“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Suspeito —PT, PV, Rede, PCdoB e PDT protocolam pedido de afastamento do governador Ibaneis Rocha no STJ

Quarta, 28 de janeiro de 2026

Suspeito
PT, PV, Rede, PCdoB e PDT protocolam pedido de afastamento do governador Ibaneis Rocha no STJ

Partidos pedem apuração de possíveis crimes e improbidade administrativa do governador do DF na gestão do BRB

Brasil de Fato — Brasília
Redação

Representação foi protocolada na tarde desta segunda-feira (26) em Brasília | Crédito: Foto: Jorge Monicci

Mais cinco partidos de oposição ao Governo do Distrito Federal protocolaram nesta segunda-feira (26) o pedido de afastamento do governador Ibaneis Rocha (MDB) no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ação conjunta do Partido dos Trabalhadores (PT-DF), Rede Sustentabilidade (Rede-DF), Partido Democrático Trabalhista (PDT-DF), Partido Verde (PV-DF) e Partido Comunista do Brasil (PCdoB-DF) requer a apuração de possíveis crimes e atos de improbidade administrativa cometidos pelo chefe do Executivo em relação à gestão do Banco de Brasília (BRB), que tem o GDF como acionista majoritário e controlador da instituição bancária.

“Nós apresentamos ao STJ para que possam apurar as irregularidades que aconteceram e estão acontecendo no Distrito Federal com relação à tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, que ocasionou um prejuízo fenomenal ao DF”, ressaltou a presidenta de honra do PT-DF, Arlete Sampaio.

terça-feira, 31 de março de 2020

GDF precisa priorizar a assistência social, afirma a Rede em nota oficial

Quinta, 31 de março de 2020
Leia a nota desta terça (31/3) da Rede Sustentabilidade 

Embora estejamos vivendo um momento de intensa excepcionalidade, tanto na vida das pessoas, quanto das empresas e do próprio governo, existem atividades que não podem parar. Assim se dá com algumas categorias de trabalhadores, segmentos empresariais e, também, com parte das atividades afetas ao Estado. Enquanto, por exemplo, as escolas estão com suas atividades suspensas, os sistemas de saúde e segurança seguem operando, inclusive, em escala superior ao que ocorre em tempos de normalidade.
Neste contexto, e inclusive pelos impactos que a acertada política de isolamento social tem acarretado na economia popular, entendemos que a continuidade das políticas assistenciais deva estar entre as atividades que precisam ser garantidas e priorizadas pelo governo. Somente dessa forma as famílias que normalmente já dependem do Estado para garantir a sua segurança alimentar não serão obrigadas, neste momento, a sair de suas casas em busca da satisfação de suas necessidades mais básicas.
Infelizmente, segundo informações recebidas de técnicos da área de desenvolvimento social do Distrito Federal, o GDF não vem atendendo de forma tempestiva às requisições por cestas básicas, demorando até quatro meses para a concessão desse e de outros benefícios. São centenas de famílias que acessam as políticas de assistência social por dia, às quais, mesmo antes da pandemia, já vinha sendo dispensada pouca ou nenhuma atenção pelo atual governo do Distrito Federal, mas que agora se veem em um desamparo ainda maior.
A REDE Sustentabilidade, embora não integre a base de apoio ao governo Ibaneis Rocha, vem elogiando e respaldando diversas providências implementadas pelo atual governador na administração desta crise que afeta a população do Distrito Federal, tanto quanto vem afetando a do Brasil e a do mundo. Por outro lado, essa mesma crise vem impondo aos líderes políticos de todas as matizes ideológicas uma revisão na sua escala de valores e prioridades, indicando aos mesmos que a negligência histórica em relação a determinados papéis do Estado, cedo ou tarde, cobra o seu preço.
Sendo assim, se a área de assistência social nunca esteve entre as prioridades do atual governo do Distrito Federal, é imperioso que passe a figurar entre as mesmas, não apenas porque é justo e necessário amparar essas famílias, mas também para que as negligências em relação a esse dever do Estado não venham, neste momento crítico, a agravar ainda mais os sistemas de saúde e segurança.



segunda-feira, 12 de junho de 2017

REDE pede ao STF a anulação do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE

