“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

terça-feira, 5 de abril de 2016

Moro manda soltar Silvio Pereira e mantém prisão de Ronan Maria Pinto

Terça, 5 de abril de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil*
O juiz federal Sérgio Moro decidiu hoje (5) libertar o ex-secretário-geral do PT Sílvio Pereira, preso  na semana passada durante a 27ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Carbono 14. Na decisão, Moro entendeu que não há motivos para que Pereira continue preso. Segundo o juiz, as investigações sobre supostos recebimentos de valores pagos por empreiteiras precisam ser aprofundadas.

Na mesma decisão, Moro decretou a prisão preventiva, por prazo indefinido, do empresário Ronan Maria Pinto, dono de empresas de ônibus em Santo André (SP) e do jornal O Diário do Grande ABC.

Justiça decide que Uber pode circular normalmente no Rio

Terça, 5 de abril de 2016
Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil
A Justiça do Rio decidiu, em parte, que o aplicativo Uber tem o direito de exercer o transporte de passageiros remunerado até que a atividade venha a ser regulamentada pelo Poder Público. Em sentença publicada hoje (5) a juíza Ana Cecília Argueso Gomes de Almeida, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Rio, tornou definitiva, em parte, a liminar que garante aos motoristas credenciados ao aplicativo Uber o direito de exercer a atividade de transporte remunerado individual de passageiros.

Aprovado projeto que cria jornada especial de trabalho para pais de filhos com deficiências

Terça, 5 de abril de 2016
Da CLDF
Os deputados distritais aprovaram na sessão ordinária desta terça-feira (5), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Lei Orgânica do Distrito Federal n° 28/2015, de autoria da deputada Celina Leão (PPS), que garante aos pais de filhos com deficiências jornada especial de trabalho, nas empresas e órgãos de âmbito do governo local. O benefício independe de compensação de horário.

Deputado Federal Roberto Góes (PDT-AP) responderá a ação penal por fraude em licitação

Terça, 5 de abril de 2016
Do STF
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu denúncia contra o deputado federal Roberto Góes (PDT-AP), pela suposta prática de corrupção passiva (artigo 317 do Código Penal) e dispensa de licitação fora das hipóteses legais, crime previsto no artigo 89 da Lei 8.666/1993. A denúncia foi rejeitada em relação ao crime de associação criminosa (artigo 288 do CP).

Deputados defendem volta de refeições a R$ 1 nos restaurantes comunitários

Terça, 5 de abril de 2016
Ao assumir o governo do DF, uma das "brilhantes" ações de Rollemberg foi o reajuste de 200 por cento na refeição dos restaurantes populares.
=============
Da CLDF
Na sessão ordinária desta terça-feira (5), o deputado Wasny de Roure (PT), fez duras críticas ao aumento dos preços nos restaurantes comunitários do DF, que oferecem as refeições ao custo de R$ 3 para o usuário. O parlamentar pediu a volta do preço de R$ 1 por refeição. De acordo com Agaciel Maia (PR), o governador se comprometeu a reduzir os valores.

Requerimentos de criação da CPI da Saúde foram lidos hoje (5/4) no plenário da CLDF

Terça, 5 de abril de 2016
Da CLDF
Foram lidos, na sessão ordinária desta terça-feira (5) da Câmara Legislativa, dois requerimentos pedindo a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades na saúde pública do Distrito Federal. A leitura do requerimento é o primeiro passo para a instalação da investigação. O primeiro requerimento, proposto pelo deputado Lira (PHS), e que conta com 18 assinaturas, tem prioridade, em relação ao segundo, de autoria do deputado Bispo Renato Andrade (PR).

O requerimento de Lira pede investigações sobre indícios de malversação de recursos públicos da saúde, no período de janeiro de 2011 a março de 2016. Vários distritais discutiram a implantação da CPI durante a sessão ordinária. Enquanto alguns pediram sua instalação com a maior rapidez possível, outros propuseram a ampliação do período de investigações, que teria início a partir de 2007.

STF: Pedido de impeachment de Temer deve prosseguir na Câmara, decide Marco Aurélio

Terça, 5 de abril de 2016
Michelle Canes - Repórter da Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, determinou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dê seguimento a um processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer na Câmara e forme uma Comissão Especial para tratar do caso. A decisão foi divulgada hoje (5) pelo STF.

“Ante o quadro, defiro parcialmente a liminar para, afastando os efeitos do ato impugnado, determinar o seguimento da denúncia, vindo a desaguar na formação da Comissão Especial, a qual emitirá parecer”, diz a decisão.

