“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 8 de março de 2015

Lava Jato: Senadores do PT teriam recebido ao menos R$ 4 milhões, apontam petições

Domingo, 8 de março de 2015 
Para Procuradoria-Geral da República, há indícios de que Gleisi Hoffman e Lindberg Farias sabiam que repasses recebidos da Petrobras eram ilícitos
As petições para a abertura de inquérito contra políticos implicados no esquema de corrupção na Petrobras apontam que os três senadores do PT investigados pela Operação Lava Jato teriam recebido ao menos 4 milhões de reais de forma ilícita. ...
 
Nos documentos, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, indica haver indícios de que a ex-ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, e Lindberg Farias sabiam da irregularidade das verbas ao pedirem doações para suas campanhas. O PGR pediu a investigação de ambos, além do ex-ministro da Saúde, Humberto Costa.
Fonte: Por Gabriel Bonis, Carta Capital; Blog do Sombra

domingo, 23 de novembro de 2014

Ex-diretor da Petrobrás diz que Humberto Costa, líder do PT no Senado, recebeu R$ 1 milhão

Domingo, 23 de novembro de 2014
Em delação premiada, Paulo R. Costa afirma que Humberto Costa foi destinatário, em 2010, de parte das 'comissões' pagas por empreiteiras a partir de contratos da estatal.

Fausto Macedo, Ricardo Brandt, O Estado de S. Paulo
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), recebeu R$ 1 milhão do esquema de propinas e corrupção na Petrobrás para sua campanha em 2010, segundo afirmativa do ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa em um dos seus depoimentos da delação premiada.

JOSÉ PATRÍCIO/ESTADÃO
O senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, foi acusado pelo ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, de receber R$ 1 milhão do esquema de propina na estatal
O petista integra uma extensa lista de políticos acusados pelo ex-diretor da Petrobrás na delação por meio da qual espera ter sua pena reduzida. Dos depoimentos sigilosos, já vieram à tona outros nomes de supostos beneficiários de dinheiro de propina dos contratos da Petrobrás, como o da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann, também do PT, o do ex-senador, já morto, Sérgio Guerra, do PSDB, e o do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, do PSB, que também já morreu.
Leia mais em: 
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ex-diretor-da-petrobras-diz-que-lider-do-pt-no-senado-recebeu-r-1-milhao,1596668 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

IstoÉ: Como o governo deixou estragar 55 mil bolsas de sangue

Sexta, 31 de agosto de 2012
Da Revista Época edição 2234

Descaso, incompetência administrativa e suspeita de um novo esquema de corrupção fizeram com que o Ministério da Saúde não desse uso a 13,7 mil litros de plasma sanguíneo avaliados em US$ 1,6 milhão

Claudio Dantas Sequeira

Chamada2.jpg
TRÊS MINISTROS ESCONDERAM O DESPERDÍCIO
Humberto Costa, José Gomes Temporão e Alexandre Padilha
(da esq. para a dir.): sangue jogado fora

A cada ano, o Ministério da Saúde gasta milhões em campanhas de incentivo à doação de sangue. Boa parte dessas doações é industrializada fora do País e retorna como hemoderivados, medicamentos essenciais no tratamento de hemofílicos. A matéria-prima desse processo é o plasma sanguíneo, um insumo tão cobiçado que um litro chega a custar US$ 120 no mercado internacional – tanto quanto um barril de petróleo. O Ministério da Saúde esconde em um depósito no Distrito Federal um carregamento de 55 mil bolsas de plasma humano, avaliado em US$ 1,6 milhão, mas cuja validade está vencida há pelo menos cinco anos. O segredo, que pode causar estragos às pretensões políticas dos ex-ministros da Saúde Humberto Costa e José Gomes Temporão, além do atual ministro, Alexandre Padilha, está trancado a 50 graus negativos numa câmara frigorífica vigiada por seguranças armados. ...

Essa espécie de “túmulo do sangue”, como funcionários do ministério chamam o local, é apenas o fio de um novelo que está sendo deslindado em diferentes investigações pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas da União. Os processos, obtidos com exclusividade por ISTOÉ, atestam desvios recorrentes na produção e estocagem do plasma coletado e lançam suspeitas sobre a existência de uma nova modalidade de máfia dos vampiros, com conexões até na França. Os lotes vencidos foram coletados em 41 hemocentros e bancos de sangue de diversos Estados em 2003 e 2004, justamente o ano em que estourou o escândalo do comércio ilegal de hemoderivados, desbaratado pela Polícia Federal na Operação Vampiro. Então ministro, Costa chegou a ser indiciado por suspeita de participação no esquema. Em março de 2010, foi absolvido pela Justiça e conseguiu ser eleito senador. Agora, apenas dois anos depois, está dedicado a virar prefeito do Recife, numa estratégia para chegar ao governo de Pernambuco em 2014.

Leia no Blog do Sombra a íntegra de  "Como o governo deixou estragar 55 mil bolsas de sangue"