Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 13 de maio de 2018

Estrutural: o drama de quem ficou sem renda

Domingo, 13 de maio de 2018
Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna
Foto de Alexandre Bedran

Cerca de 800 famílias de catadores, que viviam da reciclagem dos resíduos sólidos jogados no Lixão da Estrutural, ainda estão sem emprego e renda. A contabilidade é dos próprios trabalhadores.

Mas isto poderia ser diferente caso a coleta seletiva já operasse em Brasilia plenamente.

quinta-feira, 30 de março de 2017

GDF causa transtorno para 30 mil moradores de Samambaia com lixão

Quinta, 30 de março de 2017

Do Blog do Sombra
Por Edgar Gonçalves Foto: Reprodução/Divulgação

Moscas e o fedor de lixo ditam a rotina de 30 mil moradores das quadras 800 e 1000, da Expansão de Samambaia. Devido à infestação do inseto, a Escola Classe 831 fechou as portas nesta quarta-feira (29) para dedetização. Comerciantes se desdobram para não terem seus produtos contaminados. O problema é mais grave num raio de 3 Km, onde estão instalados um frigorífico para o abate de suínos e frangos, uma fábrica de adubo de esterco dos animais, a Estação de Tratamento de Esgotos da Caesb e o novo aterro sanitário do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Aterro Sanitário de Brasília é inaugurado e traz preocupações para a Defensoria

Quarta, 18 de janeiro de 2018

Da Defensoria Pública do DF

Novo espaço receberá apenas materiais não reutilizados o que deixa catadores de material reciclado desamparados
A Defensoria Pública do Distrito Federal participou nesta terça-feira (17), da inauguração do Aterro Sanitário de Brasília, na cidade de Samambaia, espaço projetado para comportar 8,13 milhões de toneladas de rejeitos – materiais não reutilizáveis. A iniciativa dá início ao processo de fechamento do Lixão da Estrutural, considerado o segundo maior do mundo.

domingo, 11 de setembro de 2016

Vergonha Nacional. Cresce o trabalho infantil no DF

Domingo, 11 de setembro de 2016
Do Blog Brasília, por Chico Santa'Anna
trabalho-infantil-ivaldo-cavalcante-3

Por Chico Sant’Anna.
Fotos de Ivaldo Cavalcante.
Brasília acaba de ganhar a medalha de bronze dentre as unidades da Federação onde o trabalho infantil mais cresceu no Brasil. Entre 2013 e 2014 o trabalho infantil na Capital Federal cresceu 63,8%. Estimam-se em 28 mil meninos e meninas trabalha, cotidianamente. Até 2013, a cidade vinha apresentando redução dessa chaga social, chegando a registrar 16.755 menores de idade trabalhando, mas em 2014, último ano do governo Agnelo Queiroz, foi verificado um crescimento forte do uso da mão-de-obra infantil.

Os dados são da Pesquisa Nacional de Amostragem de Domicílios – Pnad, tratados pelo economista Júnior César Dias, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), e apresentados em São Paulo por ocasião do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

National Geographic: Brasília tem o maior lixão da América do Sul

Segunda, 18 de julho de 2016
Lixão da Estrutural por Marcio Pimenta 

A notícia não poderia ser pior. 

A conceituada revista National Geographic, em sua edição on-line, apresenta Brasília, patrimônio histórico da humanidade, como detentora do maior lixão a céu aberto da América do Sul.

Ricamente ilustrada com 13 fotos, a reportagem de autoria de Marcio Pimenta mostra o cotidiano do local que o brasiliense conhece como Lixão da Estrutural, mas que a reportagem identifica como Lixão do Jóquei. Lá, de seis a oito toneladas de resíduos sólidos são jogados diariamente no local. Segundo a reportagem, há inclusive lixo hospitalar, como seringas já utilizadas.

Leia a íntegra

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Promotoria de Defesa do Meio Ambiente do MPDF obtém liminar que determina a desativação de depósito de lixo irregular em Brazlândia.

Segunda, 16 de maio de 2016
Do MPDF
lixo brazlandiaA Promotoria de Defesa do Meio Ambiente (Prodema) obteve decisão favorável, em caráter liminar, na ação civil pública que pede a desativação do depósito irregular de lixo implantado na Vila São José, em Brazlândia. A decisão é da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal.
A Justiça determinou que o Distrito Federal retire, em até 30 dias, os resíduos sólidos do local e faça a destinação adequada. Para evitar novos descartes clandestinos, em até 90 dias, a área deverá ser cercada e placas indicativas da proibição deverão ser colocadas. Além disso, o Distrito Federal deverá fiscalizar a área, de forma efetiva, para evitar a criação de novos depósitos irregulares de lixo. Se a decisão não for cumprida, será aplicada multa diária de R$ 30 mil a R$ 1,2 milhão.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