A posição do ministro foi tomada em uma ação do advogado Mariel Marley Marra contra o presidente da Câmara dos Deputados que negou o seguimento do processo. No pedido, protocolado no dia 29 no Supremo, o advogado sustentou que Temer deveria ser incluído no processo de impeachment da presidenta Dilma Roussef por entender que há indícios de que o vice-presidente cometeu crimes de responsabilidade.

Dois artigos de Adriano Benayon: O Poder; A presente crise

Terça, 5 de abril de 2016

O Poder

Adriano Benayon *
Adriano BenayonA política trata do poder. Como ensinou Maquiavel  - o principal mestre da ciência política – a questão fundamental é conquistar e manter o poder.

2. O nome de Maquiavel ficou, para muitos, associado à crua violência e à falta de escrúpulos que ele descreve, ao avaliar o jogo político. Dizem e repetem que, para ele, os fins justificam os meios, e isso parece ser uma condenação definitiva.

3. Antes de apreciar se essa condenação é bem fundada, e o que está por trás dela, lembro que Maquiavel foi reverenciado por Spinoza, grande gênio da filosofia do Século XVII, quando, a meu ver, a filosofia atingiu seu cume.

4. Pode ter havido filósofos (não muitos) de valor intelectual comparável a Spinoza,  mas nenhum de seu porte ético, o que é interessante em relação ao conceito que ele teve de Maquiavel.

5. Não há como ignorar ou desprezar os fatos. Eles recaem sobre as pessoas. Os povos e as nações têm sido vítimas de exploração,  manipulações e violências inimagináveis, por parte de oligarquias e tiranos. Não é fácil conceber que se possam liberar de tais afrontas a suas vidas e à sua dignidade, sem recurso aos meios que viabilizam dispor de poder.

6. Na lição do próprio Maquiavel, esses meios são o ouro e as armas. No caso, entenda-se a palavra ouro representando a finança, incluindo os patrimônios transformáveis em dinheiro, e o controle dos meios físicos de produção, ou seja, o poder econômico, em seu todo.

7. Não admira que as oligarquias cuidem ciosamente de concentrar esse poder, bem como de manter todo tipo de armas sob seu comando e controle.

8. Diferenciemos os termos oligarquia e elite. Isso é, não só importante, como, amiúde, deixado de lado. A oligarquia é um grupo de pessoas ou famílias que usam seu poder dominando e subjugando os povos e as nações. 

9. Elite tem dois sentidos. Um, genérico, abrange também a oligarquia e também qualquer grupo que se destaque por seu valor, incluindo dotes  como liderança, coragem, inteligência, know-how.

10. Este é a elite, propriamente dita, grupo dotado de valor, que tem por meta exercer o poder, assentado no consentimento e na participação da maioria do povo, que precisa fortalecer, educar e preparar, até para enfrentar a oligarquia.

11. Cabe, pois, à verdadeira elite, à qual devem ter acesso oriundos de estratos populares, ligar-se à respectiva nação e liderá-la na formulação de seus projetos de desenvolvimento econômico e social.

12. Maquiavel propugnava, para a Itália de seu tempo (transição do Século XIV para o XV), o comando de um príncipe capaz de unificar a nação, dividida em numerosos Estados e tendo regiões ocupadas por forças militares de potências estrangeiras. Para ele, os príncipes assentariam seu poder, tornando o povo contente.

13. Evidentemente, não havia como alcançar tais objetivos a não ser pelos meios que secularmente sustentam o poder: ouro e armas.

14. Nos tempos atuais, é o império angloamericano que recorre a esses meios em doses colossais, aos quais agrega mais recursos, derivados desses dois: manipulação da informação, pela grande mídia – que dispõe de recursos visuais e acústicos eletrônicos, técnicas de psicologia social aplicada etc. - e por institutos, entidades, universidades e outros centros formadores de opinião. 

15. Ao mesmo tempo, concentra poder econômico, aumentando-o principalmente por meio da finança, controlada pela oligarquia banqueira, e faz na indústria de armamentos o grosso dos investimentos materiais.

16. Às nações é oferecido – para se iludirem, imaginando participar do poder – o simulacro de eleições, cada vez mais manipuladas. Grana distribuindo recursos para as campanhas eleitorais e dominando a grande mídia, principalmente a televisiva, de maior impacto. 

