Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 15 de julho de 2015

O descanso na tranquilidade do cemitério

Quarta, 15 de julho de 2015
Cemitério que não tem cachorro não é cemitério. Fotos da manhã desta quarta (15/7) no Gama (DF).

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Cemitério do Campo da Esperança, no DF, amanhece o Natal com montanha de lixo a 30 metros do portão principal

Quinta, 25 de dezembro de 2014
Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la.
Vergonha! Como pode o governo do DF permitir que a área na frente do cemitério do Campo da Esperança seja transformada em ponto de descarte de entulho, de lixo orgânico, de sofás velhos, de montanhas de porcarias, de tudo que é ruim para a beleza da cidade e para a saúde pública.
Pois é essa a situação nesta manhã de hoje, 25 de dezembro, Natal.
Carroças, caminhões, caçambas, caminhonetes, automóveis, passam a semana descarregando o lixo. De quando em vez, mas só de quando em vez, veículos a serviço do governo recolhe a porqueira, mas nunca deixando limpo o local.
A via em frente ao Cemitério do Campo da Esperança é muito movimentada, passando por ali milhares de veículos por dia. Na última viagem aqui na Terra, muitas pessoas são levadas ao Campo da Esperança. Essas já não veem o lixão, e também, claro, não sentem o fedor que exala daquela montanha de porcarias, onde ratos e cachorros de rua se banqueteiam, e disputam a podridão.
Alguém já imaginou isso acontecendo no Cemitério do Campo da Esperança localizado no final da Asa Sul do Plano Piloto de Brasília? Um absurdo seria.
Acontece que esse absurdo o governo do DF e suas autoridades entendem que não é absurdo quando acontece no Cemitério do Campo da Esperança na Região Administrativa do Gama, também no DF. Aí são outros quinhentos, devem imaginar os nossos administradores (??) públicos (??). No local...vale tudo. E tudo vale. Só não vale a defesa da saúde pública, o respeito à comunidade, a defesa dos mananciais de água do local, que são atingidos pela sujeira permitida, admitida, incentivada, certamente, pela administração. No Gama essa sujeira está a menos de 30 metros do portão do Cemitério, que é também do Campo da Esperança, isso depois da privatização questionada na Justiça.
Não há quem, vivo, vá ao cemitério do Gama e não fique indignado, revoltado, com a postura do poder público em permitir o que ocorre a 30 metros dali. Indignados ficam também as milhares de pessoas que transitam com seus carros pela estrada que, passando entre o cemitério e o lixão, leva ao Recanto das Emas, ao Riacho Fundo II, à Samambaia, a Ceilândia, a Taguatinga.
E os administradores públicos? Parecem que se encontram enterrados nas mais profundas e remotas covas do Cemitério do Campo da Esperança na cidade do Gama. E de lá, desconfia-se, não subirão aos Céus.
Para melhor visualizar as imagens, dê um clique sobre cada uma delas.

Destas sepulturas da foto acima até a montanha de lixo, menos de 30 metros se percorre. É apenas atravessar a estrada.

As quatro fotos seguintes são da tarde do dia 25/11/2014, portanto um mês atrás. 




Na foto abaixo, corpo de rato atropelado (ou envenenado pelo lixo?) é "resgatado" e "depositado" no mato à beira da calçada próxima à entrada do cemitério do Gama. Foto de 4/12/2014

A seguir um vídeo que prova que no local não se coloca apenas entulhos de construção civil. Cachorro come entulho?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O rato do GDF. No lixo

Quinta, 4 de dezembro de 2014
Que é uma vergonha o lixão (o governo vai dizer que é apenas um pit stop de descarte de entulho de construção) que existe distante a apenas 25 metros do portão de entrada do cemitério do Gama, todo mundo sabe que é. O lixão fica em uma das saídas/entradas movimentada da cidade. Milhares de carros usam diariamente o caminho do Cemitério—Ponto Alta Norte para pegar em frente ao Riacho Fundo II a estrada que vai para Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, fugindo assim das duas únicas pistas de rolamento paralela à faixa exclusiva do BRT no trecho da saída pelo Setor Leste do Gama até o Catetinho, onde invariavelmente há engarrafamento ou lentidão pela manhã quando se sai para o trabalho.

Hoje apenas postamos aqui sobre o rato do dia. O que prova que o lixão do portão do cemitério do Gama é também ponto de depósito de lixo orgânico (outras provas há).

Na manhã desta quinta (4/12) um flagrante dessa evidência. Ratazana que tentou atravessar de um lado ao outra da pista, em direção ao lixão, foi atropelado e morto por um veículo (esse tipo de morte não sai nos programas policiais da TV). Veja nas fotos seguintes, apesar de não tão nítidas, pois tiradas com celular:
  1. Um rapaz, talvez para limpar o asfalto, se abaixa e pega a ratazana atropelada;
  2. Dirige-se para o lixão, levando a ratazana na mão, claro que a mão protegida por um pequeno pedaço de papel escuro;
  3. Na beira da grama junto à calçada e ao lixão ele, ainda afastando de seu corpo a ratazana, prepara-se para jogá-la no mato; e
  4. ...tarefa concluída. Ratazana ao lixão.
Tarefa concluída pelo rapaz, pois pela administração pública nada se conclui por lá.

Clique nas imagens para ampliá-las.

Foto 1

 Foto 2

Foto 3
Olha só o tamanho da ratazana. Compare-a com o tamanho do braço do rapaz.
 
Foto 4
Pronto! Ratazana descartada.

domingo, 25 de outubro de 2009

Descaso em todos os lados

Domingo, 25 de outubro de 2009
Do Correio Braziliense
A uma semana do Dia de Finados, usuários reclamam da má gestão dos cemitérios, como túmulo depredados, mato alto e conservação ruim

A força-tarefa que há um ano mobilizou deputados distritais, promotores de Justiça, delegados de polícia e o governo para desmontar o mercado da morte no Distrito Federal produziu até agora poucos resultados práticos em relação aos serviços prestados nos cemitérios da capital. Muitos dos problemas detectados durante as investigações sobre esse setor persistem.

O Correio percorreu na última sexta-feira as unidades sob a administração da concessionária Campo da Esperança Serviços Ltda. e constatou em quatro dos seis cemitérios: reclamações que deram origem às primeiras suspeitas sobre a má gestão continuam atuais. Depredação dos túmulos, pavimentação insuficiente, falta de sinalização e péssima conservação são apenas alguns dos itens que tornam as deficiências evidentes.