Segunda, 14 de fevereiro de 2022

Pedro Rafael Vilela
Brasil de Fato | Brasília (DF)
14 de Fevereiro de 2022
Naquela que já foi considerada a maior favela da América Latina —maior até do que a internacionalmente conhecida Rocinha, no Rio de Janeiro—, um grupo de mulheres se apossa do petróleo que abunda no subsolo e passa a comandar toda uma rede de comércio ilegal do produto na periferia do Distrito Federal.
A alegoria do "petróleo é nosso" ganha um novo significado (e uma nova gramática) a partir do Sol Nascente, extremo oeste de Ceilândia, no mais novo filme do principal nome do cinema candango na atualidade, o goiano-ceilandense Adirley Queirós. "Mato seco em chamas" será exibido essa semana no 72ª Festival de Cinema de Berlim, um dos mais prestigiados do mundo.
A mostra começou no último dia 10 e segue até o próximo dia 20 de fevereiro, na capital alemã. O filme está na programação da sessão Fórum, que reúne as obras mais experimentais e politizadas selecionadas para o festival.