17. Isso não tem bastado para assegurar, de modo completo, o aprofundamento da penetração imperial. Daí as “revoluções coloridas”, movidas por serviços secretos das potências imperiais e entidades a elas ligadas, ONGs etc., as quais promovem manifestações de rua, atentados etc..

18. Assim, realizam golpes institucionais, combinando a pretensa vontade de manifestantes com a infiltração em poderes do Estado, inclusive polícia federal e  Ministério Público.  

* - Adriano Benayon é doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, Alemanha; autor de Globalização versus Desenvolvimento. 

=========== 

A presente crise

Adriano Benayon *
Muitos correspondentes perguntam como o Brasil poderia livrar-se da crise econômica e política.

2. Trata-se, como em toda crise, de sintomas agudos das perdas e da deterioração do organismo (no caso o País). 

3. Iludem-se os que cogitam de que ela provém somente da tentativa keynesiana, na gestão de Mantega na Fazenda, de elevar o financiamento público para investimentos produtivos de grandes empresas.

4. A crise foi agravada com o  término dessa política anticíclica, ao iniciar-se, em 2012, o segundo mandato da presidente da República, e ser adotada a brutal elevação dos juros, bem como cortes orçamentários, ambos  danosos à economia e ao social, a pretexto de sanar o desequilíbrio financeiro.

5. De fato, as duas coisas convergem para deprimir ainda mais a economia e o emprego. E são contraditórias em relação ao pretenso objetivo, pois a elevação dos juros - na dimensão que teve, e incidindo sobre estoque de dívida interna de R$ 4 trilhões -  causa aumento da despesa pública muito superior ao corte de gastos.

6. Os efeitos não poderiam ser mais perversos. Significam violento ataque sobre um organismo fraco, e que já sofreu, ao longo dos anos, crises devidas ao crescimento errado e a sucessivas tentativas de correção, com danos adicionais ainda mais pesados.

7. Por que o organismo ficou fraco? Devido a  causas estruturais, que acarretam as crises. A causa fundamental é desnacionalização, que conduz à desindustrialização e à concentração. As três coisas não cessaram de aumentar nestes 62 anos.

8. As doenças socioeconômicas têm sido exponenciadas pela deterioração das instituições políticas e pela profunda penetração política e cultural (anticultural) dos carteis transnacionais e de entidades internacionais e de potências estrangeiras.

9.  Essas instâncias intervêm no País, não só através de pressões financeiras, atribuídas ao “mercado financeiro”, mas de pressões políticas, intensificando as causas estruturais da insanidade.

10. A cada momento, surgem mais sintomas desse quadro patológico. O Estadão noticia, em 28 do corrente: 

“Só em São Paulo, 4.451 indústrias de transformação fecharam as portas em 2015, número 24% superior ao de 2014.” 

“Muitos trabalhadores demitidos não receberam salários e rescisões. De acordo com o IBGE, entre novembro e janeiro, a indústria brasileira fechou 1,131 milhão de vagas, recorde para um trimestre.”

11. Não são só pequenas empresas. Em Guarulhos, há pouco, as metalúrgicas Eaton, Maxion e Randon encerraram suas atividades. 

12. Nos implementos rodoviários houve retração de 50%. A têxtil Polyenka, de Americana (SP), que já tivera 2.000 empregados, deixou de produzir.

13.   A MABE, linha branca, também com 2.000 empregados, pediu falência em fevereiro e fechou as fábricas de geladeiras Continental em Hortolândia e de fogões Dako em Campinas.

14. A grande empresa de autopeças Delphi fechou duas fábricas em 2015, em Mococa (SP) e Itabirito (MG), e este ano completa a transferência da unidade de Cotia para Piracicaba (SP). 1,7 mil trabalhadores perderam os empregos. 

15. Antes da queda de 8,7%, em 12 meses até janeiro de 2016 (dado do IBGE), a indústria caíra de 35% (anos 80) de participação no PIB, para menos de 10%.

16. O País regride, em condições piores que as do início do Século XX, à condição de exportador de bens primários. Avultam desastres terríveis, como a lama tóxica da mina de ferro da SAMARCO (Vale desnacionalizada e a transnacional Billiton), que devasta grandes áreas e o Rio Doce, e até o mar. Há tragédias potenciais desse tipo.

17. Na agropecuária, desastre permanente de enormes dimensões, determinado pela subordinação da estrutura econômica e da infraestrutura às conveniências dos “mercados” importadores.

