Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Cortes do governo Temer no orçamento da CAPES para 2019; Ofício da CAPES ao ministro da educação




TimbreTimbreCOORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR
Setor Bancário Norte (SBN), Quadra 2, Bloco L, Lote 06, Edifício Capes, 13° andar - Bairro Asa Norte, Brasília/DF, CEP 70040-020
Telefone: (61)2022-6004 e 2022-6002 - www.capes.gov.br
  
Ofício nº 245/2018-GAB/PR/CAPES
Brasília, 01 de agosto de 2018.
Ao Excelentíssimo Senhor
ROSSIELI SOARES DA SILVA
Ministro de Estado da Educação
Nesta
  
Assunto:  Nota do Conselho Superior da Capes ao Ministro do MEC .
Referência: Caso responda este Ofício, indicar expressamente o Processo nº 23038.011597/2018-23.
  
Senhor Ministro,
O Conselho Superior da CAPES, reunido neste dia 01 de agosto, em debate sobre o orçamento da CAPES para 2019, deliberou pelo encaminhamento da presente manifestação sobre a elaboração da Proposta Orçamentária.
Preliminarmente, este Conselho saúda o empenho do Sr. Ministro no sentido de viabilizar a integridade orçamentária do MEC consagrado no artigo 22 da Lei de Diretrizes Orçamentárias 2019 (LDO). Esse processo exitoso resultou na manutenção dos valores de 2018 ajustados pela inflação como piso orçamentário para o próximo ano.
Em contraponto a essa importante conquista, foi repassado à CAPES um teto  limitando seu orçamento para 2019 que representa um corte significativo em relação ao próprio orçamento de 2018, fixando um patamar muito inferior ao estabelecido pela LDO. Caso seja mantido esse teto, os impactos serão graves para os Programas de Fomento da Agência. Citamos aqui algumas das principais consequências nas linhas de atuação da Capes:

1. Pós-graduação
Suspensão do pagamento de todos os bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado a partir de agosto de 2019, atingindo mais de 93 mil discentes e pesquisadores, interrompendo os programas de fomento à pós-graduação no país, tanto os institucionais (de ação continuada), quanto os estratégicos (editais de indução e acordos de parceria com os estados e outros órgãos governamentais).

2. Formação dos Profissionais da Educação Básica
Suspensão dos pagamentos de 105 mil bolsistas a partir de agosto de 2019, acarretando a interrupção do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) (Edital n° 7/2018), do Programa de Residência Pedagógica (Edital n° 7/2018) e do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) (Edital nº 19/2018).
Interrupção do funcionamento do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e dos mestrados profissionais do Programa de Mestrado Profissional para Qualificação de Professores da Rede Pública de Educação Básica (ProEB), com a suspensão dos pagamentos a partir deagosto de 2019, afetando os mais de 245.000 beneficiados (alunos e bolsistas - professores, tutores, assistentes e coordenadores) que encontram-se inseridos em aproximadamente 110 IES, que ofertam em torno de 750 cursos (mestrados profissionais, licenciaturas, bacharelados e especializações), em mais de 600 cidades que abrigam polos de apoio presencial.

3. Cooperação Internacional
Prejuízo à continuidade de praticamente todos os programas de fomento da Capes com destino ao exterior.
Um corte orçamentário de tamanha magnitude certamente será uma grande perda para as relações diplomáticas brasileiras no campo da educação superior e poderá prejudicar a imagem do Brasil no exterior.
Diante desse quadro, o Conselho Superior da CAPES apoia e solicita uma ação urgente do Ministro da Educação em defesa do orçamento do MEC que preserve, integralmente, no PLOA 2019 o disposto no Artigo 22 da LDO aprovada no Congresso Nacional.

Respeitosamente,
ABILIO A. BAETA NEVES
Presidente
  

A favelização da Amazônia e a necessidade de repactuar o papel da floresta na economia do século XXI

