“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 24 de julho de 2016

“O Rio de Janeiro tornou-se uma cidade-espetáculo gerida por empreiteiras”

Domingo, 24 de julho de 2016
Do Esquerda.Net
A duas semanas da abertura dos Jogos Olímpicos, publicamos uma entrevista ao deputado estadual do PSOL Marcelo Freixo, que critica o modelo de reurbanização da cidade. Entrevista de Miguel Martins, para a Carta Capital.
Vista aérea da cidade do Rio de Janeiro, foto de Gustavo Girard/Flickr.
 
Deputado estadual e candidato à Câmara Municipal carioca, Marcelo Freixo, do PSOL, é um dos mais combativos quadros da oposição aos governos do PMDB no Rio de Janeiro. Para o parlamentar, o decreto de calamidade pública anunciado pelo governador em exercício Francisco Dornelles, que resultou na transferência de 2,9 mil milhões de reais do governo federal para estancar a crise fiscal fluminense e garantir a realização das Olimpíadas, é “completamente inconstitucional”. “A calamidade é definida pelo seu caráter inesperado. Não há nada de imprevisível no processo de endividamento do estado”.

Na entrevista abaixo, Freixo contraria o diagnóstico do Presidente da Câmara Eduardo Paes de que a situação fiscal do município é confortável, critica o projeto de modernização da cidade e aponta para o alto número de remoções de famílias por causa das obras. O deputado lembra ainda que a revitalização da cidade tem sido conduzida por construtoras investigadas na Operação Lava Jato. “O Rio tornou-se uma cidade-espetáculo gerida por empreiteiras. ”

sábado, 21 de novembro de 2015

Morte de segurança do deputado Marcello Freixo (Psol/RJ) pode ter sido motivada por crime político

Sábado, 21 de novembro de 2015
do Jornal O Dia
PM Alexandre Murta Fernandes, de 41 anos, foi assassinado na manhã de sexta-feira, em Bento Ribeiro
FLAVIO ARAÚJO
Rio - A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital recolheu imagens de três câmeras para tentar identificar os assassinos do segurança do deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), o policial militar Alexandre Murta Fernandes, de 41 anos. Ele foi morto na manhã de sexta-feira, na Rua Parnamirim, em Bento Ribeiro, bairro onde morava. A polícia trabalha com a hipótese de latrocínio, porém, a arma do militar e um estojo com munição não foram levados pelos matadores e a possibilidade de crime político não está descartada.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

'Tentam usar morte de cinegrafista para asfixiar protestos', diz Marcelo Freixo

Domingo, 16 de fevereiro de 204

Por Wanderley Preite Sobrinho - iG São Paulo

Deputado estadual do PSOL diz ser vítima da 'maior inconsequência' da imprensa ao ver seu nome envolvido no episódio e critica lei antiterrorismo

Possível postulante ao Senado este ano, principal puxador de votos de seu partido na campanha estadual e provável candidato a prefeito do Rio de Janeiro em dois anos, Marcelo Freixo (PSOL) corre para salvar sua reputação, colocada em xeque pelo advogado Jonas Tadeu Nunes, defensor de Caio de Souza e Fábio Raposo (ambos com 22 anos), acusados pelo disparo de um rojão na quinta-feira da semana passada que atingiu o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilidio Andrade (49), morto quatro dias depois.





Divulgação
Freixo conversou com Sininho duas vezes: "Primeiro quando foi ameaçada por milícias e agora, na prisão de Raposo. Ela disse que o rapaz poderia ser torturado na prisão"

Em tom de desabafo, o deputado acredita ser vítima “da maior irresponsabilidade da imprensa em anos”, lembrou que sua mulher, jornalista, conheceu Santiago e que o mais “preocupante” nessa história é que governos estariam se aproveitando do episódio para aprovar leis que asfixiem de vez os protestos no Brasil.