Segunda, 12 de junho de 2017
Da Rede
A Rede Sustentabilidade acaba de apresentar uma Reclamação ao Supremo Tribunal Federal para pedir a nulidade do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral, concluído na última sexta-feira, que absolveu a chapa vencedora das últimas eleições presidenciais de 2014. A ação foi proposta com base no art. 992 do Código de Processo Civil de 2015 e do art. 161, inciso III, do Regimento Interno do STF e pede a realização de um novo julgamento. Só que, desta vez, considerando as provas colhidas em depoimentos prestados pelos executivos da empreiteira Odebrecht. Além disso, a Rede solicita que o processo do TSE seja suspenso até que a reclamação de hoje seja julgada pelo plenário do STF. O deputado federal Alessandro Molon, demais integrantes da bancada no Congresso e representantes do partido estarão no salão verde, às 16h, para conceder uma entrevista coletiva

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Psol protocolou hoje (6/2) na Justiça Federal ação contra nomeação de Moreira Franco

Segunda, 6 de fevereiro de 2017
Do Facebook da Liderança do Psol na Câmara dos Deputados
O PSOL 50 protocolou hoje, na Justiça Federal, em Brasília, ação popular para anular a nomeação de Moreira Franco para o cargo de ministro da recriada Secretaria-Geral da Presidência da República. Amanhã, dia 07, a bancada do PSOL protocolará no Supremo Tribunal Federal (STF) mandado de segurança coletivo no mesmo sentido.
Com a nomeação feita pelo governo Temer, Moreira passa a ter foro privilegiado. Na avaliação do PSOL, as 34 citações à Moreira Franco por ex-executivo da Odebrecht exigem o esclarecimento dos fatos e tornam incompatível a alteração de foro no presente momento.

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Leia também as informações a seguir, incluídas nesta postagem às 21h20. 
Rede questiona nomeação de Moreira Franco como ministro de Estado

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Rede entra no STF com mandado de segurança que pede afastamento de Moreira Franco da Secretaria Geral da Presidência

Sexta, 3 de fevereiro de 2017
Além da REDE, o senador do partido Randolfe Rodrigues (AP) também ajuizou no fim da tarde desta sexta-feira uma ação popular com pedido de liminar na Justiça Federal do Amapá, com a intenção de suspender a nomeação de Franco para a Secretaria Geral da Presidência.
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Da Rede
A Rede Sustentabilidade entrou no início da noite desta sexta-feira, 3 de fevereiro, com um mandado de segurança e pedido de liminar no STF (Supremo Tribunal Federal) que pede o afastamento imediato de Moreira Franco do comando da recém-criada Secretaria Geral da Presidência. No entendimento do partido, essa nomeação, feita pelo presidente Michel Temer trata-se de uma artimanha para proteger o novo titular das investigações da Operação Lava Jato. A pasta ocupada por Franco ganhou status de ministério e, por esse motivo, ele passa a ter direito a foro privilegiado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Rede pede afastamento de Renan ao Supremo

Segunda, 5 de dezembro de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
Brasília - Presidente do Senado, Renan Calheiros, concede entrevista à imprensa no Congresso Nacional (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - A medida foi tomada após a decisão proferida pela Corte na semana passada, que tornou Renan Calheiros réu pelo crime de peculatoMarcelo Camargo/Agência Brasil

A Rede Sustentabilidade entrou hoje (5) no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação para afastar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do cargo. A medida foi tomada após a decisão proferida pela Corte na semana passada, que tornou Renan réu pelo crime de peculato. O relator do pedido liminar é o ministro Marco Aurélio.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Deputado distrital Chico Leite é eleito para a Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade

Segunda, 7 de março de 2016
Eleição aconteceu neste domingo (07/3) quando foram definidos os novos integrantes do Elo Nacional e da Executiva

Mais de 600 pessoas participaram do 2º Congresso da REDE, realizado de quinta-feira (3) a domingo (7), no Centro de Eventos e Treinamento da CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio), em Brasília (DF). No final do evento foram escolhidos os integrantes do Elo Nacional (correspondente a diretório) e da Executiva Nacional.

Fonte: Gabinete do deputado Chico Leite

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Ibram e Zoológico: Nota oficial da Rede DF

Segunda, 22 de fevereiro de 2016
A atual gestão do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) tem-se portado de modo transparente, participativo e em pleno acordo com a legislação a que deve-se submeter e, apesar do orçamento deficitário e do quadro de funcionários reduzido - por entender a necessidade de conciliar a responsabilidade da proteção ambiental à dinamização da economia - tem enfrentado processos há muito represados e de grande importância para o Distrito Federal, a exemplo da Orla do Lago Paranoá, cumprindo o seu papel legal e por isso, suscitado reações daqueles que se opõem aos avanços do desenvolvimento sustentável de Brasília.

Com uma orientação equilibrada, a Presidência do IBRAM não pode e nem deve apressar ou retardar a análise de qualquer processo de licenciamento ambiental e sim fazê-lo como determina a lei.