18. Veja-se: “O Brasil consome 20% dos agrotóxicos”.  De longe, o maior do mundo no uso desses venenos. Ademais, usa 14 agrotóxicos proibidos em outros países. Ora,  a incidência de câncer é três vezes superior à média em áreas contaminadas por agrotóxicos.

19. Em função do agronegócio, cujo objetivo é produzir para países industrializados, metade da área utilizada pela agricultura no Brasil é para a soja, quase toda transgênica. 

20.  Ademais, o cartel transnacional das sementes transgênicas e fertilizantes e pesticidas químicos impingiu a aceitação desses flagelos, que estragam solos, subsolos e águas, e intoxicam agricultores e consumidores.

21. Grande número de brasileiros come alimentos cozinhados com óleo de soja transgênica, sem informação  para procurar nos rótulos o microscópico T, nem dinheiro para opções de oferta limitada.

22. O poder combinado das transnacionais e dos ruralistas, grandes doadores de recursos de campanha, explica o apoio oficial a grandes projetos mineradores e às fazendas industrializadas. 

23. Os ruralistas têm quase a  quase metade dos 594 parlamentares e tornaram inócuas as leis proibitivas de plantas geneticamente modificadas.

24. Respondendo à pergunta inicial: com a permanência da presidente ou sua derrubada, o cenário é péssimo, nada havendo a esperar de honesto nem de salvador por parte dos pretendentes. O moralismo, manchado pela seletividade, tem servido para intensificar a desnacionalização e a desindustrialização, queda da produção e o desmonte da Petrobrás e empresas de engenharia.

25. Não há saída sob o atual regime. Tampouco, sob um calcado nos governos de 1964 a 1984.

* - Adriano Benayon é doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, Alemanha; autor de Globalização versus Desenvolvimento.

Relator do impeachment confirma leitura do parecer para amanhã, quarta-feira (6/4)

Terça, 5 de abril de 2016
Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil

Brasília - O relator da Comissão Especial do Impeachment Jovair Arantes fala após a reunião para ouvir defesa do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e do professor de Direito Tributário da Universidade do Estado d
Jovair  Arantes  diz que  agora  está  finalizando o “contradito”, que é uma espécie de ponto a ponto entre  acusação  e defesa Arquivo/Agência Brasil
O relator do processo de impeachment da presidenta Dilma Roussef, Jovair Arantes (PTB-GO), confirmou a apresentação de seu parecer na reunião de amanhã (6) da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de afastamento da chefe do governo. A reunião está marcada para as 14h.

No DF: Servidores da saúde marcharão contra aprovação de PLP "da maldição", o PLP 257/16 de Dilma

Terça, 5 de abril de 2016
"Rollemberg ligou para o relator e pediu que o projeto fosse aprovado sem emendas. Que tipo de governador é esse, que luta contra o povo?"

Os servidores da Saúde do Distrito Federal devem se aliar à outras categorias e marchar até o Congresso Nacional contra a aprovação do PLP 257/2016, projeto que prevê a extinção de várias conquistas trabalhistas dos servidores públicos

Do SindSaúde e Blog do Sombra

Uma das contrárias ao texto do Executivo Federal é a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. "O servidor público precisa punir o mentor dessa maldita ideia, em 2018. E a presidente da República tem que ter a sensatez e exercer a dignidade de retirar o projeto do legislativo ou entrará para a história como a destruidora da luta histórica dos trabalhadores e com certeza marcará com sangue a trajetória ideológica do movimento sindical, ferindo o presente e destruindo o futuro do servidor público, junto com o mentor do maléfico projeto", disparou. ...
 
As medidas fazem parte da contrapartida dos estados com a União para refinanciar suas dívidas. Em troca do refinanciamento da dívida, o Planalto propõe um pacote de arrocho aos servidores, como congelamento de salários, suspensão de contratações, mudanças no regime jurídico, aumento da alíquota de contribuição previdenciária de 11% para 14% paga pelo servidor público, além de mudanças em dezenas de itens da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De acordo com o texto, as medidas terão duração primeiramente de 24 meses. 
 
Marli acusa o governador do DF de estar entre os articuladores da proposta no Congresso Nacional. "Rollemberg ligou para o relator e pediu que o projeto fosse aprovado sem emendas. Que tipo de governador é esse, que luta contra o povo?", provocou.
 
O projeto tramita em caráter de urgência e já possui mais de 200 emendas apresentadas e promete fazer barulho na sessão da Câmara dos Deputados desta terça-feira (5).

