Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 6 de maio de 2026

⚠️ Riscos invisíveis: o que está por trás da comida

Quarta, 6 de maio de 2025

Cabeçalho | Tá na Mesa - Idec - Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Nem tudo que faz mal é visível.

Às vezes, o risco está no que a gente não percebe no prato, na embalagem ou no sistema.

E entender isso é também um passo para cuidar da nossa saúde.

GIF animado - Destaque

O que a gente não vê também adoece

A gente costuma associar risco ao que é visível. Um alimento estragado, um cheiro forte, uma aparência suspeita, um símbolo de alerta. Mas e quando o perigo não tem cor, cheiro ou aviso?

A recente série sobre o acidente com Césio-137, retratada em produções como Emergência Radioativa, reacende uma memória importante: nem sempre o que contamina é perceptível aos olhos. No caso do desastre em Goiânia, o brilho azul encantava, mas escondia um risco profundo. Hoje, em outro contexto, essa reflexão também atravessa o nosso sistema agroalimentar.

No nosso dia a dia, existem exposições que passam despercebidas, mas que fazem parte da rotina alimentar de milhões de pessoas. Agrotóxicos, microplásticos, aditivos e outras substâncias presentes em produtos alimentícios ultraprocessados são exemplos de riscos invisíveis que levantam um debate urgente sobre saúde e direito à informação.

Contaminações que não aparecem, mas existem