“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 27 de setembro de 2016

STF: Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo viram réus na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro

Terça, 27 de setembro de 2016
André Richter - da Agência Brasil
 Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo viram réus na Lava Jato 
Os ministros da Segunda Turma do STF decidiram receber a denúncia contra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo por unanimidade  Arquivo/Agência Brasil
 
Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu hoje (27) denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Com a decisão do colegiado, os dois passam à condição de réus nas investigações da Operação Lava Jato.


Em maio, o casal foi denunciado ao Supremo sob a acusação de ter recebido R$ 1 milhão para a campanha da senadora em 2010. De acordo com depoimentos de delatores na Lava Jato, o valor é oriundo de recursos desviados de contratos da Petrobras. Ambos foram citados nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Janot rebate Senado e diz que apartamento de Gleisi Hoffman não é bunker

Sexta, 8 de julho de 2016
Michelle Cannes – Agência Brasil
O procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, apresentou ontem (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um documento no qual pede que seja negada a continuidade de uma ação protocolada na Corte pelo Senado Federal.

No mês passado, o Senado recorreu ao Supremo para anular mandados de busca e apreensão cumpridos no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a Operação Custo Brasil. O ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, que é marido da senadora, foi preso durante a ação, um desmembramento da Operação Lava Jato.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Alvo da Operação Custo Brasil bancou R$ 32 mil em loft para Gleisi

Terça, 28 de junho de 2016
Da Tribuna da Bahia / Estadão Conteúdo
Nesta segunda, 27, Gonçalves foi ouvido em audiência de custódia pelo juiz Paulo Bueno de Azevedo, da 6.ª Vara Federal Criminal, que deflagrou a Custo Brasil


A Operação Custo Brasil indica que o advogado Guilherme de Salles Gonçalves, suposto repassador de propinas para o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento / Governo Lula e Comunicações/Governo Dilma), bancou R$ 32 mil referentes a custos de um loft alugado em Brasília para uso da senadora Gleisi Hoffmann durante a campanha de 2010. Leia a íntegra

quinta-feira, 14 de abril de 2016

PGR pede nulidade do indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann pela Polícia Federal

Quinta, 16 de abril de 2016
Do MPF
Segundo Janot, a condução dos atos investigatórios é de atribuição exclusiva do PGR, sob a supervisão do STF

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira, 14 de abril, parecer em que pede a nulidade do ato de indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann, feito pela Polícia Federal no Inquérito 3979. Para ele, o ato é "incompatível com o sistema acusatório e especificamente com o rito dos inquéritos que tramitam perante o STF (com violação de sua competência)".

Na reclamação 23585, a senadora Gleisi Hoffmann alega que a autoridade policial teria usurpado a competência do STF ao promover o indiciamento de autoridade com prerrogativa de foro, em inquérito que tramita perante a Corte Suprema.

quinta-feira, 31 de março de 2016

PF conclui inquérito e indicia Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo por corrupção

Quinta, 31 de março de 2016
Do G1

Delator disse à Lava Jato que entregou R$ 1 mi à campanha da senadora.
Provas demonstram que não houve recebimento de dinheiro, diz assessoria.

Leia a matéria em: 

http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2016/03/pf-conclui-inquerito-e-ve-indicios-de-corrupcao-de-gleisi-e-paulo-bernardo.html 

Ou no Estadão:  http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/pf-indicia-gleisi-e-paulo-bernardo-por-corrupcao-passiva/

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

STF decide que inquéritos da Lava Jato serão desmembrados

Quarta, 23 de setembro de 2015 
Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil
O plenário do STF decidiu hoje (23) remeter o inquérito que investiga a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) à relatoria de outro ministro, que não Teori Zavascki, relator dos casos relativos à Operação Lava Jato. O inquérito 4130 investiga supostas condutas da senadora em fatos associados às investigações da Operação Lava Jato, mas não relativos à corrupção na Petrobras.
O entendimento da maioria dos ministros foi de que inquéritos que não relacionem os crimes diretamente à estatal petrolífera, mesmo que tenham sido descobertos durante investigações da Lava Jato, podem ser remetidos a outros ministros. Dos dez ministros presentes, oito votaram pelo desmembramento do processo.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Juiz envia ao STF documentos da Lava Jato que citam Gleisi Hoffmann

Terça, 25 de agosto de 2015
Ivan Richard - Repórter da Agência Brasil*
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, enviou hoje (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) documentos apreendidos no escritório do advogado Guilherme Gonçalves, em Curitiba, durante a 18ª fase da Lava Jato, por suspeitas de que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) tenha recebido valores de “natureza criminosa”.
Em nota, a senadora informou que conhece Guilherme Gonçalves “há muito tempo” e que todo o trabalho dele como advogado nas campanhas dela constam das prestações de contas, aprovadas pela Justiça Eleitoral. “Desconheço as relações contratuais que Guilherme Gonçalves mantém com outros clientes, assim como desconheço qualquer doação ou repasse de recursos da empresa Consist para minha campanha”, afirmou Gleisi.

domingo, 8 de março de 2015

Lava Jato: Senadores do PT teriam recebido ao menos R$ 4 milhões, apontam petições

Domingo, 8 de março de 2015 
Para Procuradoria-Geral da República, há indícios de que Gleisi Hoffman e Lindberg Farias sabiam que repasses recebidos da Petrobras eram ilícitos
As petições para a abertura de inquérito contra políticos implicados no esquema de corrupção na Petrobras apontam que os três senadores do PT investigados pela Operação Lava Jato teriam recebido ao menos 4 milhões de reais de forma ilícita. ...
 
