Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 10 de julho de 2018

Como socializar o setor bancário

Terça, 10 de julho de 2018

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Eric ToussaintPatrick Saurin

Como os capitalistas demonstraram a que ponto são capazes de cometer delitos e incorrer em riscos – dos quais recusam assumir as consequências – com o único fim de aumentar os seus lucros, como as suas actividades implicam periodicamente um custo extremamente pesado para a colectividade, como a sociedade que queremos construir tem de ser orientada para a procura do bem comum, da justiça social e da reconstituição duma relação equilibrada entre os seres humanos e as outras componentes da natureza, é absolutamente necessário socializar o sector bancário. Tal como propõe Frédéric Lordon, trata-se de realizar «uma desprivatização integral do sector bancário». [1]

segunda-feira, 24 de julho de 2017

MPF oferece denúncia contra cartel do Standard Chartered, Royal Bank of Canada (RBC), Merrill Lynch, Deutsche Bank e Morgan Stanley que manipulou spread cambial

Segunda, 24 de julho de 2017
Do MPF
Funcionários de cinco bancos integravam o grupo que manteve artificialmente o spread, aumentando o lucro das instituições em operações milionárias de câmbio
MPF oferece denúncia contra cartel que manipulou spread cambial
Cédulas de dólar e real. Cartel manipulou spread do câmbio em operações offshore Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou cinco ex-funcionários de grandes bancos internacionais, que operavam no mercado de câmbio offshore, pelo crime de formação de cartel. O grupo ajustou uma margem de spread  comum (diferença entre o preço de compra e venda de moeda estrangeira) em Contratos a Prazo com Liquidação Financeira (Non-Deliverable Forwards Real/NDF), que são operações de compra e venda de dólar utilizadas principalmente como garantia (hedge) para evitar as consequências de eventuais flutuações de câmbio.