Sexta, 16 de março de 2012
Do Estadão.com.brNovo líder na Câmara fechou acordo e, horas depois, governo admitiu equívoco e teve de recuar
Denise Madueño e Tânia Monteiro, de O Estado de S. Paulo
A fragilidade do diálogo do governo com o
Congresso e os descompassos da articulação política da presidente Dilma
Rousseff ficaram ainda mais evidentes nos debates que antecederam a
tentativa de votação da Lei Geral da Copa. Bastaram 12 horas para a
recauchutada articulação política do Planalto entrar em curto com a base
e promover um vaivém em relação à proposta de liberação de
Na noite de quarta-feira, comandado pelo Palácio, o deputado Arlindo
Chinaglia (PT-SP), novo líder na Câmara, bancou a decisão de que o
governo vetaria a liberação de bebidas. Um comando que na manhã de
quinta-feira, 15, já se tornara letra morta e escancarou uma séria de
trapalhadas que começou na Presidência e se estendeu ao Congresso.
O núcleo da confusão envolveu a ministra da Casa Civil, Gleisi
Hoffmann, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o
ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e os novos líderes, que buscam um
acordo em torno do projeto de Lei Geral da Copa.Leia a íntegra