PLP 257/2016: Projeto de lei sobre reequilíbrio fiscal viola pacto federativo

Terça, 5 de abril de 2016
Por Fabrizio de Lima Pieroni - Revista Consultor Jurídico //// Blog do Sombra
No dia 22 de março foi apresentado pela Presidência da República, com solicitação de urgência na tramitação, Projeto de Lei Complementar 257/2016 (PLP 257/2016) que “estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal; altera a Lei 9.496, de 11 de setembro de 1997, a Medida Provisória 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, a Lei Complementar 148, de 25 de novembro de 2014, e a Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000; e dá outras providências”. ...
 
Em meio à crise econômica e política que assola o país, o projeto, concebido nos ministérios da Fazenda e do Planejamento, conta com apoio de diversos governadores, pois estabelece condições para o refinanciamento das dívidas dos Estados e do Distrito Federal com a União, com alongamento do prazo para pagamento em até 240 meses, mediante celebração de aditivo contratual, com redução de até 40% no valor das prestações nos 24 meses posteriores à celebração do acordo.

PETIÇÃO CONTRA O PL 257/16

Terça, 5 de abril de 2016

PETIÇÃO CONTRA O PL 257/16

 Apoie este Abaixo-Assinado. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Para: CONGRESSO NACIONAL

As medidas propostas no PLC 257/16, de iniciativa do Poder Executivo Federal. Como se pode ver, o projeto adota uma política de ajuste fiscal e controle de gasto, de redução do papel do Estado e estímulo à privatização e, principalmente, de corte de direitos dos servidores públicos. Lembra, em grande medida, o conjunto de propostas encaminhado por FHC em 1997, e que tiveram, como resultado, um sucateamento sem precedentes da máquina pública, e a supressão de mais de 50 direitos dos trabalhadores e servidores públicos.

Pedimos um amplo debate com os servidores públicos de todas as esferas que tem cumprido seus papeis no funcionamento da Máquina Estatal. As medidas devem começar de cima para baixo e não sacrificando o servidor como as medidas pretendem.

“Panama papers”: Milhares exigem demissão de primeiro-ministro islandês

Terça, 5 de abril de 2016
Do Esquerda.Net
A sociedade islandesa juntou-se à frente do parlamento, em Reiquiavique, para um protesto pela demissão de Sigmundur Gunnlaugsson, face à revelação de que o primeiro-ministro da Islândia omitiu ser proprietário, juntamente com a sua esposa, de uma empresa radicada num paraíso fiscal nas Ilhas Virgens britânicas.

Em tempos de mensalões, privatizações, petrolões, nada mais indicado do que uma música do sempre bom Bezerra da Silva: Virus da Corrupção

Terça, 5 de abril de 2016

Contra os 6 meses de calote do governo Rollemberg, vai ter nesta quinta (7/4) manifestação na Praça do Buriti. É o Sindsasc na rua

Terça, 5 de abril de 2016

O Sindicato dos Servidores de Assistência Social e Cultural do GDF, Sindsasc,  vai realizar na quinta-feira (7/4), a partir das 9 horas, um ato na frente do Palácio do Buriti. Haverá paralisação da categoria.

O ato será contra o Calote do Governo Rollemberg; por melhores condições de trabalho; em defesa dos direitos da população atendida pela categoria.

País injusto: Dados do IBGE mostram que exploração do trabalho infantil cresceu 4,5% em 2014

Terça, 5 de abril de 2016
Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil
A exploração da mão de obra infantil no país cresceu 4,5% em 2014 em relação a 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, havia 3,188 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade trabalhando e o contingente subiu para 3,331 milhões em 2014.
Crianças no corte de cana
"As famílias estão, cada vez mais, utilizando crianças no trabalho infantil para complementação da renda", disse a administradora da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira Arquivo/Agência Brasil

DECISÃO do TRF: Segurado do INSS pode renunciar à aposentadoria para concessão de novo benefício mais vantajoso

Terça, 5 de abril de 2016
Do TRF 1ª Região
Crédito: imagem da Web
DECISÃO: Segurado do INSS pode renunciar à aposentadoria para concessão de novo benefício mais vantajoso
A 1ª Turma do TRF da 1ª Região, por maioria, confirmou sentença, do Juízo Federal da 20ª Vara da Seção Judiciária de Minas Gerais, que assegurou ao autor a renúncia de sua aposentadoria atual para fins de obtenção de novo benefício mais vantajoso, com o cômputo do período trabalhado após a concessão do primeiro benefício. A decisão foi tomada depois da análise de recurso apresentado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Ao longo de minha longa jornada de quase um século jamais vi tanta podridão, tantos desvios, tantos abusos e desmandos, perpetrados precisamente por aqueles que se proclamaram os salvadores da pátria."