MPDF pede desativação de depósito de lixo em Brazlândia (DF)

Quarta, 4 de maio de 2016
Do MPDF
Aterro irregular funciona desde 2009. Água que abastece a população da cidade pode ser contaminada

A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) ajuizou, nesta terça-feira, 3 de maio, ação civil pública para obrigar o Distrito Federal a desativar o depósito irregular de lixo na Vila São José, em Brazlândia. O aterro improvisado fica no interior da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Descoberto e está a apenas 20 metros de distância do manancial do Barrocão, que abastece a cidade.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Cemitério do Campo da Esperança, no DF, amanhece o Natal com montanha de lixo a 30 metros do portão principal

Quinta, 25 de dezembro de 2014
Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la.
Vergonha! Como pode o governo do DF permitir que a área na frente do cemitério do Campo da Esperança seja transformada em ponto de descarte de entulho, de lixo orgânico, de sofás velhos, de montanhas de porcarias, de tudo que é ruim para a beleza da cidade e para a saúde pública.
Pois é essa a situação nesta manhã de hoje, 25 de dezembro, Natal.
Carroças, caminhões, caçambas, caminhonetes, automóveis, passam a semana descarregando o lixo. De quando em vez, mas só de quando em vez, veículos a serviço do governo recolhe a porqueira, mas nunca deixando limpo o local.
A via em frente ao Cemitério do Campo da Esperança é muito movimentada, passando por ali milhares de veículos por dia. Na última viagem aqui na Terra, muitas pessoas são levadas ao Campo da Esperança. Essas já não veem o lixão, e também, claro, não sentem o fedor que exala daquela montanha de porcarias, onde ratos e cachorros de rua se banqueteiam, e disputam a podridão.
Alguém já imaginou isso acontecendo no Cemitério do Campo da Esperança localizado no final da Asa Sul do Plano Piloto de Brasília? Um absurdo seria.
Acontece que esse absurdo o governo do DF e suas autoridades entendem que não é absurdo quando acontece no Cemitério do Campo da Esperança na Região Administrativa do Gama, também no DF. Aí são outros quinhentos, devem imaginar os nossos administradores (??) públicos (??). No local...vale tudo. E tudo vale. Só não vale a defesa da saúde pública, o respeito à comunidade, a defesa dos mananciais de água do local, que são atingidos pela sujeira permitida, admitida, incentivada, certamente, pela administração. No Gama essa sujeira está a menos de 30 metros do portão do Cemitério, que é também do Campo da Esperança, isso depois da privatização questionada na Justiça.
Não há quem, vivo, vá ao cemitério do Gama e não fique indignado, revoltado, com a postura do poder público em permitir o que ocorre a 30 metros dali. Indignados ficam também as milhares de pessoas que transitam com seus carros pela estrada que, passando entre o cemitério e o lixão, leva ao Recanto das Emas, ao Riacho Fundo II, à Samambaia, a Ceilândia, a Taguatinga.
E os administradores públicos? Parecem que se encontram enterrados nas mais profundas e remotas covas do Cemitério do Campo da Esperança na cidade do Gama. E de lá, desconfia-se, não subirão aos Céus.
Para melhor visualizar as imagens, dê um clique sobre cada uma delas.

Destas sepulturas da foto acima até a montanha de lixo, menos de 30 metros se percorre. É apenas atravessar a estrada.

As quatro fotos seguintes são da tarde do dia 25/11/2014, portanto um mês atrás. 




Na foto abaixo, corpo de rato atropelado (ou envenenado pelo lixo?) é "resgatado" e "depositado" no mato à beira da calçada próxima à entrada do cemitério do Gama. Foto de 4/12/2014

A seguir um vídeo que prova que no local não se coloca apenas entulhos de construção civil. Cachorro come entulho?

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Agnelo quer jogar 1 tonelada de lixo por dia em Samambaia

