Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Juareizão, distrital da base de Rollemberg, tenta golpe em reunião de comissão, foge da discussão e faz um papelão. Estava em pauta o famigerado Instituto Hospital de Base

Quarta, 3 de maio de 2017
Quem foi o Espírito Santo de Orelha que orientou a fuga de Juareizão? Responda, você sabe.

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Da CLDF

Relator abandona reunião e projeto do Instituto Hospital de Base não é votado

O relator Juarezão deixa a reunião após sugerir que a matéria seja votada diretamente em plenário

A aguardada votação do Projeto de Lei nº 1.486/2017, que cria o Instituto Hospital de Base, foi mais uma vez adiada na manhã desta quarta-feira (3). Iniciada às 10h, a reunião da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa começou com a presença dos deputados Wasny de Roure (PT), Raimundo Ribeiro (PPS), Luzia de Paula (PSB) e Juarezão (PSB). Este último, relator da matéria, pediu a palavra no início da leitura da pauta para apresentar uma questão de ordem. "Os prazos desta comissão há muito tempo se esgotaram, por isso solicito que o projeto seja enviado para a Mesa Diretora para inclusão na ordem do dia e votação em plenário", requereu Juarezão.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Eleição para Vice-Presidente da Câmara Legislativa. Não legitimação pela Bancada do PT

Segunda, 22 de agosto de 2016
Eleição para Vice-Presidente da Câmara Legislativa
Não legitimação pela Bancada do PT

A BANCADA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES, constituída pelos Deputados Distritais Chico Vigilante, Ricardo Vale e Wasny de Roure, vem a público informar que decidiu não votar na eleição para Vice-Presidente da Câmara Legislativa.

Primeiramente, não se trata de ser contra ou favor deste ou daquele candidato ao cargo, mas sim de não ver legitimidade na condução do processo pela atual Mesa Diretora.

terça-feira, 7 de julho de 2015

A vaquejada do Juarezão e dos distritais: Secretaria do Meio Ambiente e Instituto Brasília Ambiental deram parecer afirmando que vaquejada é violência e não modalidade esportiva

Terça, 7 de julho de 2015
O projeto de lei 225/2015, aprovado pelos distritais no apagar das luzes do dia 30 de junho, quer a violência contra animais declarada como modalidade esportiva. Resta agora ao governador Rollemberg vetar essa atrocidade ou ficar conhecido como o governador do torneio da morte. Que retire da boca dos deputados esse pedaço do bolo da insensatez.

Veja a seguir texto da Secretaria do Meio Ambiente distribuído hoje (7/7). Será uma sinalização de veto ao projeto? Tomara que seja.


GOVERNO DE BRASÍLIA
Secretaria de Estado do Meio Ambiente 
Assessoria de Comunicação Social

Avaliação das implicações éticas, legais e de bem-estar dos animais nestes eventos levam a secretaria e o Ibram a não reconhecer violência como modalidade esportiva.
(Brasília, 7/7/2015) – A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) são contrários ao Projeto de Lei 225/2015, que reconhece a vaquejada como modalidade esportiva no Distrito Federal. O projeto foi enviado à sanção do governador Rodrigo Rollemberg. Os órgãos apresentaram, em audiência na Câmara Legislativa, parecer técnico em que analisam as implicações éticas e legais de eventos que abusam dos animais com prática de maus-tratos.
Não é possível reconhecer a atividade como modalidade esportiva ou regulamentá-la com a justificativa, apresentada pelo autor do projeto, de proteção da saúde e integridade física dos animais em todas as etapas do evento, afirma o parecer. Afinal, os maus-tratos envolvidos são inerentes às práticas e claramente ferem princípios éticos, aspectos fisiológicos e preceitos legais, sustenta o documento.
Uso de objetos pontiagudos, choques, golpes e marretadas são algumas das práticas utilizadas nos bastidores destes eventos para forçar os animais a fazerem acrobacias. “As provas realizadas na vaquejada e eventos similares ferem o princípio constitucional de proteção ao meio ambiente, por provocar danos aos animais, abusar, molestar e causar prejuízos físicos e mentais”, afirmou Mara Moscoso, coordenadora de Direitos Animais da Sema.
No DF, a Lei nº 1.492, de 30 de junho de 1997, prevê em seu artigo 1º a proibição da realização de eventos de qualquer natureza que impliquem atos de violência e crueldade com os animais e está de acordo com a Constituição Federal, que no artigo 225 incube ao poder público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Vaquejada: Juarezão põe Rollemberg em outra saia justa

Quinta, 2 de julho de 2015

Deputado propôs que governador dividisse o "bolo", agora quer vaquejada como modalidade esportiva no DF

Uma proposta promete criar polêmica no Distrito Federal, principalmente entre os ambientalistas. É que o deputado distrital Juarez Oliveira (PRTB) apresentou projeto para reconhecer a “Vaquejada” como modalidade esportiva no DF.
A prática foi comum no Nordeste brasileiro, mas começou a ser questionada por ativistas dos direitos dos animais em virtude dos maus tratos aos bois, que muitas vezes têm o rabo arrancado ou sofrem graves fraturas nas quedas...
Os relatores do projeto, Cristiano Araújo (PTB) – na Comissão de Assuntos Sociais – e Sandra Faraj (SDD) – Comissão de Constituição e Justiça –, não viram problemas na aprovação da proposta, que seguiu para plenário e foi aprovado na noite de terça-feira (30) por todos os deputados presentes.
Agora, o texto será encaminhado para a sanção ou veto do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que terá apenas duas opções: desgastar-se ainda mais com um integrante da já combalida base aliada ou ver ativistas baterem na porta do Palácio do Buriti para protestar contra a sanção da nova lei.

