“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

OS passa a remunerar diretores em até R$ 18 mil; segundo denunciou a imprensa, as diretoras são servidoras cedidas pelo estado e acumulam rendimentos que, somados, chegam a R$ 45,5 mil

Sexta, 3 de agosto de 2018
Do site Ataque aos Cofres Públicos, com informações de O Popular
Uma imoralidade envolvendo organizações sociais e o serviço público foi destaque dos jornais de Goiás recentemente.
A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), única organização social (OS) na área de assistência social que presta serviço para o governo goiano, passou a remunerar seu quadro de diretores a partir de maio deste ano. E a bolada não é pequena, considerando que as ocupantes acumulam os salários já pagos pelo Estado, uma vez que são cedidas para a entidade.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

OSs da Saúde e da Educação descumprem metas em Goiás

Sexta, 15 de junho de 2018
Do Site Ataque aos Cofres Públicos, com informações de O Popular

Matérias do jornal goiano O Popular confirma o que já sabemos. As organizações sociais de saúde não cumprem metas. Não cumprem porque não são fiscalizadas. Não cumprem porque têm a ótica do lucro e enxergam políticas públicas como negócios, onde é necessário sempre baixar custos para elevar faturamento.
Na Saúde, o jornal publicou em 17 de maio que relatórios produzidos pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) e encaminhados à Assembleia Legislativa mostram que três OSs não alcançaram metas pactuadas em contrato entre os meses de julho e dezembro de 2017.
São elas: Associação Luz da Vida, que atua no Centro de referência e Excelência em Dependência Química (Credeq) de Aparecida de Goiânia, Instituto de Gestão e Humanização (IGH), responsável pela gestão do Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa), e Instituto de Gestão em Saúde (Gerir), que administra o Hospital Estadual de Urgências de Goiânia (Hugo) e o Hospital de Urgências de Trindade (Hutrin).

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Presidente de OS que atua em Goiânia é denunciado por peculato e estelionato no Hugo

Quarta, 21 de fevereiro de 2018
Do Site Ataque aos Cofres Públicos
Com informações do Mais Goiás

Membros do Instituto Gerir, responsável pela gestão do Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO), além de servidores da saúde, enfrentam ação de improbidade administrativa e podem ser penalizados por desvio de recurso público e obtenção de vantagens ilícitas

Promotora de Justiça Fabiana Lemes Zamalloa do Prado

O Ministério Público de Goiás denunciou, nesta terça-feira (20), quatro pessoas envolvidas na terceirização do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) por peculato e estelionato.

O presidente do Instituto de Gestão em Saúde (Gerir), Organização Social que administra a unidade, Eduardo Reche de Souza, é um dos denunciados. O diretor-geral do Hugo, Ciro Ricardo Pires de Castro; a servidora Vilma Soares da Silva; e o ex-superintendente de Controle e Avaliação Técnica em Saúde, Dante Garcia de Paula, também respondem ao processo.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Bloqueados bens de OS e envolvidos em irregularidades

Terça, 9 de janeiro de 2018
Do site Ataque aos Cofres Públicos
Com informações do MPE de Goiás

Hospital de Urgência de Goiânia — HUGO
A Justiça de Goiás concedeu liminar decretando a indisponibilidade, no valor de R$ 338.380,13, dos bens da Organização Social Instituto de Gestão em Saúde (Gerir) e de seu presidente, Eduardo Reche de Souza; do ex-secretário estadual de Saúde, Antônio Faleiros Filho e da servidora Vilma Soares da Silva.
Também tiveram seus bens bloqueados o diretor-geral do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), Ciro Ricardo Pires de Castro, em R$ 221.550,57, e o ex-superintendente de Controle e Avaliação Técnica em Saúde, Dante Garcia de Paula, em R$ 156.817,11.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mais uma OS suspensa por decisão liminar em Goiás

Quarta, 20 de setembro de 2017
Do site Ataque aos Cofres Públicos, com informações do Ministério Público de Goiás

Faespe é a terceira OS na área de Ensino profissionalizante a ter sua capacidade técnica e a idoneidade moral e profissional de seus diretores reprovada na Justiça.

itego-goias
Mais uma organização social é impedida na Justiça de seguir adiante na gestão das unidades do Ensino Profissionalizante de Goiás. O juiz Reginaldo Alves Ferreira, da 1ª Vara da Fazenda Pública do Estado, deferiu, nesta segunda-feira (18), pedido de liminar pela suspensão do contrato de gestão entre a Fundação Antares de Ensino Superior, Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (Faespe) e a Secretaria de Esporte, Cultura e Educação (Seduce).
A OS foi uma das escolhidas para administrar unidades do Instituto Tecnológico (Itego).

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Juíza determina a suspensão do contrato entre governo e OS da área da educação

Quarta, 13 de setembro de 2017
Do Ataque aos Cofres Públicos, com informações do Mais Goiás
fernandokrebs
Não são todos os Estados que têm membros do Ministério Público atuantes como em Goiás. E isso se deve ao trabalho incansável do promotor de Justiça Fernando Krebs, na luta contra o sucateamento dos serviços públicos goianos.
Em resposta à uma ação de Krebs, a juíza Suelenita Correia deferiu, em tutela de urgência, a suspensão do contrato entre o Estado de Goiás e a Organização Social (OS) Cegecon.
Na medida, ela determina a proibição de novos contratos de gestão, sob pena de multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Auditores acham médicos trabalhando até 60h seguidas em hospitais geridos por OSs, em Goiás

Segunda, 28 de agosto de 2017
Auditores acham médicos trabalhando até 60h seguidas em hospitais geridos por OSs, em Goiás
Ministério do Trabalho também identificou atraso no pagamento de salários; somadas, as multas chegam a R$ 120 mil.
 
