Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ministro (da Saúde) de Temer diz que o país não pode garantir direitos constitucionais

Quarta, 18 de maio de 2016
Da Tribuna da Internet

Barros é mais um ministro de Temer a fazer declarações absurdas

Pedro do Coutto 
Parece incrível, mas foi o que afirmou o deputado Ricardo Barros, ministro da Saúde do governo Michel Temer, em entrevista à repórter Cláudia Collucci, Folha de São Paulo de terça-feira, manchete principal da edição. Claro. O destaque é compatível com o impacto negativo que as afirmações despertam.

“O Brasil – sustentou – não vai mais conseguir sustentar todos os direitos determinados pela Constituição, como o acesso universal ao sistema de saúde. Precisará rever o modelo no futuro”. Ricardo Barros, reeleito diversas vezes, encontra-se no quinto mandato. É engenheiro civil. Falou na necessidade da adoção de um novo modelo para a saúde pública. Qual poderá ser? – cabe a pergunta.

Sim, porque se ele diz que as obrigações deverão ser repactuadas, pelo fato de o Estado não ter mais capacidade de sustentá-las, que dirá a população, cuja mão de obra ativa, na escala de 50%, segundo o IBGE ganha de um a três salários mínimos e enfrenta um desemprego na escala de 11%?

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pesquisa e capacitação no combate à dengue recebeu apenas metade dos recursos

Sexta, 17 de abril de 2015
Do Contas Abertas
Dyelle Menezes
O Brasil está registrando, este ano, 220 casos de dengue por hora. Só nos três primeiros meses do ano, o total de casos soma quase meio milhão. A epidemia pode ser resposta ao baixo desempenho da iniciativa de combate a doença por parte do governo federal. Apenas R$ 5 milhões foram pagos em 2014 no plano orçamentário “Coordenação Nacional da Vigilância, Prevenção e Controle da Dengue”. O montante representa menos da metade dos R$ 10,1 milhões autorizados para a iniciativa no ano passado.
A previsão orçamentária do plano ainda diminuiu durante o ano passado. A dotação inicial previa R$ 4,2 milhões a mais para essas iniciativas, isto é, montante final de R$ 14,3 milhões. Além da retração no orçamento e da baixa execução da verba, a quantia reservada em orçamento também não é satisfatória. Apenas 8,1% foram empenhados para o plano orçamentário da dengue.
Leia a íntegra em:

http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/11057#sthash.f0EVYuv9.dpuf

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Servidores do Instituto Nacional do Câncer (Inca) em greve no Rio denunciam falta de medicamentos; sindicato diz que falta é uma estratégia do governo federal para justificar a gestão privada

Segunda, 2 de junho de 2014
Nos próximos dias, os profissionais da saúde e servidores da rede federal em greve farão atos em frente às unidades vinculadas ao Ministério da Saúde.  
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Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil
Os profissionais da área de saúde do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em greve há uma semana, cobraram hoje (2) a retomada das negociações com o Ministério da Saúde. Querem a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais, além de melhores condições de atendimento e de trabalho. Em ato no centro da cidade do Rio de Janeiro, denunciaram também a falta de medicamentos, assédio moral e um caso de lesão corporal a uma enfermeira, que teria sido agredida por um segurança.