Nos documentos, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, indica haver indícios de que a ex-ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, e Lindberg Farias sabiam da irregularidade das verbas ao pedirem doações para suas campanhas. O PGR pediu a investigação de ambos, além do ex-ministro da Saúde, Humberto Costa.
Fonte: Por Gabriel Bonis, Carta Capital; Blog do Sombra

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Youssef afirma que deu R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi

Quarta, 5 de novembro de 2014
Doleiro preso repete versão dada por ex-diretor da Petrobras e diz que petista recebeu dinheiro de esquema de corrupção para sua campanha ao Senado em 2010, mostra o Estadão. Senadora nega ter pedido ou recebido o recurso

Do Congresso em Foco 

Ag. Senado
Senadora diz que não conhece o doleiro, que jamais pediu recursos a ele e que estuda medidas judiciais contra Youssef por declaração
O doleiro Alberto Youssef afirmou, em sua delação premiada, que repassou R$ 1 milhão do esquema de corrupção na Petrobras para a campanha de Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado em 2010. Youssef repetiu o que havia dito o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa em sua delação premiada. É o que revela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.
Ambos sustentam que o dinheiro partiu de comissão de contratos superfaturados firmados por empresas com a estatal e que o repasse foi  feito a pedido do atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, marido de Gleisi. Na época, ele comandava o Ministério do Planejamento.

O casal nega conhecer Youssef e ter pedido o recurso. De acordo com o relato dos repórteres Ricardo Brandt e Fausto Macedo, o doleiro contou que entregou a quantia a um empresário, dono de shopping em Curitiba, em quatro parcelas.

Presos na Operação Lava Jato, Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa são réus do processo que apura superfaturamento, desvios, lavagem de dinheiro, corrupção e propina na Petrobras. Os dois colaboram com as investigações na tentativa de reduzir a punição na Justiça.

Eleita senadora em 2010, Gleisi se licenciou do Senado no início de 2011, quando virou ministra da Casa Civil. Deixou o cargo este ano a tempo de se candidatar ao governo do Paraná. Com pouco menos de 15%dos votos, ficou na terceira colocação, atrás do governador reeleito Beto Richa (PSDB) e do também senador Roberto Requião (PMDB).

De acordo com o Estadão, Youssef não revelou o nome do emissário que, segundo ele, seria o responsável pela entrega do dinheiro ao dono do shopping. O empresário, conforme o doleiro, foi quem entregou o montante à campanha da então candidata. Paulo Bernardo confirmou conhecer o proprietário do centro comercial, mas negou ter solicitado ou recebido a quantia em nome de Gleisi.

sábado, 27 de agosto de 2011

E é ministra da Casa Civil

Sábado, 27 de agosto de 2011
Denunciada por ter recebido R$41 mil de multa ao sair da diretoria de Itaipu, em 2006, lesando o FGTS (por tabela os trabalhadores brasileiros), pois a iniciativa de sair foi dela e não da empresa, a atual ministra da Casa Civil (sempre a Casa Civil!), Gleisi Hoffmann tenta simular uma situação de desconhecimento. Com isso pensa em quebrar a força das acusações que recaem sobre os seus ombros.

Ela encaminhou uma consulta ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, querendo saber se foi ilegal o recebimento dos R$41 mil. 

Ora, no seu site na internet ela informa que “sua formação é em Direito, sendo também especialista em Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira”. Como poderia uma advogada com tal especialização desconhecer que a grana que ela recebeu era indevida. Mesmo não tendo a formação em Direito, alguém que ocupou uma diretoria de Itaipu não teria condições de ler e interpretar a documentação que sacramentou a sua “rescisão”.

Ter recebido um dinheiro que não lhe era devido, ou não saber apurar que não teria direito a tal multa, a descredencia a ocupar tão elevado cargo na estrutura do governo federal. É verdade que pelos seus antecessores...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Brasil, país das consultorias

Quinta, 9 de junho de 2011
Quando alguns pensavam que as turbulências causadas pelas “consultorias” de Palocci terminariam com a saída do ministro do governo Dilma, e a nomeação de Gleisi Hoffmann para a Casa Civil, eis que já surge nova reportagem, agora do Estadão, que pode alimentar a crise.

Em reportagem publicada hoje no jornal paulista, os jornalistas Leandro Colon e Evandro Fadel relatam que Gleisi Hoffmann também deu consultoria empresarial com uma empresa sua criada em junho de 2007, um ano após a nova ministra deixar a diretoria financeira da Itaipu Binacional. Na declaração de bens à Justiça Eleitoral em 2008 quando disputou a prefeitura de Curitiba ela omitiu a empresa.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mais R$0,10 para gastar diariamente com a família

Quarta, 12 de janeiro de 2011
Foto: página TSE            
Parece que político gosta mesmo é de gozar com a cara do trabalhador. A senadora Gleisi Hoffmann, mulher do ministro do Planejamento do governo Lula e agora ministro das Comunicações de Dilma, se preocupou em dar uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo defendendo um acréscimo de R$0,10 ao R$1,00 diário que o governo previu como reajuste para aqueles que ganham salário mínimo no Brasil.

Medida provisória encaminhada por Lula ao Congresso, e defendida pelo governo Dilma, reajusta o salário mínimo de R$510 para R$540 (aumento de R$1 diário para o trabalhador gastar com a sobrevivência da família). A nova senadora não concorda com esse R$1. Acha pouco. Quer mais R$0,10. Admite um salário mínimo mensal de R$543. Oh! Quanta bondade! 

Mas nem uma palavra sobre os bilhões de reais que pagamos mensalmente de juros da dívida.