“Esse advogado diz que recebeu telefonema de uma ativista me relacionando ao acusado e essa é a base de uma denúncia propagada pela imprensa que me associa a um homicídio. É uma das maiores inconsequências que o jornalismo brasileiro já produziu, uma aberração”, afirmou.

Leia a íntegra em:
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-02-16/tentam-usar-morte-de-cinegrafista-para-asfixiar-protestos-diz-marcelo-freixo.html

Leia também: “Gosto de Freixo não porque ele é do PSOL. Acho que gosto um tanto do PSOL por ele abrigar Freixo”, escreve Caetano em O Globo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Freixo rebate acusações de que abriga em gabinete advogado de ‘black blocs’

Quarta, 12 de fevereiro de 2014

O deputado do PSOL, Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, no Rio (Foto: Alerj)

POR RODRIGO RODRIGUES

Em resposta a uma reportagem publicada pelo jornal “O Globo” nesta terça-feira (11), o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) divulgou nesta manhã uma nota em que diz não ser responsável pelas atividades exercidas pelos empregados do gabinete fora do horário de trabalho.

Segundo a reportagem, o advogado Thiago de Souza Melo além de assessorar o deputado estadual do PSOL, comanda também uma ONG que presta assessoria jurídica gratuita a pessoas que são presas durante as manifestações por vandalismo e outros crimes no Rio.
“O Globo” afirma que Melo é um dos diretores do Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH), que em outubro passado já defendeu o tatuador Fábio Raposo, preso sob acusação de participação no crime contra o cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago de Andrade.
Fábio Raposo, conhecido entre os militantes de esquerda como Fox, teria utilizado os serviços do DDH após uma série de manifestações em que fora autuado pela polícia por depredação de patrimônio público. Leia a íntegra clicando aqui

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Deputado estadual Marcelo Freixo (Psol/RJ) emite nota de esclarecimento sobre acusações feitas por estagiário do advogado do deputado estadual Natalino Guimarães (DEM) acusado pela CPI das Milícias do Rio de Janeiro

Domingo, 9 de fevereiro de 2014
Nota de esclarecimento:

A acusação publicada hoje pelo portal G1 é irresponsável e leviana. Segundo a matéria, uma ativista teria ligado para o estagiário do advogado de Fábio Raposo e dito que o responsável por acender o rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade é ligado a mim.

Além de a fonte da informação ser de uma fragilidade absurda e de a própria ativista negar ter me associado ao ocorrido, nenhuma prova concreta foi apresentada. Aqueles que afirmarem que o responsável pela explosão é ligado a mim terão que provar. Caso contrário, serão devidamente processados.

Sempre repudiei a violência nos protestos, seja ela praticada por manifestantes ou policiais. Discordo dela como princípio e como método para conquistar qualquer coisa.
As investigações sobre essa tragédia apenas começaram e é triste ver que um assunto tão importante e delicado é tratado com tamanha irresponsabilidade. A quem interessa transformar uma informação tão frágil num acusação tão grave?
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Do Twitter:


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Freixo

Quarta, 4 de setembro de 2012
Da Coluna de Francisco Bosco, em O Globo

"Uma candidatura assim, se vence uma eleição, tem um efeito análogo ao da lei da ficha limpa, só que em sentido positivo. Enquanto a lei da ficha limpa impede os políticos infratores da lei de se candidatar, colocando um freio na política tradicional à brasileira, uma eventual vitória de Freixo provaria que é possível fazer política verdadeira no país. Se isso acontecer, o argumento resignado que sustenta as alianças espúrias sofrerá um forte abalo. Muitos cidadãos de espírito republicano, hoje desencorajados pela sujeira da política nacional, poderiam se engajar na política institucional. E o que hoje parece utópico — que a política no Brasil não seja um negócio de canalhas — provaria ser realizável."