Por Delmo Menezes-Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Blog do Sombra
 
O Ministério do Trabalho autuou sete hospitais públicos administrados por Organizações Sociais (OSs) por irregularidades trabalhistas. Médicos chegava a trabalhar por 60 horas seguidas e havia atraso no pagamento de salário. Somadas, as multas chegam a R$ 120 mil.
 
Os auditores do Ministério do Trabalho também encontraram evidências de sonegação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e jornada de trabalho excessiva.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Justiça determina suspensão de contrato com OS selecionada para gerir educação em Goiás

Terça, 8 de agosto de 2017
itego

Do site Ataque aos Cofres Públicos

Ministério Público aponta a falta de qualificação da organização social para prestar o serviço em uma unidade do Instituto Tecnológico do Estado de Goiás (Itego)

sexta-feira, 10 de março de 2017

OSs: oferecida denúncia contra 8 envolvidos em fraudes na Universidade Estadual de Goiás

Sexta, 10 de março de 2017
Do Ministério Público do Estado de Goiás
Material apreendido no dia em que foi deflagrada a operação
Material apreendido no dia em que foi deflagrada a operação
Os denunciados Marcelo Henrique dos Santos, Adair Antônio de Freitas Meira, Luiz Antônio Arantes, Francisco Afonso de Paulo, Antônio Fernandes Júnior, Lucas Vieira da Silva Meira e Lívia Baylão de Morais estão sendo acusados dos crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e dispensa indevida de licitação.A desembargadora Elizabeth Maria da Silva promoveu, nesta quarta-feira (8/3), a autuação da denúncia oferecida pelo Ministério Público de Goiás na segunda-feira (6/3) contra os oito envolvidos em crimes que acarretaram prejuízo à Universidade Estadual de Goiás (UEG) em valor superior a R$ 10 milhões. A magistrada determinou ainda o levantamento do sigilo da peça processual, mantendo a restrição de acesso aos autos. As medidas cautelares diversas da prisão foram mantidas em relação a todos os denunciados.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Justiça determina suspensão de edital para escolha de OS na educação

Quarta, 4 de janeiro de 2016
Decisão aponta que organizações não têm experiência na área e idoneidade.

Seduce diz que ainda não foi notificada e que vai recorrer da decisão.

Veja aqui a matéria do G1 Goiás

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

REPORTAGEM ESPECIAL: Educadores se unem a policiais para espionar estudantes em Goiás

Segunda, 31 de outubro de 2016
Da Ponte

Conteúdo vazado de Whatsapp revela que governo goiano usa táticas de guerra contra ocupações de escolas

Diretores de escola que atuam como espiões, informando à polícia os nomes de professores e estudantes envolvidos com movimentos de contestação. Opositores do governo que têm seus passos monitorados nas ruas e redes sociais. Estudantes que, ao participarem de um protesto, são identificados e chamados para terem “uma conversa” com a direção de sua escola. “Olheiros” infiltrados pelo governo que participam de reuniões em sindicatos e movimentos sociais para informar aos seus superiores tudo o que é falado ali.

É um enredo que poderia se passar na Coréia do Norte ou na antiga Alemanha Oriental, mas são todas estratégias levadas a cabo pela atual gestão do governador Marconi Perillo (PSDB), em Goiás. Todas essas estratégias são descritas nas mensagens de um grupo de Whatsapp que reúne as cúpulas da Secretaria da Educação, Cultura e Esporte (Seduce) e da Polícia Militar, além de delegados da Polícia Civil e do setor de inteligência da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária.


O conteúdo do grupo, ao qual a Ponte teve acesso, dá uma pista das técnicas de monitoramentos, ameaças e violências que os governos estaduais vêm adotando no combate aos movimentos de estudantes secundaristas, que hoje ocupam mais de mil escolas no Brasil, a maior parte delas no Paraná.
A secretária de Educação de Goiás, Raquel Teixeira. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
A secretária de Educação de
Goiás, Raquel Teixeira.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Formado por aproximadamente 20 servidores do governo goiano, o grupo de Whatsapp busca neutralizar os movimentos de resistência de professores e alunos contrários ao projeto do governo Perillo de terceirização da gestão escolar. O projeto transfere a administração das escolas públicas para entidades privadas sem fins lucrativos chamadas de organizações sociais, as OSs.

Num trocadilho com as letras das OSs, o grupo de Whatsapp se chama SOS Escolas. Entre seus membros, estão a secretária de Educação, Raquel Teixeira, e o comandante geral da PM goiana, Coronel Divino Alves de Oliveira.

À Ponte, a chefe de comunicação da Secretaria de Educação, Teresa Cristina Ribeiro Costa, que também faz parte do grupo, disse que o SOS Escolas é um “grupo de trabalho” em que “são tratados diversos assuntos administrativos e relacionados à educação e também à prevenção e segurança de alunos e da comunidade escolar” (veja abaixo).

Nas trocas de mensagens observadas pela reportagem, contudo, pouco se falou de educação e muito de repressão.