“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Senadores petistas e advogada Janaína Paschoal trocam ofensas na Comissão do Impeachment

Segunda, 27 de junho de 2016


 'As pessoas medem as outras pela própria régua' (Janaína Paschoal)
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Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O senador Lindbergh Farias na Comissão Processante do Impeachment durante oitiva de Patrus Ananias, testemunha de defesa de Dilma (Wilson Dias/Agência Brasil)
O senador Lindbergh Farias acusa Janaína Paschoal de ter sido contratada pelo PSDB  —Wilson Dias/Agência Brasil
Um bate-boca marcou os trabalhos da Comissão Processante do Impeachment hoje (27), durante a oitiva do ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, como testemunha de defesa da presidenta afastada, Dilma Rousseff. Depois de ter dito em plenário que o juiz que determinou a prisão de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, tinha sido orientando pela advogada de acusação do processo de impeachment, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), voltou a levantar o assunto durante a reunião da comissão.

sábado, 16 de janeiro de 2016

A presidente vai com o povo ou com o mercado?

Sábado, 16 de janeiro de 2016
Lindbergh Farias

Do Facebook do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ)
A dívida pública consome, por ano, 46% dos gastos do governo federal. Em 2015, o gasto com o pagamento de juros e amortização da dívida chegou a quase 1 trilhão de reais, o que representa um gasto 25 vezes maior do que o total de investimentos do governo. Enfrentar o problema da dívida pública, investigar suas origens, que remetem à contratos obscuros firmados na Ditadura Militar é, portanto, uma questão decisiva para a consolidação da soberania nacional, a retomada do desenvolvimento e a consolidação da democracia.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Senador diz que reformas trabalhista e previdenciária são "suicídio político"

Segunda, 28 de dezembro de 2015
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
As reformas trabalhista e da Previdência, defendidas pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, são "suicídio político", segundo o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Após participar de reunião no Ministério do Trabalho e Emprego, o senador informou aos jornalistas que as propostas não têm chance de aprovação no Congresso.

domingo, 8 de março de 2015

Lava Jato: Senadores do PT teriam recebido ao menos R$ 4 milhões, apontam petições

Domingo, 8 de março de 2015 
Para Procuradoria-Geral da República, há indícios de que Gleisi Hoffman e Lindberg Farias sabiam que repasses recebidos da Petrobras eram ilícitos
As petições para a abertura de inquérito contra políticos implicados no esquema de corrupção na Petrobras apontam que os três senadores do PT investigados pela Operação Lava Jato teriam recebido ao menos 4 milhões de reais de forma ilícita. ...
 
Nos documentos, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, indica haver indícios de que a ex-ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, e Lindberg Farias sabiam da irregularidade das verbas ao pedirem doações para suas campanhas. O PGR pediu a investigação de ambos, além do ex-ministro da Saúde, Humberto Costa.
Fonte: Por Gabriel Bonis, Carta Capital; Blog do Sombra

sábado, 28 de setembro de 2013

O que Lindbergh queria?

Sábado, 28 de setembro de 2013 
“Dinheiro, como todo mundo”, disse Delúbio Soares – antes de avalizar um contrato de caixa dois com uma agência de publicidade, em 2004
 
MURILO RAMOS E DIEGO ESCOSTEGUY
Revista Época 
27/09/2013 20h55
O ano de 2004 foi especial para Lindbergh Farias, atualmente senador e pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo PT. Inexpressivo como deputado federal e empacado politicamente pela imagem juvenil de cara-pintada, imagem que o perseguia desde o impeachment de Fernando Collor de Mello, nos anos 1990, Lindbergh percebeu que era hora de dar uma sacudida na carreira. Com o apoio da cúpula do PT, decidiu sair candidato a prefeito de Nova Iguaçu, uma das principais cidades da Baixada Fluminense. Administrar Nova Iguaçu seria, como se confirmou depois, um trampolim para projetos políticos mais ousados. Lindbergh sabia que precisava tornar seu nome conhecido na região e, nessa cruzada, contava com o respaldo dos próceres do partido, principalmente do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, que via nele grande potencial. O primeiro passo era evidente: contratar uma assessoria de marketing político para promover a metamorfose, aos olhos do eleitorado, de líder dente de leite em gestor qualificado. Escolheu-se para o trabalho a agência paulista Supernova Mídia, do marqueteiro Carlos Colonnese, conhecido como Cacá. A parceria deu certo, e a passagem de Lindbergh para o segundo turno das eleições municipais entusiasmara a direção do PT. Mas também causara preocupação. Como a campanha de Lindbergh arrumaria os R$ 2,7 milhões que o marqueteiro Cacá exigia para continuar trabalhando?
>> A máquina de contar dinheiro


ENDOSSO Delúbio Soares e o contrato de Lindbergh Farias com a Supernova Mídia. Mesmo relutante, Lindbergh assinou – e Delúbio topou ser fiador (Foto: Elio Rizzo/Futura Press)
ENDOSSO Delúbio Soares e o contrato de Lindbergh Farias com a Supernova Mídia. Mesmo relutante, Lindbergh assinou – e Delúbio topou ser fiador (Foto: Reprodução)
Lindbergh, de acordo com líderes do PT que coordenaram as campanhas do partido em 2004, fez o que todos no partido faziam: foi pedir dinheiro a Delúbio Soares, então tesoureiro petista.

