Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

STF tem quatro votos a favor de enquadrar homofobia como racismo, faltam apenas mais 2

Quinta, 21 de fevereiro de 2019
A sessão foi suspensa e será retomada na próxima quarta-feira (27/2)


Por André Richter - Repórter da Agência Brasil 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso votou hoje (21) a favor do enquadramento da homofobia, que é caracterizada por condutas de preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais), como crime de racismo.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Em Santa Maria: Juiz homologa acordo sobre homossexual ofendido em ônibus

Terça, 24 de julho de 2018
Foto EBC
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Do TJDF
O juiz titular da 2ª Vara Cível de Santa Maria homologou, em 18/7, durante audiência de instrução e julgamento, acordo entre ativista da causa LGBT e a empresa Mobilidade Urbana - URBI, em ação de indenização por danos morais diante de supostas ofensas proferidas por funcionários da empresa, tendo em vista a opção sexual do autor.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

STF: união estável e casamento são iguais para herança, incluindo homoafetivos

Quarta, 10 de maio de 2017
Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (10), por 7 votos a 3, que a união estável e o casamento possuem o mesmo valor jurídico em termos de direito sucessório, tendo o companheiro os mesmos direitos a heranças que o cônjuge (pessoa casada).

Na mesma sessão plenária desta quarta-feira, o STF afirmou ainda que a equiparação entre companheiro e cônjuge, para termos de herança, abrange também as uniões estáveis de casais LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). O placar dessa decisão foi de 6 votos a favor e 2 contra.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Prova de fogo: Rollemberg enfrentará evangélicos ou regulamenta lei contra a homofobia?

Sexta, 20 de janeiro de 2017
Do Blog do Sombra
Pode parecer um detalhe, mas temas assim se acumulam na estante de descaso contra a população LGBT

Por Edson Sombra


Ainda na campanha, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) sustentava um discurso gay-friendly. Atraía, com isso, a simpatia daqueles que sofrem desde criança a fúria de uma sociedade tupiniquim e preconceituosa que não aceita uma orientação sexual diferente da heterossexualidade. Mas foi só ganhar o diploma de eleito que o discurso ficou no passado.

Ao tomar posse, então, surgiu a prova de fogo: entidades cobravam do então recém-eleito governador a manutenção de uma área do governo que cuidasse das políticas de inclusão dos LGBTs. Entre a defesa da dignidade de pessoas que merecem o respeito de qualquer líder político e a investida da bancada "evangélica" na Câmara Legislativa que deu chiliques contra a criação de uma coordenação para tratar do tema, estranhamente e indo contra as mudanças que o mundo passa, Rollemberg sucumbiu às chantagens dos distritais ligados à igreja.

Pode parecer um detalhe, mas temas assim se acumulam na estante de descaso contra a população LGBT. Em sua edição de hoje, o Correio Braziliense traz uma matéria que revela fazer 17 anos que as pessoas homo-afetivas aguardam pela regulamentação de lei contra a homofobia.

Estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, já possuem normas explícitas para combater a discriminação em decorrência da orientação sexual. Brasília, a capital do futuro e da esperança, submerge juntamente com mais este governo, no conservadorismo e na hipocrisia. Justamente por ser um governo comandado pelo partido chamado de socialista esperava-se que fosse diferente. 

Mas, agora com o reforço do Ministério Público do DF, a luta ganha uma nova oxigenação. Promotores do MP ajuizaram uma ação civil pública contra o governo local onde sublinham a protelação por décadas da regulamentação da lei e pedem a multa de R$ 500 mil caso o pedido seja descumprido.

Detalhe interessante da história é que a lei aprovada lá atrás é de autoria da ex-deputada distrital Maria José Maninha (PSOL) e, pasmem, do hoje governador Rodrigo Rollemberg, à época também distrital. Quando aprovada, em 2000, a lei previa um prazo de 60 dias para ser regulamentada. Foi discutida apenas no governo de Agnelo Queiroz (PT), que sofreu muita retaliação da bancada evangélica que o fez recuar.

Para evitar que a situação se repita, sublinha o Correio, o Ministério Público pede que se estabeleça uma rotina de aplicação da lei até a edição do decreto regulamentador. Os promotores solicitam ainda que seja aplicada uma multa de R$ 100 mil ao Distrito Federal, para cada caso que não receber a decisão em até dois anos.

No entanto, pelo histórico recente das ações do governo Rollemberg, dificilmente a população LGBT poderá ter, em lei, sua dignidade garantida. Controverso entre discurso e prática, o governo do socialista não está com musculatura política para enfrentar essa briga. Que dirá peitar alguns “moralistas” da bancada evangélica.

Definitivamente não quero acreditar que Rollemberg queira ficar conhecido como o governador do gogó. Que gosta de falar, mas que na prática será o Rolando Lero do “não é bem assim”. Ou estou enganado?

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Projeto de Lei. Cristofobia: Um sacrilégio hediondo?

Segunda, 15 de junho de 2015 
Projeto altera o art. 208 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal

Cada dia que passa fico mais e mais surpreso com a criatividade humana.
 
O problema é quando toda esta verve vem acompanhada de muita desinformação e, principalmente, inutilidades e desserviços daqueles que cumprem funções essenciais para a democracia Eis abaixo o Projeto de Lei a que fomos brindados nos últimos dias: ...
Fonte: Por Yuri Felix, portal JusBrasil -
Fonte: Blog do Sombra

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Rollemberg se dobrou

Sexta, 9 de janeiro de 2015
                                      Foto: Agência Brasil
O governo Rollemberg rendeu-se à primeira pressão do bloco ‘Amor por Brasília’, que exigiu a extinção da Subsecretaria para Assuntos de Pessoas LGBT, órgão criado no último dia 2 na estrutura da pasta da ‘Mulher, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos’.
Vergou-se!
E não pega bem para um governador vergar-se e desfazer o que fez, quando o que fez era o correto e necessário.
A subsecretaria morreu ao completar apenas sete dias (isso mesmo, SETE DIAS) de seu nascimento. Se ela era boa, deveria crescer e cumprir sua missão. Se era dispensável —o que não era— não deveria ter sido criada.
Morta a subsecretaria, transformaram os restos mortais em uma ‘coordenadoria’. Coisa acanhada, modesta, inadequada para tamanho desafio que é a proteção das pessoas LGBT contra o preconceito, o ódio e até a agressão física.
Que sua excelência o governador não se deixe vergar mais por coisas desse tipo.
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Saiba mais sobre o caso:

DF: Governar é difícil. Mais fácil, e cômodo, é ceder

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O Bloco Amor e as posições bolsonarianas

Quarta, 7 de janeiro de 2015
O governo Rolemberg criou —na estrutura da Secretaria de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos— a Subsecretaria para Assuntos de Pessoa LGBT. Contra essa subsecretaria se insurgiu o bloco de deputados distritais 'Amor por Brasília', formado basicamente por evangélicos.
Os argumentos usados para criticar a criação da subsecretaria é a mais pífia possível. Eles, os deputados do bloco, e que assinaram nota à imprensa, “entendem que não se deve privilegiar uma minoria. E que o papel do Estado é tratar dos direitos humanos de maneira mais ampla. A partir disso o bloco sugere que seja criada uma subsecretaria em favor dos valores da família, que seria mais abrangente.”
Um ‘perfeito’ argumento para não combater a discriminação e o ódio contra a pessoa LGBT.
Que Rollemberg não fraqueje diante dessa esdrúxula pressão bolsonariana, e assuma postura de estadista de um Estado que deve, até por força da Constituição, ser laico.