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Freixo acusa Paes de favorecer milicianos

Sexta, 31 de agosto de 2012
Felipe Werneck, de O Estado de S. Paulo
O deputado estadual e candidato do PSOL à prefeitura do Rio, Marcelo Freixo, acusou nesta quinta-feira, 30, o prefeito Eduardo Paes (PMDB), candidato à reeleição, de favorecer milicianos em sua gestão. "Ele (Paes) não é dono de milícia, mas tem responsabilidade no crescimento das milícias, eu digo abertamente", afirmou Freixo durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo.

A assessoria de Paes informou que ele não comentaria a declaração. Procurado após um evento de campanha, o prefeito disse apenas: "Deixa ele (Freixo) acusar do que quiser". O deputado, que presidiu a CPI das Milícias da Assembleia Legislativa em 2008, citou a forma escolhida pela atual gestão para realizar a licitação do transporte alternativo como principal indicador do apoio a milicianos. Freixo lembrou que uma das 58 propostas da CPI foi a necessidade de se fazer essas licitações individualmente. Segundo ele, o braço econômico das milícias é o transporte alternativo, e o controle das vans por cooperativas facilita o domínio do crime organizado.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Marcelo Freixo ganha o apoio de Leonardo Boff

Sexta, 24 de agosto de 2012
Frei Leonardo Boff diz que também fecha com Marcelo Freixo à Prefeitura da Cidade Maravilhosa.

sábado, 28 de julho de 2012

Chico Buarque se engaja na campanha de Freixo no Rio

Sábado, 28 de julho de 2012
Artista lamentou apoios de Lula e Niemeyer ao candidato do PMDB, Eduardo Paes

Alfredo Junqueira, de O Estado de S. Paulo
O engajamento do compositor Chico Buarque de Hollanda na campanha do candidato do PSOL à Prefeitura do Rio, Marcelo Freixo, não vai se limitar à participação em programas eleitorais para a TV e a Internet.

Nesta sexta-feira, 27, depois de quase duas horas de gravações em seu apartamento no Alto Leblon, o artista fez um pedido singelo ao político: queria levar centenas de "santinhos" para distribuir a amigos e vizinhos do campo do Polytheama, seu time de peladas no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste - região dominada por grupos de milicianos.

Chico recebeu Freixo e sua comitiva lamentando os apoios manifestados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o arquiteto Oscar Niemeyer, seus amigos pessoais, ao prefeito Eduardo Paes (PMDB), candidato apontado pelas pesquisas como favorito e que busca a reeleição. Leia a íntegra
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Veja o vídeo com Caetano Veloso cantando o jingle de campanha de Marcelo Freixo.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Duas ou três coisas sobre a primeira pesquisa eleitoral no Rio de Janeiro

Segunda, 23 de julho de 2012
Por Israel Dutra
Foi divulgada a primeira pesquisa eleitoral para a prefeitura municipal do Rio de Janeiro. Parte de uma rodada nacional de enquetes, o Instituto Datafolha publicou os números acerca do Rio de Janeiro. Após um estranho silêncio de vários institutos [ a última pesquisa tinha sido divulgada em dezembro de 2011], enfim, temos uma primeira sondagem de opinião, passados quinze dias do começo da campanha. Antes de mais nada, julgo necessário estabelecer um critério objetivo para as análises deste tipo de pesquisa, tão importantes no atual modelo eleitoral brasileiro. Brizola dizia com todas as letras que não confiava em pesquisas, tornando-se um emblema das manipulações escondidas na suposta exatidão dos dados. Por outro lado, seria uma postura casuísta acreditar nas pesquisas favoráveis a nossos candidatos e desmerecer, simplesmente, as que indicam cenários ruins. Dito isso, penso que as pesquisas devem ser encaradas como uma “fotografia”, muito particular do momento eleitoral, que guarda sempre níveis de distorção- a própria distorção é anunciada em critérios de margem de erro e intervalo de confiança, do ponto de vista estatístico. O tamanho da “distorção” também pode ser medido com a tradição e o nível de relação com os interesses das elites locais que o instituto carrega. No caso brasileiro, lamentavelmente, a história de manipulações não é pouca. Para além disso, a presente pesquisa do Datafolha , apresenta um cenário razoável, até certo ponto, crível. Dentro deste espaço, temos que vincular alguns dados, mais expressivos, para sacarmos conclusões sobre a primeira fotografia da disputa eleitoral.