Leia a íntegra da reportagem

sábado, 14 de setembro de 2013

Senador Lindberg Farias (PT) é investigado por compra de decisão judicial

Sábado, 14 de setembro de 2013
Da Revista Época que começou a circular neste final de semana
Ela aparece num vídeo que é peça-chave de um inquérito aberto neste ano no STF para investigar o senador Lindbergh Farias e um desembargador do Rio de Janeiro
 
HUDSON CORRÊA
Em 2005, o empresário carioca Murillo de Almeida Rego foi acusado pela CPI dos Correios de montar operações para lesar fundos de pensão de empresas estatais. Depois do episódio, abandonou a carreira no mercado financeiro. Como suvenir daquele tempo, conservou em casa uma máquina de contar dinheiro. O aparelho voltou a ser útil na manhã chuvosa de 22 de fevereiro de 2008, quando Jayme Orlando Ferreira bateu à porta de seu apartamento, no Rio de Janeiro. Jayme era assessor de Lindbergh Farias. Naquela época, o hoje senador do PT do Rio era prefeito da cidade fluminense de Nova Iguaçu. Jayme trazia uma mochila cheia de dinheiro. A maquininha contou R$ 150 mil. Murillo tinha uma câmera escondida na sala de visitas. O equipamento registrou a maquininha em ação e gravou 40 minutos de uma conversa nada republicana. Leia a íntegra

sábado, 23 de março de 2013

As acusações de desvio de dinheiro contra o senador Lindbergh Farias

Sábado, 23 de março de 2013
Da Revista Época

Unidos no apoio ao governo federal, PT e PMDB abusam do “fogo amigo” no Rio de Janeiro. ÉPOCA obteve documentos inéditos com denúncias de pagamento de propina a Lindbergh Farias, pré-candidato petista ao governo do Estado, e a empresas de sua família

HUDSON CORRÊA
GUERRA... O senador Lindbergh Farias.  “O que fizeram comigo foi uma violência, uma covardia. Quebraram o sigilo de toda a minha família” (Foto: Fernando Young Brasileiro)

O plenário do Congresso Nacional estava lotado no começo da noite do dia 6 de março. Esbarrando em colegas, o senador Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, passou pelo deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ) e, dedo em riste, falou alto: “Vou brigar com os grandes. Não tenho medo das máquinas do governo e da prefeitura”. Lindbergh tem motivos para se revoltar contra o PMDB, principal partido aliado do governo Dilma Rousseff e sigla que controla a prefeitura da capital e o governo do Rio. Desde que se lançou pré-candidato a governador do Estado, no final do ano passado, Lindbergh vinha sendo alvo do “fogo amigo” do PMDB – cujo objetivo é fazer do atual vice-governador, Luiz Fernando Pezão, o sucessor de Sérgio Cabral. Agora a briga esquentou, e os golpes verbais deram lugar aos dossiês. Desta vez, os documentos divulgados não são vazios, como costuma acontecer com a maioria dos dossiês que circulam nas campanhas. A partir de material obtido com o PMDB, ÉPOCA fez seu próprio levantamento e obteve uma série de documentos com denúncias contra Lindbergh. Os papéis constam de um inquérito a que Lindbergh responde no Supremo Tribunal Federal, com acusações de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro – relativas ao período em que foi prefeito de Nova Iguaçu, entre 2005 e 2010.

sábado, 9 de março de 2013

Lindbergh Farias ajudou a eleger Renan Calheiros presidente do Senado

Sábado, 9 de março de 2013
Veneno do Blog do Garotinho

Lindbergh ri do que Renan disse, e faz rir o senador Fernando Collor (PTB - AL)
Lindbergh ri do que Renan disse, e faz rir o senador Fernando Collor (PTB - AL)

O senador Lindbergh Farias (PT - RJ) mais uma vez revela seu lado hipócrita ao reclamar do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB - AL). Ora, Lindbergh foi um dos que ajudou Renan Calheiros a ser presidente do Senado e consequentemente do Congresso, mesmo com o Brasil inteiro clamando "Fora Renan!". Lindbergh votou nele, pediu votos para Renan, ria das suas piadas, dava tapinhas no ombro, enfim bajulava-o de todas as formas. Agora quem deve estar rindo da cara de Lindbergh é Renan Calheiros.

Aliás, como mudou esse rapaz. Ele que foi líder dos "caras pintadas" pedindo o impeachment de Collor, hoje diverte o senador com suas piadas levando-o às gargalhadas e também o bajulando. Como mudou Lindbergh!

Aliás, querem uma boa, o senador Lindbergh que nunca foi evangélico está hoje numa convenção de pastores em Paty do Alferes, interior fluminense, fingindo que é o que não é.

sábado, 8 de maio de 2010

Justiça bloqueia bens de Lindenberg Farias

Sábado, 8 de abril de 2010
O jornal O Globo divulgou que Lindenberg Farias, pré-candidato ao Senado pelo PT do Rio, está impedido de movimentar suas contas bancárias ou vender imóveis e veículos. A proibição é da 3ª Vara Cível de Nova Iguaçu, que atendeu pedido do Ministério Público.
Ele é suspeito de estar envolvido na contratação de uma fundação, em 2005, para aperfeiçoar o modelo de gestão da prefeitura de Nova Iguaçu, da qual era prefeito. Para os promotores, a fundação serviu de fachada para a contratação, sem licitação, de empresas ligadas ao PT.