Deu
no site da Federação Nacional dos
Policiais Federais
O Brasil pergunta:
Por que as investigações sobre a CBF não deram em nada?
E a Fenapef
responde...
Após a prisão de José Maria Marin, ex-Presidente da Confederação
Brasileira de Futebol, pelo FBI norte-americano e policia da Suiça, o Brasil
voltou a questionar a falta de capacidade, eficiência ou mesmo a isenção da sua estrutura de
investigação criminal nos casos envolvendo corrupção nas entidades que cuidam
do futebol nacional.
É fato que nem Polícia Federal nem a CPI apelidada de “CPI da Nike”
resultaram em prisão ou condenação de pessoas ligadas ao futebol brasileiro, em
que pesem as graves denúncias veiculadas por jogadores, imprensa e diversos
profissionais do ramo.
Mas por que a Policia Federal norte-americana chegou a essas prisões, e
nós no Brasil não?
Em vários sites de jornais de grande circulação, matérias veiculadas à
época das investigações pátrias retornaram às manchetes e, de certa forma,
ajudam – e muito – a desvendar a incrível inoperância do modelo de investigação
brasileiro e o envolvimento direto entre a CBF e aqueles que, em tese, seriam
os responsáveis pelas investigações.
“Em 15 anos, a Polícia Federal, no Rio, abriu 13 inquéritos contra a
CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o seu ex-presidente Ricardo Teixeira. Nenhum deles obteve resultado até
hoje.”
Neste período, segue a reportagem, “a CPF patrocinou congressos,
viagens, e até cedeu a Granja Comary , centro de treinamento da seleção
brasileira, para um torneio de futebol de delegados .”