O que diz a pesquisa eleitoral?

A pesquisa apresenta o seguinte cenário do ponto de vista das respostas estimuladas:


Paes 54%; Freixo10%; Rodrigo Maia 6%; Otavio Leite 4; Demais candidatos[Aspásia, Cyro, Antonio, Siqueira] 1% cada um. As intenções de votos Nulos/Brancos/Nenhum somam 14%; entre os que não sabem definir-se ou não responderam temos 8%.
 
Os números que mais chamam a atenção, contudo, são os que dizem respeito à rejeição e ao nível de conhecimento dos eleitores sobre os candidatos.
 
No quesito "rejeição", Rodrigo lidera com 31%, seguido de Paes[ 20%] e Otávio Leite [16%]. Isso contrasta com os índices de Freixo: apenas 9% do eleitorado rejeitam seu nome como candidato. 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

“Eu sou carioca e fecho com Marcelo Freixo”

Segunda, 9 de julho de 2012

Freixo e Caetano Veloso

Época de campanha eleitoral é tempo de jingle para embalar a caminhada dos candidatos a prefeito. Serra, por exemplo, pagou R$400 mil à dupla sertaneja "João Lucas e Marcelo" por jingle baseado na música “Eu quero tchu, eu quero tcha” para tentar chegar à Prefeitura de São Paulo. A música virou, pela fortuna paga, o “Eu quero Serra, eu quero já”.

Sem o apoio financeiro de bancos, grandes empresas e empreiteiras, o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), do Rio de Janeiro, ganhou de presente uma original música: “Eu sou carioca e fecho com Marcelo Freixo”. Presente do Mano Caetano, o Caetano Veloso da Bahia e de todo o Brasil.

Numa campanha de tostão contra milhão, Freixo sai muito bem com a sua música, e tenta ganhar a Prefeitura do Rio. 
Caetano Veloso, Breno Goes e Gustavo Levy são os autores do jingle de campanha de Marcelo Freixo, PSOL.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Um país dominado pelo crime organizado

Domingo, 6 de novembro de 2011
Amanhã, quinta (10/11), haverá na Assembléia Legislativa de São Paulo um ato suprapartidário em defesa do deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ). Ativista dos direitos humanos, presidiu a CPI das Milícias do Rio de Janeiro, que resultou na prisão ou indiciamento de mais de 225 pessoas.

No filme Tropa de Elite 2, inspirou a criação do personagem/deputado que combatia as milícias. Agora teve que deixar o Brasil para que não morresse ou acontecesse o assassinato de sua mulher e filhos. Mais uma mancha para um país que não sabe o que fazer em termos de segurança pública.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Marcelo Freixo: parapoliciales en Brasil son "desafío al Estado democrático"

Terça,1 de novembro de 2011
Da BBC Mundo
A punto de abandonar transitoriamente Brasil por amenazas de muerte, el diputado estatal Marcelo Freixo aseguró que los grupos criminales de Río de Janeiro integrados por policías son "un desafío al Estado democrático de derecho".

Freixo, conocido activista de los derechos humanos de 44 años, dijo en diálogo telefónico con BBC Mundo que las siete amenazas que recibió en octubre corresponden a "milicias" que operan principalmente en la zona oeste de Río de Janeiro.

Esos grupos integrados por policías y expolicías, guardias de cárceles y bomberos fueron el blanco de una comisión parlamentaria presidida por Freixo en 2008, que investigó sus actividades tras el secuestro y tortura de dos periodistas.