A REDE informa que não houve conversas com caciques do partido, porque na REDE Sustentabilidade não existe a figura de donos de legenda.

Assim, a REDE Sustentabilidade vem a público manifestar apoio à Presidente do IBRAM, Jane Maria Vilas Bôas, por sua postura transparente e técnica, alicerçada em sete anos de experiência no Ministério do Meio Ambiente.

Em relação ao Zoológico a REDE informa que a gestão anterior foi indicada pelo Governador. No momento atual, porém, a REDE aceitou indicar um interino para a área e ao fazê-lo, também apresenta proposta de realização de concurso nacional para escolha de um novo Diretor Presidente com capacidade técnica e administrativa para a gestão da Fundação Jardim Zoológico de Brasília.
Brasília, 22 de fevereiro de 2016.
Executiva Regional do DF
REDE Sustentabilidade

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Liminar do STF restabelece prazo de 30 dias para migração de parlamentares para novos partidos

Segunda, 9 de novembro de 2015
Do STF
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5398 para restabelecer o prazo integral de 30 dias para que detentores de mandatos eletivos se filiem aos novos partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) imediatamente antes da entrada em vigor da Lei 13.165/2015. A chamada lei da minirreforma eleitoral excluiu a criação de nova legenda como hipótese de justa causa para a desfiliação sem perda de mandato por infidelidade partidária.
A ADI foi ajuizada pela Rede Sustentabilidade, que alega que, até então, a regra em vigor para a desfiliação era a Resolução 22.610/2007 do TSE, que incluía a criação de novo partido entre as hipóteses de justa causa para se desfiliar de um partido. No julgamento da Consulta 755-35, a Corte eleitoral ratificou seu entendimento fixando o período de 30 dias, a partir do registro do novo partido, como prazo razoável para a migração de detentores de mandato.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Rede pode romper


Quinta, 1º de outubro de 2015
Sertanejo da Bahia como sou, sei que não há nada melhor do que uma rede à sombra para minimizar o calor, o mormaço das tardes do meu Nordeste. Ou, na madrugada na varanda de uma casa em Amaralina, em Salvador, ouvir o quebrar das ondas do mar e receber no rosto a gostosa brisa que vem do Oceano Atlântico.
Rede é bom, mas cuidado com a queda de uma danada dessa. Desde criança sempre ouvi falar que a bicha é perigosa. Se as cordas rompem, o sujeito terá muita sorte se não quebrar e ficar com o espinhaço torto e doído para o resto da vida. Se não estraga o espinhaço, possivelmente racha o quengo. E aí será um milagre não ficar com os miolos moles.
Por que o texto acima? Porque estou vendo tanta gente pular para a Rede da Marina, que estou receoso das cordas não aquentarem o peso. Se as cordas aguentarem, a rede rasga. Ora, se rasga. Aí vai ser um monte de marmanjos com o espinhaço torno ou os miolos moles soltos na política desse mundo de Meu Deus.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Na Rede com Marina: Plenário do TSE aprova pedido de registro da Rede Sustentabilidade, que terá o número 18 nas urnas

Terça, 22 de setembro de 2015
'Rede', na sombra; 'Pais', no sol e na chuva.
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Do TSE
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram por unanimidade na sessão desta terça-feira (22) a criação da Rede Sustentabilidade (REDE), o 34ª partido a obter registro do estatuto e do órgão de direção nacional no Tribunal. A Corte considerou que a legenda cumpriu no julgamento desta noite a exigência de caráter nacional quanto ao apoio de eleitores à sua criação. Este foi único requisito que levou à rejeição do registro da sigla no julgamento ocorrido em 3 de outubro de 2013. Ao aprovar o registro, o Tribunal determinou que a agremiação altere alguns artigos de seu estatuto partidário que estão em desacordo com a legislação eleitoral. A REDE terá o número 18 nas urnas eletrônicas.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

MP Eleitoral é favorável ao registro do Partido Rede Sustentabilidade

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Quinta, 27 de agosto de 2015
Do MPF
Ao contrário do que aconteceu em 2013, o partido agora conseguiu atingir o número mínimo de apoiamentos necessários ao deferimento do pedido
A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) manifestou-se pelo deferimento do pedido de registro do Partido Rede Sustentabilidade (RPP 59454). Em parecer enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão, sustenta que agora o partido alcançou o percentual mínimo necessário previsto em lei, correspondente a 0,5% dos votos válidos na última eleição para Câmara dos Deputados.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Rede de Marina "não será de defesa das reivindicações mais sentidas da classe trabalhadora"