Quinta, 2 de agosto de 2018

Do IHU
Instituto Humanitas Unisinos
Por: Patricia Fachin | 02 Agosto 2018

“O Brasil não sabe o que fazer com a Amazônia, essa é a verdade; ele é muito constrangido a não destruí-la, porque sofre uma pressão da comunidade internacional, dada a importância da Amazônia para regulação do clima global. Por isso fica com essa crise de adolescente que não sabe se sai ou se fica em casa”, adverte Danicley de Aguiar, engenheiro agrônomo e membro do Greenpeace para a Amazônia, na entrevista a seguir, concedida por telefone à IHU On-Line.
Segundo ele, enquanto o Estado não tem um projeto para a região, outros atores têm disputado o território amazônico. De um lado, afirma, “o agronegócio sabe o que quer da Amazônia: ele quer terra, porque quer incorporar mais terra ao processo de produção”. De outro, relata, “o PCC e o Comando Vermelho estão disputando Belém no tiro, estão disputando Manaus e Rio Branco. O tráfico de drogas viu na Amazônia um lugar possível de se desenvolver porque o Estado é frágil e a sociedade é carente. Os níveis de violência em Rio Branco, em Manaus e em Belém são quase intoleráveis”. E lamenta: “Estamos vivendo hoje uma favelização da Amazônia. Quem vem a Beléme a Manaus percebe que a pobreza explodiu na Amazônia. Os índices de qualidade de vida são os piores do país e com esse modelo econômico isso não vai mudar”.
Na avaliação dele, além de se discutir sobre as questões ambientais relacionadas à Amazônia, é necessário discutir a região do ponto de vista econômico. “Combater o desmatamento é fundamental, mas a discussão para a Amazônia também é uma questão econômica: precisamos fazer um debate econômico sobre a Amazônia, não só um debate de comando e controle”.
futuro da floresta, sugere, depende de uma repactuação do papel econômico da Amazônia para o país. “O Brasil precisa repactuar o papel da Amazônia: tirá-la desse papel de província mineral e energética e de fronteira agropecuária e dar a ela um papel importante na economia do século XXI.(...) Se a maior riqueza da Amazônia é a sua biodiversidade, por que a sua economia tem que ser predatória da biodiversidade? Por que a economia da Amazônia tem que ser assentada em produção de grão, energia, minério ou petróleo, se a sua riqueza é a biodiversidade? (...) Nós temos os maiores recursos naturais do mundo e somos incapazes de construir uma economia pautada nessa biodiversidade. Este é o desafio: como construímos uma economia baseada na biodiversidade? Ao passo que isso ocorre, a floresta deixa de ser um passivo para ser um ativo”, sugere.
Na entrevista a seguir, Danicley também apresenta um panorama da situação dos indígenas Karipuna, que têm tido seu território desmatado pela grilagem e pela exploração ilegal de madeira. “O que temos visto, seja dentro ou fora do território, é que há uma pressão para que esses territórios sejam diminuídos e colocados à disposição do mercado de terras, do setor produtivo, como se os indígenas não fossem um setor importante da sociedade brasileira. A impressão é que se nada for feito, esses territórios serão incorporados à fronteira agropecuária que está na margem dessas terras”, resume.

Assim é (Se lhe parece)

Quinta, 2 de agosto de 2018

Por
Pedro Augusto Pinho


ASSIM É (SE LHE PARECE)

A peça de Luigi Pirandello, escrita em 1917, que dá título a este artigo, pretende mostrar que há muito mais atrás dos fatos do que sua simples descrição.

Inicio transcrevendo do brilhante jornalista e arguto analista Luis Nassif sua análise de 19/09/2014, sob título “Como Dilma conseguiu perder o apoio da indústria”:

“No futuro, a maneira como Dilma Rousseff perdeu o apoio da classe empresarial – especialmente dos industriais paulistas – se constituirá em um caso clássico da ciência política.

Durante seu governo, Dilma ampliou o escopo do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), distribuiu isenções fiscais, implementou a desoneração da folha de salários, definiu políticas industriais, avançou no conceito de conteúdo nacional nas compras públicas, montou parcerias com as Confederações empresariais, especialmente a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a CNA (Confederação Nacional da Agricultura).

Dos três candidatos - ela, Aécio, Marina - é a única que se alinha com uma escola de pensamento econômico que privilegia a indústria como motor do crescimento. Mesmo assim, Dilma conseguiu esse anti-feito extraordinário de ser abominada pelo empresariado paulista”.

Desde o Governo de Juscelino Kubitschek (1956 a 1961), a indústria automobilística vem desempenhando um papel de relevo na industrialização brasileira. Ousaria afirmar que apenas a Petrobrás foi mais importante na formação do parque industrial brasileiro, se excluirmos os bancos e instituições de fomento.