Terça, 5 abril de 2016

Autores do pedido de impeachment participam de ato pelo afastamento de Dilma

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
Com a participação dos Juristas Hélio Bicudo, Janaina Paschoal e Miguel Reale Jr., autores do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff em tramitação na Câmara dos Deputados, manifestantes se reuniram hoje (4) no Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no centro da capital paulista, desde as 18h30, pasra defender  o afastamento de Dilma do cargo. O grupo gritava “Fora Dilma”, “Fora PT”, “Impeachment já” e o nome do juiz Sérgio Moro.
 
O jurista Hélio Bicudo, um dos autores do pedido de impeachment, discursou:  “Estou muito feliz de estar aqui com vocês por uma causa que é de todos os brasileiros, que é uma causa justa. Não aceitamos que o Brasil continue submetido aos desígnios de um governo injusto, mais do que injusto, porque nenhum político tem o direito de ficar no poder contra a vontade do povo”.

Bicudo criticou o governo: “Ao longo de minha longa jornada de quase um século jamais vi tanto tanta podridão, tantos desvios, tantos abusos e desmandos, perpetrados precisamente por aqueles que se proclamaram os salvadores da pátria. Nos estritos termos da Constituição, é preciso dar um basta à Dilma”.

Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal também discursaram. Reale fez críticas à condução da  economia no governo Dilma e disse que as pedaladas fiscais não aconteceram para proteger o Bolsa Família, mas sim para enganar o povo.

“Se fossem responsáveis, teriam tomado medidas de ajuste fiscal, mas em vez de tomarem essas medidas afundaram as receitas do estado”, disse Reale Jr. De acordo com o jurista, a isso resultou em desemprego, inflação e dificuldade da população pobre em comprar comida.

Janaína Paschoal agradeceu aos seus professores, em frente à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), e disse que eles a ensinaram a colocar o conhecimento a serviço da nação. Referindo-se àqueles que estão no poder, ela disse que “eles se fortalecem do nosso medo, eles se fortalecem na ambição desmedida. Nós queremos libertar o nosso país do cativeiro de almas e mentes. Não vamos abaixar a cabeça para essa gente que se acostumou com discurso único”.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Delúbio diz que não deu aval a empréstimo investigado na Lava Jato

Segunda, 4 de abril de 2016
André Richter – Repórter da Agência Brasil
Em depoimento prestado à Polícia Federal (PF) na última sexta-feira (1º), o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares disse que não deu aval e que desconhecia um empréstimo supostamente fraudulento de R$ 12 milhões entre o Banco Schain e o pecuarista José Carlos Bumlai. Delúbio foi alvo de um mandado de condução coercitiva na Operação Carbono 14, 27ª fase da Lava Jato, por ter sido citado em depoimentos de investigados ligados ao banco.

Questionado pelos delegados sobre o empréstimo, Delúbio declarou que sabia que o “assunto remonta à campanha eleitoral municipal de Campinas [SP] em 2004” e que teve conhecimento do fato pela imprensa. 

Promotor defende fim das torcidas organizadas de futebol

Segunda, 4 de abril de 2016
Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O promotor de Justiça do Juizado Especial Criminal, Paulo Sérgio Castilho, dá coletiva sobre torcidas organizadas, no Fórum Criminal da Barra Funda (Rovena Roso/Agência Brasil)
Paulo  Sérgio  Castilho  propõe  um  plebiscito  para  saber  se  a  sociedade  quer  o fim  das  torcidas  organizadas
e diz  acreditar  que  o  resultado  seria  favorável  ao  banimento  de tais  entidades —Rovena Rosa/Agência Brasil
O promotor Paulo Sérgio Castilho, do Juizado Especial Criminal (Jecrim), afirmou hoje (4) que o país precisa tornar mais rigorosa a punição contra a violência que vem sendo praticada por integrantes de torcidas organizadas de times de futebol. De acordo com Castilho, para isso, seria necessário mudar a legislação.

"Transformam um pais inteiro num puteiro, pois assim se ganha mais dinheiro"

Segunda, 4 de abril de 2016
Grande Cazuza, que faria hoje (4/4) 58 anos de idade.