Domingo, 17 de fevereiro de 2013
O surgimento do partido ao redor de Marina Silva não representa nenhuma novidade importante. Embora seja expressão da crise dos partidos tradicionais, que não conseguem mais representar milhões de pessoas que querem apoiar uma forma de fazer política de acordo com interesses públicos, infelizmente Marina lança um partido que tem como objetivo principal apresentar seu nome para a disputa presidencial de 2014. Mas o problema deste projeto é muito superior a sua natureza de força política ao redor de um projeto meramente eleitoral. Ao se definir como um partido que não é nem de esquerda nem de direita e reivindicar os chamados avanços dos governos do PSDB e do PT, o partido liderado por Marina, infelizmente, se mantém nos marcos da sustentação de um regime político marcado pela defesa dos interesses do grande capital e pautado pela ideologia dominante de que não há possibilidade de uma sociedade controlada pelos trabalhadores e pelo povo. O partido liderado por Marina não será de defesa das reivindicações mais sentidas da classe trabalhadora, por melhores salários contra os grandes empresários, contra as privatizações da educação, da saúde, das grandes empresas então estatais – como foi o caso da Vale do Rio Doce. Não defenderá nem os bancos públicos nem a suspensão do pagamento da dívida pública que faz com que a maior parte dos recursos do orçamento da União sejam para sustentar as cinco mil famílias mais ricas do Brasil e o sistema financeiro. Não é à toa que entre seus líderes estão parlamentares do PSDB de SP, além de grandes empresários.

Por isso o PSOL, embora respeite e considere legítimo o surgimento deste novo partido, não deposita nenhuma ilusão em sua natureza. Trata-se de um partido que se limita a atuar numa linha de manutenção da atual estrutura economia e social do Brasil, uma estrutura dominada pelas grandes corporações internacionais e nacionais, pelo sistema financeiro e pelo agronegócio. 

Leia a íntegra no site do MES – Movimento Esquerda Socialista do Psol/DF

Fonte: MES – Psol/DF

Novo partido de Marina não será de oposição nem de situação. Ou seja, ficará em cima do muro?

Domingo, 17 de fevereiro de 2013
Carlos Newton
Reportagem de Márcio Falcão e Erich Decat, na Folha, revela que, em sua primeira manifestação no lançamento do novo partido, a ex-senadora Marina Silva disse que a legenda não será de oposição nem de situação. Assinalou que a ideia de criar o partido não é apenas para se colocar em uma eleição, criticou o “caciquismo” na política e disse que a Rede, como é chamadoa a legenda, deve se colocar para quebrar a “lógica de partidos a serviço de pessoas”.

Foi um discurso meio complicado, que o jornalista Elio Gaspari certamente atribuiria a uma de suas personagens mais satíricas, a Madame Natascha. “O que está acontecendo aqui é um partido para questionar a si próprio, e tem que ser assim. Não pode ser partido para eleição. Não é o principal. Estamos em uma nova visão de mundo, de sujeito político que não é mais espectador da política, esse sujeito é protagonista”, afirmou a ex-senadora.

Cada vez ficava mais difícil de entender. Marina Silva então disse que a nova legenda está questionando a “incapacidade da política de interferir”. E foi adiante: “Não tem conformação com o modelo anterior. É o questionamento das estruturas verticalizadas. Saímos de um ativismo dirigido pelo sindicato, pela ONG, pelo DCE, com a modernização do ativismo autoral. Você não tem estrutura na frente ou atrás das pessoas, você tem estruturas ao lado”, salientou. “Não tem liderança carismática que possa ser o grande líder, o messias, o condutor do grande grupo”, completou.

Sem anunciar o nome da nova legenda, Marina disse que a ideia é fazer alianças pontuais, mas sem se rotular como governo ou oposição. “Não é mais liderança única, é liderança multicêntrica, não é movimento de arco e flecha. Uma hora sou arco e outra sou flecha, só espero não ser o alvo.”

Caramba! A ex-ministra e ex-senadora falou, falou, falou, mas não disse nada. E fez um verdadeiro contorcionismo político, para ficar bem com todo mundo, poupando particularmente o PT e o PV, seus antigos partidos.  Mas se a tal Rede é apenas mais uma legenda para ficar em cima do muro, não seria  melhor fazer logo uma coalizão com o PSD de Kassab, euq é especialista em morder e assoprar fisiologicamente, digamos assim.

O discurso de Marina Silva, com toda certeza, necessitava de tradução simultânea.  Ficou parecendo aquelas interpretações geniais de Rogério Cardoso no papel de “Rolando Lero”.