Seria, por conseguinte, bastante óbvio, buscando o crescimento econômico e a geração de empregos, que se desse incentivos à indústria, em geral, e à automobilística e de petróleo, em particular. Mas, sendo a Petrobrás, ainda, uma empresa estatal brasileira – para enorme desgosto do golpista Michel Temer e do seu candidato à sucessão, Geraldo Alckmin – podemos restringir nossas considerações ao setor automobilístico.

Mas quem aproveita da isenção tributária na indústria automobilística brasileira?

É fundamental conhecer como está ou, melhor ainda, com quem está o poder econômico neste século XXI.
Uma de minhas constantes reflexões se voltam para o sistema financeiro internacional, que denomino abreviadamente banca. É o capital em seu estado mais puro: apenas o dinheiro, em moeda ou títulos.

AÇÃO DA BANCA

E qual o objetivo da banca?

Assinalo dois: primeiro a transferência de todos os ganhos, de qualquer área da economia, para o sistema financeiro. Assim o lucro industrial deve ser transformado num valor de aplicação pelo sistema financeiro. Um título de dívida, por exemplo, ou um dividendo, se aquele negócio for dominado pela banca. Mas, é conveniente que se esclareça, a banca tem pressa; se puder antecipar este ganho e colocá-lo no mercado da especulação, ela não aguardará a distribuição dos lucros.

O segundo objetivo é autofágico – promover a permanente concentração de renda. Assim, na luta da banca contra a banca, a que atirar primeiro ganha. E o caro leitor pode ver, claramente, que há cada dia maior número de compras, de fusões, de incorporações entre empresas, até que fique só uma: a da banca.

Entramos, assim, num campo mais restrito. A quem pertencem as maiores  fabricantes no Brasil, pelo número de veículos vendidos?

As cinco grandes, conforme a revista Exame, são, pela ordem: Fiat, Volkswagen, General Motors (GM), Ford e Renault. Vejamos seus donos.

Há um site, estadunidense, que apresenta diversos dados sobre as empresas e seus mercados. E foi o 4-traders que consultamos para o que lhe informamos a seguir.

A FIAT tem como cinco maiores acionistas:
1 – Exor NV (private equity)
2 – Baillie Gifford & Co.
3 – Harris Associates LP
4 – Blackrock
5 – The Vanguard Group.

A VOLKSWAGEN tem como cinco maiores acionistas:
1 – Qatar Investment Authority
2 – The Vanguard Group
3 – Causeway Capital Management
4 – Amundi Asset Management
5 – Blackrock

A GM tem como cinco maiores acionistas:
1 – The Vanguard Group
2 – Blackrock
3 – Harris Associates
4 – State Street Corporation
5 – Berkshire Hathaway

A FORD tem como cinco maiores acionistas:
1 – The Vanguard Group
2 – Blackrock
3 – Newport Trust
4 – SsgA Funds Management
5 – Wellington Management

A RENAULT é empresa de economia mista. Aqui diríamos que é uma estatal.  Dois acionistas, o Governo da França e a Nissan Motor, tem cada um 15% das ações. O terceiro maior acionista é a própria Renault com o fundo de seus empregados, possuem 4,20% do capital da companhia. Mas é curioso saber que The Vanguard Group e Blackrock também compartilham ações da Renault.

Antes de buscarmos uma resposta para o “case study” proposto por Luis Nassif, vamos desmistificar o “mercado competitivo” da ideologia liberal.

O prezado leitor também se perguntará, diante dos cinco maiores fabricantes no Brasil, que concorrência fazem The Vanguard Group e Blackrock que são proprietários da matriz de todos eles?

FARSA DA COMPETIÇÃO
Se houve, em algum tempo, competição, competitividade nos mercados, certamente não é o que ocorre, ao menos nestes últimos cinquenta/sessenta  anos. Temos oligopólios, repartição de mercados por áreas geográficas ou por produtos, quando não monopólios, disfarçado sob nomes de fantasia da Unilever (Omo, Seda, Dove, Hellmann's, Maizena, Knorr, Kibon, AXE, Lux, Rexona etc), da Colgate-Palmolive (Colgate, Palmolive, Protex, Sanex, Softsoap, Hill’s, Gard, Brite, Suavitol, Murphy, Care, Meridol, Irish Spring, Tom’s, Ajax, Pinho Sol, Fleecy, Axion, Cuddly, Elmex, Fluffy etc) ou de outra monopolista nas áreas de alimentos, saúde, roupas, bebidas etc. O que dirá então da produção mineral, de recursos finitos e indispensáveis para a civilização contemporânea.