Fonte: Redação do Blog do Sombra - 02/07/2015 - - 11:14:01
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Sobre a festa da brutalidade, a vaquejada, que parece ser "esporte" preferido dos distritais, como ficou demonstrado pela aprovação do projeto,  o Gama Livre publicou em 15 de maio deste ano o texto abaixo. Que Rollemberg não sirva na bandeija, ou no curral, a fatia desse bolo.

Vaquejada, o torneio da morte, pode ser reconhecida pela Câmara Legislativa como 'modalidade esportiva' no DF

Sexta, 15 de maio de 2015
Resultado de imagem para brutalidade vaquejada









Juarezão, deputado distrital do PRTB, apresentou projeto de lei que pretende reconhecer a Vaquejada como modalidade esportiva no Distrito Federal. Chico Vigilante, líder da bancada do PT na CLDF, vai promover hoje (15/5) à noite audiência pública para debater a realização desse 'esporte'.

Segundo matéria do site da CLDF, “Para os deputados, a vaquejada é uma festa genuína brasileira, que é realizada há mais de um século. Chico Vigilante destaca que, inclusive, no nordeste brasileiro, a vaquejada está na cultura do povo. Afim de debatermos melhores condições de realização de vaquejadas no Distrito Federal. “Lá, a vaquejada está para o povo nordestino, assim como as touradas estão para os espanhóis”, destacou...

Nossa! Defender as touradas, quando essas crueldades estão sendo banidas da Espanha?

Era também um esporte preferido dos romanos, em priscas eras, jogar cristãos nas arenas dos leões. E veja que a plateia vibrava com cada dentada, cada perna ou braço (da pessoa) amputado, cada patada com afiadas garras. E vibrava quando o corpo humano era retirado da arena. Estava, esta brutalidade, na 'cultura do povo’.

Brutalidade, animalidade, é de fato este tal “esporte” vaquejada.




















Juarezão — Distrital PRTB



Alguém, mesmo sendo deputado distrital, este ser superior, aguentaria por quanto tempo uma tortura com um sedém em suas virilhas?


Chico Vigilante, líder da bancada do PT.


Belo 'esporte'! Nenhuma brutalidade para o deleite de uma plateia, não?

As imagens de brutalidades de vaquejada são da internet. A dos distritais, do site da CLDF.

Leia também: 

Vaquejada, o torneio da morte

TJDF: Contra maus tratos de animais, liminar suspende a vaquejada de Planaltina

terça-feira, 23 de junho de 2015

Em video: E não é que Helio Doyle tem razão. Distritais arrocham Rollemberg. É o toma lá dá cá

Terça, 23 de junho de 2015

"O bolo tem que ser dividido igual"

Dois áudios publicados no YouTube prometem complicar ainda mais a já desgastada relação entre o Palácio do Buriti e a Câmara Legislativa. Em suposta reunião entre o governador Rodrigo Rollemberg e distritais, o áudio revelaria as cobranças dos deputados por mais espaço dentro do Executivo.
 
A gravação que circula mostra áudios que seriam da deputada Celina Leão (PDT), ... presidente da Casa, e de parlamentares como Juarezão (PRTB). Há ainda fotos de Sandra Faraj (Solidariedade) e do Doutor Michel (PP), apesar de não serem identificados no áudio.
 
Em um dos momentos polêmicos, um dos presentes solta a frase: "O bolo tem que ser dividido igual". O autor da frase, de acordo com o vídeo, seria o deputado Juarez Oliveira, que tem declarado à imprensa sua insatisfação por estar na base de apoio.

Em outro vídeo, a deputada Celina Leão teria chegado a falar ao governador Rodrigo Rollemberg pela falta de participação de deputados em seu governo. "O senhor não tem um deputado secretário", reclama. "Ou a gente tem uma pauta com o senhor, ou a Câmara vai vir na pauta dela", reforçou.
Toma lá dá Cá!!!! Deputados Arrocham Governador!
 
Toma lá dá Cá!!!! Deputados Arrocham Governador! Parte 2

 
Desde que a presidente Celina Leão anunciou a saída da base, uma verdadeira crise tomou conta do governo do DF, que culminou no pedido de demissão do ex-chefe da Casa Civil, Helio Doyle. Na época, Doyle chegou a denunciar que deputados chantageavam o governador em busca de cargos. Como resposta, a deputada Celina Leão fez uma moção de repúdio contra o ex-secretário e afirmou que ele teria que provar na justiça as acusações.

Fonte: Blog do Sombra/ youtube/perfil da conta de Marina Santos - 23/06/2015
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Comentário do Gama Livre: Num esquema desse, como esperar que os distritais exerçam uma das duas funções constitucionais do parlamentar? A de fiscalização. Entrar no bolo, comer uma fatia, tira qualquer possibilidade do exercício isento da fiscalização.

Hélio Doyle tem razão!

Em alguns países um parlamentar para assumir qualquer cargo no Executivo, seja secretário, ministro, ou simples diretor de empresa do Estado, terá obrigatoriamente de renunciar ao cargo eletivo.

Aqui em Pindorama...é desse jeito flagrado nas duas gravações acima.

Vergonha! Esculhambação!