Sábado, 15 de julho de 2023
Na próxima segunda-feira (17/7), a live da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) vai abordar como o novo “Arcabouço Fiscal” e os juros altos possuem relação direta com o Sistema da Dívida.
A regra fiscal que está sendo votada no Congresso Nacional tem explícita finalidade: “guardar recursos importantes para abatimento do endividamento”, ou seja, mantém os investimentos sociais e gastos com toda a estrutura do Estado sob rebaixado teto, enquanto deixa livre e sem limite algum os gastos com juros e amortizações da chamada “dívida pública”.
Além disso, os juros altos fazem o endividamento público explodir aumentando o estoque da dívida sem que haja qualquer benefício para a população, pois a cada 1% de aumento na taxa SELIC são gastos R$ 42,9 bilhões a mais com juros da dívida pública por ano, em âmbito federal.
Por essa razão, é importante salientar que enquanto não for enfrentado o Sistema da Dívida, não haverá saída para a classe trabalhadora que fica sujeita às consequências desse sistema perverso. Venha participar com a gente, porque você também paga essa conta!
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A DÍVIDA PÚBLICA RETIRA RECURSOS DAS ÁREAS SOCIAIS
Em 2022 o valor total gasto com pagamento de juros e amortizações da dívida pública federal somou R$1,879 trilhão e a origem dos recursos mostra o privilégio da dívida, em detrimento dos investimentos sociais