Fica então mais fácil entender porque as isenções, os incentivos aprovados pela Presidente Dilma Rousseff provocaram reações antagônicas das associações industriais paulistas.

Todo recurso foi levado para a especulação financeira. Para o “mercado” que hoje é tão somente financeiro.

Façamos um pequeno exemplo, retirado da movimentação neste final de julho, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Foi um dia de movimentações pouco expressivas para as ações mais negociadas. A Bovespa vem se recuperando lentamente depois da queda em meado de junho passado. A ação que escolhi é das bem negociadas e considerada pelos analistas “bom investimento”. Assim não se pode dizer que busquei um ponto fora da curva.

Tomemos então a ação ordinária do Bradesco (BBDC3). Sua cotação mínima foi R$ 27,84 e máxima R$ 28,46. Uma variação de 2,22%, em um único dia.

Ora, se você pode, com o recurso disponibilizado pela isenção ou incentivo, ganhar 2,22% ao dia, sem trabalho maior do que teclar seu computador, por que vai contratar mão de obra, encomendar chapas de aço, sofrer eventual encolhimento das vendas?

BANCA É CORRUPÇÃO
Quando escrevo que a banca é o maior fator de corrupção existente no Brasil e no mundo, fica claro ao que me refiro. E ainda há quem fique imaginando sítio em Atibaia ou apartamento no Guarujá (que nem são do Lula), ambos típicos de classe média, nada de avenida Foch, em Paris, ou suntuosos 450 m² no valorizado Higienópolis paulistano (de FHC). E mesmo o apartamento-cofre do aliado de Temer e FHC, o baiano Geddel Vieira Lima, com sacolas e mais sacolas de dinheiro em espécie (coisa de traficante). Tudo isso nada significa diante de um dia da banca com um benefício fiscal.

Quer moralidade? Faça a auditoria da dívida brasileira, promova intervenção nos bancos, financeiras, corretoras de valores ao invés das favelas cariocas.

Como fica diferente o mundo quando o colocamos sob a lente dos fatos, diferentemente das ideologias! E com que sutileza Luis Nassif no-lo apresenta!

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado. 

*CPR DAY 2018 DIA DA REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR*; 4ª edição e Aniversário do SAMU

Quinta, 2 de agosto de 2018
Evento acontece nos dias 23 e 24 de agosto em Brasília

O CPRDAY trata-se de um evento mundialmente conhecido, onde instituições de saúde realizam ações com o intuito de instruir a população em relação à importância da reanimação cardiopulmonar, através da massagem cardíaca.

A ideia é demonstrar de forma interativa qual a forma correta de realização deste procedimento que pode ser o diferencial entre a vida ou a morte. 

 INFORMAÇÕES :
www.neusamudf.weebly.com

(61) 32135241 / 32135248

*Agendamento de caravanas de escolas para participarem do evento:

(61) 99570-6944 (Whatsapp)
projetos.samu192df@gmail.com* 

ATRAÇÕES : 
Dj e Stands

Clique na imagem para melhor visualizá-la

Embrapa cria tomates mais nutritivos e com maior produtividade

Quinta, 2 de agosto de 2018
Embrapa desenvolve tomate rico em licopeno - Leandro Santos Lobo/Embrapa/Direitos reservados

Por Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil 
A Embrapa está criando um novo tipo de tomate, rico em vitamina A e que terá a cor alaranjada. O tomate alaranjado da Embrapa vai entrar em teste de cultivo. Os ensaios ocorrerão no campo, em seis estados (BA, CE, DF, ES, RS e SP), e servirão para observar em condições diferentes o desenvolvimento do fruto, qualidade e produtividade, até se chegar ao híbrido que poderá gerar sementes para a produção em escala e comercialização em até três anos.

Entenda como será a campanha de vacinação contra o sarampo e a pólio

Quinta, 2 de agosto de 2018
Tânia Rêgo/Agência Brasil/Agência Brasil

Ação ocorre entre os dias 6 e 31 de agosto em todos os postos do país

Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa na próxima segunda-feira (6). A meta é imunizar mais de 11 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças. O Dia D de mobilização está previsto para 18 de agosto, um sábado, quando cerca de 36 mil postos de saúde em todo o país estarão abertos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

PCdoB confirma candidatura de Manuela d’Ávila à Presidência

Quarta, 1º de agosto de 2018
Deputada gaúcha disse que ainda espera candidatura única da esquerda

Por Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil 

A deputada estadual Manuela d'Ávila foi confirmada pelo PCdoB nesta tarde como candidata do partido à Presidência da República. Dizendo-se esperançosa quanto à possibilidade de união entre os demais quadros da esquerda em torno de apenas um nome, a candidata se colocou como a melhor opção para construir um “novo projeto” de desenvolvimento para superar desigualdades regionais, de gênero e de raça.

