicamente unem nossas duas nações”.

Assinada por entidades como Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), Centro Brasileiro de Solidariedade Aos Povos e Luta Pela Paz (CEBRAPAZ), Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Levante Popular da Juventude, Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e outros, a carta afirma que o reconhecimento do Brasil “envia uma mensagem clara de apoio à paz e à estabilidade regional”.

“A política externa brasileira de seu governo, altiva e ativa, tem como um de seus mais importantes eixos a Integração Regional em nossa região, como uma das condições essenciais para uma inserção mais soberana no contexto mundial, conforme o documento Consenso de Brasília, aprovado pelos países sul-americanos por iniciativa de seu governo em maio de 2023”, apontam os movimentos.

Em julho, a eleição na Venezuela foi concluída com a vitória de Maduro com 52%, dados confirmados tanto pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) como pelo Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela. A oposição, encampada por Edmundo González Urrutia, da coalizão de extrema direita Plataforma Unitária, não reconheceu os resultados e gritou fraude sem apresentar provas à Justiça eleitoral venezuelana.

domingo, 16 de junho de 2024

Maduro: Venezuela avança, apesar de 930 sanções ocidentais

Domingo, 16 de junho de 2024

Pátria Latina com informações da HispanTV
13 de junho de 2024

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante reunião com membros do Conselho Nacional de Economia Produtiva, 12 de junho de 2024.

HispanTV — O presidente Nicolás Maduro destaca o crescimento da economia da Venezuela, em meio a 930 sanções impostas pelos Estados Unidos, sobretudo.

“A Venezuela cresceu 7% no primeiro trimestre, estamos fazendo um milagre admirável com maior estabilidade e crescimento com mais de 900 sanções”, disse o presidente venezuelano durante reunião com membros do Conselho Nacional de Economia Produtiva no estado de Apure.

Acrescentou que a projecção para este ano de crescimento económico é de 8 por cento, mas “tudo indica que vamos ultrapassá-la apesar da guerra económica”, disse.

Maduro destacou que para fazer avançar o país apelou a um amplo diálogo com os diferentes sectores económicos da Venezuela. “Agora passamos para uma fase superior, a reconstrução total do Estado de Bem-Estar Social sem depender de ninguém”, acrescentou.

Assegurou que a economia continua a crescer com a recuperação da produção de bens e serviços. “Temos o maior crescimento do PIB neste momento na América Latina e no Caribe”, disse ele.


O chefe de Estado referiu-se a uma série de dados que sustentam o bem-estar económico do país bolivariano. Neste sentido, destacou que a arrecadação de impostos nos primeiros meses de 2024 atingiu 4,32 mil milhões de dólares, crescendo 93% de Janeiro a Maio de 2024.

Relativamente aos sectores económicos, indicou que a Venezuela já produz perto de um milhão de barris de petróleo por dia extraído com tecnologia própria, aos quais se somam 15 trimestres de crescimento sustentado na produção agrícola, sector que regista um crescimento de 5,8 por cento no corrente ano.


Ele informou que a inflação do país durante o mês de maio foi a mais baixa dos últimos 20 anos, de 1,5%.

Da mesma forma, observou que atualmente “tem as rédeas da economia nas mãos” e que pela “primeira vez, em 100 anos, conseguimos combinar as regras da economia”.

“Passámos tempos de dura resistência às sanções imperialistas, mas soubemos, com unidade, avançar e posso dizer ao povo de Apure: levantei-me em todas as circunstâncias, estive ao seu lado em todas as lutas; Os piores momentos ficaram para trás e agora vamos para tempos melhores, de recuperação, de crescimento”, afirmou.

Fonte: Portal Pátria Latina

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Nicolás Maduro reconhece derrota nas eleições legislativas

Segunda, 7 de dezembro de 2015
Da Agência Lusa e Agência Brasil
Nicolás Maduro
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reconhece resultado das eleições legislativas —Fabio Pozzebom/Agência
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reconheceu a derrota da sua formação política, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), pela primeira vez em 16 anos, nas eleições legislativas desse domingo (6).

“Vimos com a nossa moral, com a nossa ética, reconhecer estes resultados adversos, aceitá-los e dizer à Venezuela que a Constituição e a democracia triunfaram”, afirmou, em declaração divulgada pela televisão, pouco depois do anúncio oficial do resultado, que dá maioria parlamentar de dois terços à oposição.

"Foi um dia longo, com grande jornada de participação, em que quase 75% dos eleitores expressaram o seu voto", disse Maduro. Ele destacou que se trata da 20ª eleição, "de um ciclo profundo de democracia" na Venezuela.

"Sempre temos sabido reconhecer os resultados, em todas as circunstâncias", acrescentou, afirmando que as forças 'chavistas' sempre confiaram no sistema eleitoral do país.

Maduro atribuiu o resultado à "guerra econômica" contra o governo venezuelano.

"Na Venezuela não triunfou a oposição", triunfou "um plano contrarrevolucionário para desmantelar o Estado social-democrático de justiça e de direitos", destacou.

Ele disse ainda que os resultados são vistos pelos socialistas "como uma bofetada para acordar" e apelou aos venezuelanos que os reconheçam pacificamente.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Militares venezuelanos são detidos por suspeita de envolvimento em golpe

Sexta, 13 de fevereiro de 2015
Da Agência Lusa Edição: Graça Adjuto

Nicolás Maduro
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro — Talita Cavalcante Soares
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou hoje (13) que cinco oficiais da Força Aérea foram detidos pelas autoridades, por suspeita de envolvimento em plano para um golpe de Estado, com o apoio de vários opositores.

"Desmantelamos um atentado golpista contra a democracia, contra a estabilidade da nossa pátria. Trata-se de nova tentativa de usar um grupo de oficiais da Força Aérea para provocar ato violento, um atentado, um ataque", disse.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

É a luta de classes, idiota

Terça, 18 de fevereiro de 2014

As coberturas internacionais de nossa chamada grande imprensa têm duas características principais: são superficiais e tendenciosas. Os fatos são tratados com ligeireza, lugares-comuns e nítido posicionamento ideológico. Há gradações nisso, dependendo do veículo e de outros fatores, mas essa é a regra geral. E, afinal, a preguiça de fazer cobertura de rua, olhar nos olhos dos entrevistados e ouvir os dois lados (e publicar o que dizem) é uma tendência contemporânea de boa parte dos jornalistas.

Por isso é interessante ler o que escreveu o jornalista Andrew Cawthorne, da agência Reuters, e que está publicado na Folha de S. Paulo de hoje. Ele diz que não há nenhum sinal de que a maioria dos venezuelanos pretenda aderir aos protestos de rua e que “as manifestações da oposição têm um tom mais de classe média e uma presença mais branca que os comícios chavistas”.