“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador alimentação infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentação infantil. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Tem veneno nesse pacote: o que nem sempre aparece no rótulo; idec: Tá na mesa. Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Quinta, 2 de julho de 2026

 
Cabeçalho | Tá na Mesa - Idec - Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

A gente olha o rótulo, lê os ingredientes, tenta escolher melhor. Mas e quando parte do risco nem aparece na embalagem? Nesta edição, nós mostramos o que a nova pesquisa ‘Tem Veneno Nesse Pacote’ revela sobre produtos ultraprocessados voltados à primeira infância.

GIF animado - Destaque

Tem veneno nesse pacote: o que nem sempre aparece no rótulo

Quando escolhemos um produto na prateleira do supermercado, esperamos encontrar informações suficientes para fazer uma escolha consciente. Conferimos ingredientes, olhamos a tabela de informação nutricional e, quando existe, prestamos atenção no alerta da rotulagem nutricional frontal. Mas há um aspecto importante que continua praticamente invisível para quem consome: a presença de resíduos de agrotóxicos em produtos ultraprocessados.

É justamente esse tema que investigamos na quarta edição da série ‘Tem Veneno Nesse Pacote’. Desta vez, voltamos nosso olhar para produtos destinados à primeira infância, um período em que a alimentação exerce papel fundamental no crescimento, no desenvolvimento e na formação dos hábitos alimentares dos bebês e das crianças.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

📱 Publicidade infantil nas redes: o alerta do novo monitoramento NBCAL

Quarta, 13 de maio de 2026

 
 
Cabeçalho | Tá na Mesa - Idec - Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável

Enquanto navegamos pelas redes sociais, somos impactados por estratégias de marketing focadas na alimentação infantil. O novo monitoramento da Norma Brasileira de Comercialização de Produtos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) mostra como a publicidade digital desafia a proteção da amamentação e o direito à informação das famílias.

GIF animado - Destaque

Como a publicidade digital desafia a proteção da amamentação

A alimentação na primeira infância deveria ser cercada de cuidado, informação clara e de qualidade e apoio às famílias. Mas o que o relatório do Monitoramento NBCAL 2025 mostra é que o ambiente digital vem se tornando um espaço cada vez mais agressivo e contrário à proteção da amamentação.

Nós acompanhamos de perto essa discussão porque defender a amamentação também é defender a saúde pública, os direitos das pessoas consumidoras e uma infância mais protegida. E os dados mais recentes do monitoramento realizado pela Rede Internacional pelo Direito de Amamentar (IBFAN Brasil) ajudam a entender por que esse debate continua tão urgente.

1. As redes sociais viraram o principal espaço de irregularidades

Um dos dados que mais chama atenção no relatório é o crescimento das violações da NBCAL nas redes sociais. Em 2022, elas representavam 5% das infrações observadas. Em 2025, esse número saltou para 30,1%.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

OMS pede regulamentação de propaganda de alimentos voltados para crianças

Segunda, 24 de janeiro de 2011
Da Agencia Pulsar Brasil
A Organização Mundial da Saúde, OMS, pediu aos países que reforcem uma série de medidas para evitar que as crianças adotem uma dieta rica em calorias e outros elementos nocivos.
www.brasil.agenciapulsar.org
Alimentos nocivos para as crianças (masascriancassr)

De acordo com informações da Rádio ONU, a OMS lembrou que a TV é responsável por uma grande parte da propaganda de alimentos nocivos. No ano passado, os países-membros da agência endossaram uma nova lista de recomendações sobre o marketing de alimentos e bebidas para crianças.
 

Em todo o mundo, 43 milhões de crianças em idade pré-escolar estão gordas ou obesas. Uma dieta ruim é um dos quatro maiores fatores associados à doenças como câncer, diabetes, problemas cardiovasculares e complicações no pulmão. Essas doenças também matam 35 milhões de pessoas todos os anos.
 

Entre as medidas recomendas pela OMS, estão a redução da exposição de menores à propaganda sobre alimentos nocivos e aulas nas escolas para promover uma dieta saudável.
 

A agência também pede aos países que combatam o marketing que atravessa fronteiras, além de regular a propaganda de alimentos voltada para crianças. (pulsar) 

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Idec diz que parecer de Osório Adriano é um retrocesso

Sexta, 16 de outubro de 2009

Do site do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor:


Idec critica mudanças aprovadas para publicidade infantil
Instituto considera que o parecer, da forma como foi aprovado, é um retrocesso em relação ao texto aprovado em outra comissão anteriormente porque não garante a proteção à criança

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou na semana passada o parecer do deputado federal Osório Adriano (DEM-DF) ao PL (projeto de lei) 5.921/2001, que propõe a proibição da publicidade infantil. A votação aconteceu no último dia 7.

O Idec entende que o parecer do deputado é um retrocesso em relação ao texto anterior, que havia sido aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor.

Na atual redação, o PL não garante a proteção à criança. Apenas se incluiu, no Código de Defesa do Consumidor, a referência a propagandas que induzam a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família entre aquelas que são consideradas abusivas.

"Como o Código já previa como abusivas as publicidades que se aproveitam da deficiência de julgamento e experiência da criança entre as publicidades abusivas, a nova redação nada mais faz do que falar mais do mesmo", ressalta Daniela Trettel, advogada e assessora de representação do Instituto.

O projeto de lei passa agora pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados e, posteriormente, será analisado pelo Senado.

Ao lado do Instituto Alana, o Idec vem defendendo a necessidade de regulação da publicidade infantil e participou de audiência sobre o tema em um encontro promovido na Câmara em junho deste ano, defendendo a restrição de publicidades dirigidas ao público infantil, principalmente de alimentos e bebidas não saudáveis.

Em março, realizou uma pesquisa que mostrou que grandes multinacionais não aplicam no Brasil os compromissos éticos de limitação de publicidade dirigida à criança que assumiram em países em desenvolvimento. Os resultados evidenciaram que o país necessita de uma legislação que obrigue as empresas a mudarem suas práticas, já que não o estão fazendo espontaneamente.

Acesse o site do Idec