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(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

MPF aciona Chesf para reassentar população afetada pela barragem de Itaparica e cumprir pendências nos reassentamentos

Quarta, 8 de maio de 2013
Ações visam ao reassentamento de famílias que fazem parte de acordo firmado no ano de 86 e o cumprimento, por parte da CHESF, de obras que não foram executadas em reassentamentos 
Do MPF na Bahia
MPF aciona CHESF para reassentar população afetada pela barragem de Itaparica e cumprir pendências nos reassentamentos
Procurador ouve população ribeirinha em Paulo Afonso/BA

O Ministério Público Federal (MPF) em Paulo Afonso/BA ajuizou duas ações contra a Companhia Hidro Elétrica do Vale do São Francisco (CHESF), para que a empresa cumpra o que foi firmado, através de acordos assinados na década de 80, com as famílias afetadas pela construção da Barragem de Itaparica. O MPF apurou que famílias foram excluídas irregularmente dos planos de reassentamento, além de existirem obras fora dos padrões acordados ou que nunca foram executadas nas vilas construídas para a assentar os prejudicados pelo lago da barragem.

Conforme as ações, nos anos 80 a CHESF fez um levantamento para a construção da Barragem de Itaparica e constatou que as populações afetadas estariam espalhadas pelos municípios baianos de Glória, Rodelas e Chorrochó e pelos pernambucanos Petrolândia, Itacuruba, Belém do São Francisco e Floresta. Os moradores destas regiões foram contatados pela empresa, que prometeu um plano de migração e reassentamento chamado “Mudar para Melhor”, que seria, supostamente, rápido, ordeiro e respeitoso com os moradores.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Falha da Chesf gera prejuízos de R$370 milhões

Segunda, 23 de julho de 2012
Da Tribuna da Bahia
Não bastasse a insegurança jurídica, um descompasso entre investimentos privados e obras públicas de infraestrutura já causou um prejuízo de R$ 370 milhões no setor de energia eólica. Os parques de aerogeradores contratados no Leilão de Energia Reserva de 2009 que estão sendo inaugurados não podem produzir energia por falta de linhas de transmissão.

A Bahia entrou neste contexto na semana passada, com a inauguração do parque Alto Sertão I, da Renova, em Caetité, Igaporã e Guanambi.


São 294 megawatts que só entrarão na
rede do Operador Nacional do Sistema (ONS) no final do ano que vem, porque a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) não implantou mais de 100 quilômetros em linhas de transmissão. O estado abriga 57 projetos de parques eólicos, totalizando um investimento de R$ 6,5 bilhões. Leia mais