Quarta, 3 de setembro de 2014
Exibindo Samambaia-DF(LixãoNão) (13).JPG 
O Aterro, que tem dias contados para virar o “Novo Lixão da Estrutural, em Samambaia” é uma bomba relógio para comunidade
A 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural (Prodema) recomendou ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram) que exija do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) o cumprimento das condicionantes da Licença de Instalação (LI) do Aterro Sanitário de Samambaia e determine o aproveitamento energético dos gases gerados e a inclusão do plano de monitoramento ambiental. O documento, expedido no último dia 22, recomenda, ainda, que a autarquia estabeleça a compensação ambiental do empreendimento e a direcione à comunidade de Samambaia e a projetos de educação ambiental que visem a conscientização da sociedade para reduzir o volume de lixo que será depositado no novo aterro.
De acordo com a LI 13/2013, que autoriza a instalação do aterro de Samambaia, outras condicionantes, exigências e restrições poderão ser estabelecidas pelo Ibram a qualquer tempo. A Prodema identificou desconformidades da LI com a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (LPNRS - Lei 12.305/2010) e com a Lei Nacional de Mudanças Climáticas (LNMC - Lei 12.187/2009), como a falta de previsão de aproveitamento energético dos gases gerados no aterro. Nesse sentido, recomendou que o Ibram inclua novas exigências na Licença, conforme descrito na Recomendação 8/2014.
A Prodema também alerta para o impacto social na área de implantação do aterro e recomenda que a comunidade seja recompensada com projetos, programas e empreendimentos. “Se as condicionantes que podem gerar algum benefício social aos moradores de Samambaia não forem definidas logo pelo Ibram, a comunidade não será compensada tão cedo”, explica a promotora de Justiça Marta Eliana de Oliveira, segundo a qual nem mesmo a exigência de instalação de equipamentos para uso da comunidade no Parque Gatumé, feita pelo Ibram em 2012, foi cumprida. "Ademais, campanhas como a de coleta seletiva devem acontecer antes que o aterro comece a operar, para que haja redução do volume dos resíduos que serão aterrados".
O Aterro Sanitário de Samambaia substituirá o Lixão da Estrutural, que funciona de maneira improvisada há mais de 50 anos. Oprazo estipulado pela LPNRS para que os rejeitos passassem a ser depositados em aterro expirou no dia 2 de agosto, mas o local ainda não está pronto.
Diferentemente do lixão, no aterro os resíduos são depositados em local impermeabilizado, o que impede o vazamento de chorume para o subsolo. Existem, também, tubulações que captam o metano, gás liberado pela decomposição de matéria orgânica e que pode ser usado para gerar energia.
Os moradores de Samambaia-DF listaram os 10 motivos básicos para cidade não ganhar um Lixão (Aterro):
1 – A cidade é cheia de córregos, tem 3 parques ecológicos e, inclusve, o Aterro fica ao lado do Parque Ecológico Gatumé, na Área de Proteção Ambiental – APA, Área de Relevante Interesse Ecológico – ARIE Parque JK ;
2 – O GDF não cosegue administra hospitais, empresas de ônibus, segurança pública, vai conseguir cuidar do Lixão?! Samambaia vai virar outra Estrutural. É uma bomba relógio para cidade.
3 – Uma cidade com um dos metros quadrados mais valorizados, com mais de 200 apartamentos em construção, forte desempenho comercial e será desobstruída por interesses políticos!?
4 – São 31 cidades, que cada cidade tenha seu devido tratamento de lixo, ou, que seja divido em 5 grandes 'Aterros' e feito uma licitação transparente para o serviço.
5 – Receber, diariamente, 1 tonelada de Lixo, sendo que há menos de 4 km há uma grande comunidade, com mais de 5 mil famílias, que é a “Samambaia Oeste”, Expansão de Samambaia, as novas quadras QR 800 e 1000.
6 – É preciso um estudo, transparente e detalhado do Ibram, da Secretaria de Meio Ambiente e de órgãos de defesa do meio ambiente/fiscalização, pois o impacto ambiental é muito grande do “Corrégo Melchior”, de Samambaia.
7 – A cidade não tem suporte para o número de doenças/animais peçonhentos que poderão se aglomerar na região. É preciso repensar, no Plano de Desenvolvimento Territorial do DF – PDOT, lugares com menor impacto ambiental para construção deste ou detes aterros.
8 – O número de veículos com lixo transitando perto de escolas públicas, creches, áreas verdes e etc, pode gerar um sério risco a saúde dos moradores de Samambaia-DF e região.
9 – A coleta seletiva não deu certo. É preciso uma educação ambiental e forte apelo da causa para que haja educação neste segmento. Samambaia receber 1 tonelada de Lixo é muita falta de “responsabilidade” das autoridades públicas, dos deputados distritais e do governo em geral.
10 – É preciso audiências públicas com os moradores para saber e ouvir as demandas da comunidade. Não se pode impor uma DESOBSTRUÇÃO tamanha ao meio ambiente, a qualidade de vida dos moradores e a saúde das crianças. Falta “democracia” nesta decisão.
Com 148 hectares, o Parque Ecológico Gatumé, sem estrutura, terá como vizinho, um Aterro Sanitário, veja na reportagem da TV Globo (https://www.youtube.com/watch?v=JLH-4BqZDHw )

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Exibindo Samambaia-DF(LixãoNão) (6).JPG
 Fonte: http://jornaldesamambaia.wordpress.com/