Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Banco Santander é condenado em R$10 milhões por jornada irregular

Terça, 14 de janeiro de 2014

Banco foi processado por modificar os horários de entrada, saída e repouso de empregados

Brasília – O Santander foi condenado a pagar dano moral coletivo de R$ 10 milhões por haver controle irregular da jornada de trabalho. A sentença foi dada pela juíza Érica de Oliveira Angoti, da 7ª Vara do Trabalho de Brasília, em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A decisão também proíbe o banco de prorrogar a carga horária dos empregados além dos limites previstos na legislação.
 
Terceiro maior banco privado do Brasil, o Santander deve ainda cumprir adequadamente o intervalo durante o expediente. Se descumprir a decisão, terá de pagar R$ 10 mil por empregado em situação irregular. Os valores serão revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Segundo a juíza Érica Angoti, os trabalhadores foram coagidos e impedidos de efetuar os registros de acordo com a jornada efetivamente trabalhada.
 
Para o procurador Carlos Eduardo Brisolla, autor da ação, o Santander modificou de maneira irregular os horários de entrada, saída e repouso de seus empregados. “Os horários assinalados nos cartões de ponto eletrônico não batem com os de abertura e fechamento das microfichas da fita do caixa. Isso demonstra cabalmente a existência de fraude no ponto eletrônico do Santander, confirmando a inidoneidade de todos os controles de jornada, sejam manuais ou eletrônicos”, destaca.
 
Fonte: Ministério Público do Trabalho no DF e Tocantins

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dois anos antes de renunciar, CEO do Santander foi condenado por enviar inocentes para a prisão

Quarta, 1 de maio de 2013
Por Eva Belmonte*                        

Governo e monarquia trabalharam para manter o executivo incriminado pela justiça à frente do Santander; no Brasil, banco é o terceiro do ranking

Imagine que um executivo de alto escalão em um dos bancos mais importantes do mundo manda empresários para a prisão, em artimanha combinada com um juiz corrupto, para chantageá-los e cobrar algumas dívidas. Imagine que o engodo é descoberto e que o banqueiro é condenado, mas os sucessivos governos de seu país – todos, das mais diferentes cores – fazem e desfazem conforme sua vontade para evitar que ele cumpra a pena. Imagine que ele continue no cargo durante mais de dois anos, inatingível, apesar de seus antecedentes criminais. Imagine, além disso, que por esse cargo ele recebeu € 11,604 milhões em 2011 (mais de US$ 15 milhões), remuneração superior a do CEO do Morgan Stanley (US$ 13 milhões), por exemplo.

Parece uma história de filme, de poderosos modificando as leis de acordo com sua vontade, reescrevendo as normas do Estado de direito em seu próprio benefício. Mas esse homem é Alfredo Sáenz, o CEO do banco Santander – o maior banco da zona do euro – até sua renúncia neste 29 de abril. A saída “voluntária” do braço direito de Emílio Botín deu-se momentos antes do Banco da Espanha decidir se ele deveria ser impedido de exercer o cargo, em um processo que pôs fim a uma longa história de favores políticos destinados a garantir a posição do executivo depois de uma sentença judicial que o havia tornado inabilitado para dirigir bancos.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

BB, Bradesco e Santander terão terminais de autoatendimento compartilhados

Quinta, 11 de fevereiro de 2010
da Agência Brasil
Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Banco do Brasil, o Bradesco e o Santander vão compartilhar terminais de autoatendimento no país. Os bancos pretendem concluir a operação em cerca de cinco meses.

A proposta é que os clientes tenham acesso a 11 mil terminais instaladas fora de agências, como em aeroportos, postos de combustíveis, supermercados, shopping centers, farmácias e rodoviárias.

Segundo comunicado do Banco do Brasil, esse “modelo proporcionará significativo aumento da disponibilidade e capilaridade da rede, com ganho de eficiência em relação à atual forma de utilização individualizada das respectivas redes de autoatendimento”.