“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 14 de maio de 2020

OS, terceirização, quarteirização da saúde é isso aí: PF cumpre 5 mandados de prisão por fraudes na saúde

Quinta, 14 de maio de 2020
Investigação apura desvios de R$ 3,95 milhões em recursos para a saúde

Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Policiais federais cumprem hoje (14) cinco mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em uma investigação sobre desvios de R$ 3,95 milhões em recursos públicos na área da saúde, no Rio de Janeiro.

A operação é feita em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Segundo o MPRJ, os valores foram repassados a uma organização social (OS) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio, para a administração de unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

São as OSs, animal: MPF apresenta nova denúncia por lavagem de dinheiro contra réus da operação Maus Caminhos no AM

Quarta, 26 de setembro de 2018
Do MPF
Dinheiro desviado da saúde foi utilizado para compra de cota de casa de show Villa Mix Brasília, no valor de R$ 2 milhões
DJ utilizando aparelhagem em casa noturna. Foco na mão manuseando os equipamentos de som.
Foto: iStock

Na denúncia, o MPF requer que, ao final do processo, Mouhamad e Priscila sejam condenados pelo crime de lavagem de dinheiro, conforme dispõe a Lei 9.613/98, que prevê pena de três a dez anos de reclusão e ainda o aumento de referida pena de um a dois terços se os crimes forem cometidos de forma reiterada ou por intermédio de organização criminosa. O MPF também pede a condenação dos denunciados ao dever de reparar os danos causados, devidamente atualizados.O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas apresentou nova denúncia à Justiça contra o médico Mouhamad Moustafa e a empresária Priscila Marcolino Coutinho pelo crime de lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações que embasaram a ação penal, os denunciados, que são réus na operação Maus Caminhos, usaram R$ 2 milhões em recursos desviados da saúde do Estado para compra de 30% de cotas da Sociedade JHLS Lanchonete e Choperia, referentes à casa de shows Villa Mix Brasília, localizada na capital federal.