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(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

TENTATIVA DE FUGA —Condenadas pelo 8 de janeiro que pediram refúgio no Uruguai vão recorrer a cortes internacionais

Quarta, 31 de janeiro de 2024
Atos golpistas de 8 de janeiro - Joédson Alves/Agência Brasil

Defesa de bolsonaristas que atravessaram a fronteira para o país vizinho critica o que considera 'prisões abusivas'

Mateus Coutinho
Brasil de Fato | Brasília (DF) | 31 de janeiro de 2024

A defesa das condenadas por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro que pediram refúgio no Uruguai informou que vai acionar os tribunais internacionais contra supostos abusos e maus tratos que elas teriam sofrido na prisão.

“Estamos ajuizando uma representação nos Tribunais Internacionais quanto as prisões abusivas e maus tratos sofridos dentro do estabelecimento prisional no período que estavam presas injustamente”, afirmou em nota o advogado Hélio Junior, que representa as manifestantes.

Como revelou o Brasil de Fato, as bolsonaristas Alethea Verusca Soares, Rosana Maciel Gomes e Jupira Silvana da Cruz Rodrigues que invadiram o Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro de 2023 buscaram o consulado do país vizinho em Santana do Livramento (RS) no dia 16 de janeiro. Das três, duas já foram condenadas pelo Supremo Tribunal Federal e uma aguarda o fim de seu julgamento no plenário da corte, ainda sem data para ocorrer.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O general e os golpistas

Sexta, 23 de dezembro de 2016



Por Mauro Santayana
Como as matrioshkas, as famosas bonequinhas coloridas russas, o Brasil, país com uma boa parcela da elite de perene vocação udenista, sempre esconde um golpe dentro do outro, e entre os diferentes grupos de golpistas, encontram-se, naturalmente, além dos mentirosos, dos traidores, dos enganadores, dos "jurídicos", dos manipuladores e dos sem caráter, os loucos. Execrado, por suas declarações, pelas vivandeiras de plantão, nos comentários dos portais e das redes sociais, o General Eduardo Villas Bôas, Comandante do Exército, deu mais uma vez um "chega pra lá" nos desequilibrados que pedem uma "intervenção militar", com uma entrevista exemplarmente legalista ao "Estado de São Paulo". Para o Comandante Villas, quem exige a volta dos militares ao poder, invadindo o plenário da Câmara dos Deputados é "tresloucado" ou "maluco", e os militares, que estariam escaldados e imbuídos de sua responsabilidade constitucional, teriam "aprendido a lição" com relação a não meter-se na seara política, após sua longa experiência com o regime militar. Uma coisa são os oficiais da reserva, que criticam a "democracia" e a situação atual, na maioria das vezes, dentro dos limites da lei. Outra, os fascistas civis, hipócritas e extremistas que chegam a ser mais radicais do que eles, escudando-se, como sempre, nas forças armadas, para tirar suas castanhas do fogo, como fizeram em 1954 e 1964. E outra, ainda mais diferente, a situação dos militares da ativa, que, dentro de uma perspectiva sobretudo nacionalista, tiveram a oportunidade de conviver com governos de diferentes tendências no comando da Nação, nos últimos 20 anos. Embora observando, como qualquer outro cidadão, o panorama político, eles parecem estar muito mais preocupados com suas aposentadorias e pensões e com o futuro dos grandes programas e projetos de material de defesa iniciados nos governos Lula e Dilma, como os tanques Guarani, o Sistema Astros 2020, o KC-390, os caças Gripen NG-BR e o submarino nuclear da Marinha - em um governo que pretende paralisar estrategicamente a Nação por 20 anos - do que em transformar o Brasil em um Líbano ou em uma Síria, e assumir o pepino ingovernável em que se transformou a República, com a quebra da normalidade institucional e da independência entre os poderes, que está sendo promovida, principalmente no âmbito do Judiciário, neste ano.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Rogério Tomaz Jr: Fascistas infiltrados atuaram como provocadores, instigando a polícia contra ato pacífico; veja vídeos

Quinta, 1º de novembro de 2016

Felipe Porto conjunto 2

Felipe Porto é líder de um grupo de extrema-direita de Brasília. Há duas semanas,   participou da invasão do plenário da Câmara dos Deputados, pedindo intervenção militar no Brasil, com gritos de “Viva Sérgio Moro!”   Em novembro de 2015, ele e sua turma acamparam na Esplanada dos Ministérios; na ocasião, foi flagrado com arma de fogo
por Rogério Tomaz Jr.
Eu estive em algumas manifestações no #ForaCollor em 1992, quando tinha 16 anos, mas posso dizer que participo efetivamente de atos públicos desde 1999.
Após 17 anos acompanhando, cobrindo jornalisticamente ou organizando protestos políticos nas ruas, a gente aprende a discernir os fatos.
E o fato é que JAMAIS houve em Brasília, nem nos tempos de #FHC, tamanha brutalidade da polícia militar do DF, que já é conhecida por ser estupidamente truculenta e perfeitamente merecedora da alcunha de fascista.
Leia a íntegra no Viomundo