Abertura: 6 de dezembro de 2024, às 11h
Local: Museu Nacional da República, – Setor Cultural Sul, Lote 2, Brasília (DF)
Visitação: 6 de dezembro de 2024 a 02 de fevereiro de 2025
Entrada: Gratuita
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
Abertura: 6 de dezembro de 2024, às 11h
Local: Museu Nacional da República, – Setor Cultural Sul, Lote 2, Brasília (DF)
Visitação: 6 de dezembro de 2024 a 02 de fevereiro de 2025
Entrada: Gratuita
Terça-feira, 10 de dezembro
Às 09h
Plenário Ulysses GuimarãesBOLSONARO TRAIDOR DE QUEM? RESTITUINDO INTELIGÊNCIA E EMOÇÃO AO POVO
O brilhante intelectual brasileiro Jessé Souza pergunta: “afinal, o que é, para além do sentido retórico, compreensível de forma articulada por nós, individualmente, mas que apresenta desafios aparentemente intransponíveis logo que pretendamos defini-lo de forma adequada, “ser gente”?” (Jessé Souza, “A Construção Social da Subcidadania; para uma sociologia política da modernidade periférica”, Editora UFMG, BH, 2003, Parte 3, final do Capítulo 1).
Seria desmedida arrogância buscar em um artigo o que Jessé Souza pergunta em mais de 20 livros. Busquemos, pois, auxílio no gênio Darcy Ribeiro. Nos magníficos “Estudos de Antropologia da Civilização”, logo no I Volume, “O Processo Civilizatório” (1968), Darcy atribui aos instrumentos para ação humana sobre a natureza e sobre os próprios homens o surgimento “de novas formações socioculturais”.
E exemplifica com uma evolução do processo civilizatório, onde se constata que, na medida em que a tecnologia evolui, os tempos de transformação se estreitam. Se séculos separam a Revolução Pastoril da Mercantil, entre as I e II Revoluções Industriais mal completaram 100 anos para que se substituísse a fonte de energia primária: do carvão mineral para o petróleo. E novas formas de poder surgem ou se transformam a cada passo desta cadeia evolutiva, resultando nos incorporados e nos excluídos, quem, afinal, “é gente”.
Da Revolução Agrícola, a primeira que atingiu o homem caçador coletor, à Revolução Termonuclear, da fissão nuclear, o poder e a cidadania sofreram muitas transformações. Civilizações teocráticas e agnósticas se sucederam e, consequentemente, valores foram sendo incluídos, transformados e descartados.
Podemos antever, às vésperas da fusão nuclear, um novo sistema civilizatório sendo articulado na sociedade humana, nas “gentes”. Infelizmente não poderemos mais contar com a clarividência intelectual de Darcy Ribeiro, mas temos em Jessé Souza o questionador que nos irá conduzir para as mais completas respostas.
QUESTÃO FUNDAMENTAL: EDUCAR
Anne Cheng, filósofa e sinóloga francesa, na extraordinária “História do Pensamento Chinês” (1997, na tradução de Gentil Avelino Titton para Editora Vozes, Petrópolis, 2008), denomina o capítulo que trata do confucionismo de “A aposta de Confúcio no homem”.
Confúcio, como Lao Zi (século VI a.C.), antecedem o pensamento grego de Sócrates, Aristóteles, Platão, todos do século III a.C. Foram os pensadores do humano, não do divino, este último mais fabular do que histórico, mas que dominou o ocidente, a partir do judaísmo, criando um Deus só para seu povo, por volta de 2.000 a.C.
São as duas linhas do pensamento e do comportamento humano: a que trata de homem como ser construtor de sua história e aquela que é uma distração das divindades, o resultado de apostas.
Como se deduz facilmente na linha confuciana, ser um homem significa ser o permanente estudante; “estudar e ocupar um cargo são atividades gêmeas, inseparáveis, do conceito do cavaleiro” (Confúcio, “Analectos”).
Veja na História do Brasil, por 400 anos o ensino não foi obrigação do Estado, era iniciativa privada, quase totalmente para “elevação da alma”. E, mesmo depois de Getúlio Vargas ter colocado, junto com a saúde, funções do Estado, muito se fez para que não tivesse êxito, até por golpes em dirigentes eleitos.
Sob domínio neoliberal financeiro, o ensino público retrocede até ser privatizado, como o governador bolsonarista Tarcísio de Freitas está fazendo no Estado de São Paulo: leiloando escolas públicas.
O saber, mais do que qualquer outra condição humana, assombra os poderes que não representam “as gentes”.
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"Mosca branca". Nesse caso, descrição atribuída a um musicista que brincava pelas ruas sem asfalto, nos arredores da casa em que viveu quando criança, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. Compositor de uma das canções que mais marcaram a infância de muitos brasileiros, a que começa com os seguintes versos: Numa folha qualquer/Eu desenho um sol amarelo.

Um dos principais expoentes da música popular brasileira (MPB), Antonio Pecci Filho, que adotou o nome artístico Toquinho, ganhou, aos 78 anos, um documentário que permite que os espectadores revivam com ele sua história, recheada de lembranças bem-humoradas e o brilho único de amizades de longa data.
Dirigido por Erica Bernardini, o filme Toquinho: Encontros e um Violão dá ênfase ao entrecruzamento da vida do musicista com a Itália, repetido muitas vezes ao longo dos anos. Foi, inclusive, nesse contexto que compôs a famosa música Aquarela, que, há quatro décadas, encanta crianças de todo o Brasil. E da Itália também, já que se pode dizer que metade dela é criação sua e metade do italiano Guido Moura. Toquinho conta que Moura já tinha feito parte da melodia e que ele a completou.
O musicista relata que, certa vez, foi parar no Velho Mundo por conta de um convite de seu íntimo amigo Chico Buarque, de quem é próximo desde a juventude. Chico havia se mudado para Roma no início da ditadura civil-militar, em 1969, com a então esposa, a atriz Marieta Severo, grávida da primeira filha do casal.
Embora nessas e em outras narrações, Toquinho seja capaz de adicionar comicidade, também demonstra ter sensibilidade e a devida seriedade ao compartilhar o caso de um amigo que foi perseguido pelos agentes de repressão.

A capital federal está em alerta amarelo para grau de severidade das chuvas, ou seja, com aviso de chuvas intensas, segundo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O alerta é desta segunda-feira (02) até terça-feira (03). Já a umidade máxima do ar registrada é de 95%.
Segundo órgão, a chuva terá entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h. Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Já as instruções do Inmet é para que, em caso de rajada de vento, não se deve abrigar debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas. Também não se deve estacionar veículos próximos a torres de transmissão, placas e propagandas. O órgão destaca que deve se evitar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Quinta, 4 de agosto de 2022 Fonte: AEPET* Publicado em 04/08/2022 Escrito por Maria Lucia Fattorelli O problema do Brasil não é falta de re...