Brasil é um dos países em que a esquistossomose permanece endêmica

Quarta, 1º de agosto de 2018
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Com 1,5 milhão de pessoas vivendo em áreas com risco de contrair esquistossomose, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil está em situação intermediária entre os 78 países em que a doença permanece endêmica e mostra mais de 60% da população sem acesso a esgotamento sanitário.

Anvisa aprova medicamentos para câncer de mama e asma grave

Quarta, 1º de agosto de 2018
Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou dois novos medicamentos: o Kisqali (succinato de ribociclibe), indicado para o tratamento de câncer de mama localmente avançado ou metastático em mulheres na pós-menopausa; e o Cinqair (reslizumabe), indicado como terapia adjuvante de manutenção em pacientes adultos com asma grave.

No primeiro teste de fogo na TV, Bolsonaro ignora o Brasil real que ganha até dois salários mínimos

Quarta, 1º de agosto de 2018
Do El País
Blog Bahia em Pauta

DO EL PAÍS
Talita Bedinelli
No primeiro teste de fogo real de Jair Bolsonaro nestas eleições, a aparição diante de jornalistas no programa Roda Viva, da TV Cultura, o eleitor ficou sem saber o que, de fato, planeja para os temas que afetam seu cotidiano o líder das pesquisas, na ausência de Lula. Que ele defende a ditadura e a tortura, odeia a esquerda (e qualquer pauta progressista e pró-direitos humanos) e quer que todos tenham o direito de usar arma de fogo, já se é sabido. É na polêmica, campo onde cresceu e apareceu, que ele brilha para sua plateia de fiéis seguidores, que nesta segunda mais uma vez mostraram sua musculatura e ajudaram a atração a ser a mais recordista de audiência entre todos os presidenciáveis. Mas, quando deixa de ser a caricatura já conhecida da Internet é que o candidato se perde e falha em apresentar propostas para melhorar a educação, a saúde e a economia. Ao que parece, recorrerá, para isso, a uma ampla rede de postos Ipiranga, expressão usada por ele para se referir a seus futuros ministros, caso eleito. Para o longevo legislador (deputado federal desde 1991), as políticas públicas parecem ser seu calcanhar de Aquiles.

Em suas respostas, Bolsonaro demonstra pouco conhecimento do Brasil real. Quando questionado, por exemplo, sobre o que fazer em relação à mortalidade infantil, que voltou a aumentar pela primeira vez desde 1990, creditou a situação ao nascimento de prematuros, algo que, de fato, é um problema, mas que está longe de responder pela complexidade do tema. Dados publicados pela Folha de S.Paulo neste mês apontam o preocupante crescimento de 12%, em um único ano, de mortes de menores de cinco anos por diarreia, doença relacionada com pobreza e falta de saneamento básico. Quando confrontado sobre o impacto das questões sanitárias nesta estatística, o candidato à presidente desconversou. “Tem um mar de problemas, tem a ver com o passado sanitário daquela pessoa, com a alimentação da mãe, um montão de coisas. Muita gestante não dá bola para sua saúde bucal ou não faz os exames do seu sistema urinário com frequência. Certos problemas advém disso e a possibilidade de prematuros aumenta assustadoramente”, respondeu.

Após calote, ex-advogado de Agnelo pede bloqueio de candidaturas do PT

Quarta, 1º de agosto de 2018
Do Metrópoles
Lilian Tahan
Gabriella Furquim
1/08/2018
Lava Jato, Panatenaico e a prisão do ex-presidente Lula não são os únicos problemas graves que podem atrapalhar os planos dos petistas brasilienses. Uma dívida referente a honorários advocatícios, no valor atualizado de R$ 621.908,48, ameaça deixar a legenda sem participar das eleições 2018.
A Alcoforado e Barreto, uma das principais bancas de advocacia da capital do país, entrou na Justiça contra calote de serviços prestados em 2014 ao ex-governador Agnelo Queiroz. Para receber a fatura, pediu à 20ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) o indeferimento das candidaturas da sigla e bloqueio do fundo partidário.
Leia a íntegra no Metrópoles