Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Funai descumpre decisão judicial sobre suspensão da Instrução Normativa 09 e MPF pede pagamento de multa de R$ 100 mil/dia

 Quarta, 3 de fevereiro de 2021

Foto: Celio Messias - Arte: Ascom/MPF-MT

Mesmo sendo intimada, a Fundação não incluiu Terras Indígenas interditadas, de índios isolados, no Sistema de Gestão Fundiária (Sigef)


A Fundação Nacional do Índio (Funai) é acusada, pelo Ministério Público Federal (MPF), de descumprimento da decisão judicial, em liminar, que suspendeu os efeitos da Instrução Normativa nº 09, em 14 de maio de 2020. O MPF, por meio do Ofício de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais em Mato Grosso, entrou com pedido judicial para que a Fundação pague a multa de R$ 100 mil/dia por descumprir a decisão. A IN 09 permite, de forma ilegal e inconstitucional, o repasse de títulos de terra a particulares dentro de áreas indígenas, protegidas pela legislação brasileira.

Conforme o pedido feito à Justiça Federal pelo MPF, a decisão liminar foi oficialmente comunicada à Funai no dia 23 de junho. Data que, segundo a Fundação, foram inseridos no Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) as áreas indígenas que ainda possuem processos demarcatórios que não foram finalizados. Na mesma data, foi realizada a inclusão das áreas ainda não georreferenciadas e não homologadas no Sigef, impedindo, assim, a certificação de imóveis particulares em áreas não homologadas.

Ocorre que as informações trazidas aos autos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) revelam que a Funai não está cumprindo a ordem judicial.

Operação Faroeste: Corte Especial do STJ prorroga por mais um ano afastamento cautelar de desembargadores e juízes

Quarta, 3 de outubro de 2021

Do MPF

Decisão unânime levou em conta fato de investigação estar em andamento; retorno poderia gerar instabilidade, afetando jurisprudência do TJBA

Por unanimidade, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, nesta quarta-feira (4), a prorrogação por mais um ano do afastamento cautelar de Gesivaldo Nascimento Britto, José Olegário Monção Caldas, Maria da Graça Osório Pimentel Leal e Maria do Socorro Barreto Santiago, do cargo de desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), e de Sérgio Humberto de Quadros Sampaio e Marivalda Almeida Coutinho, do cargo de juiz de direito daquele estado. Todos são investigados na Ação Penal 940, apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) à Corte, e já estavam fora do exercício de suas funções por deliberação do colegiado desde 5 de fevereiro do ano passado. Por causa da proximidade da data de expiração da medida, o processo foi levado à apreciação dos demais ministros, em questão de ordem, pelo relator, Og Fernandes.

TSE mantém andamento de ação penal ajuizada pela PGR contra ex-governador de Goiás

Quarta, 3 de fevereiro de 2021

Seguindo entendimento do MP Eleitoral, Corte negou recurso em que Marconi Perillo pedia o trancamento da ação e prescrição dos crimes


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nessa terça-feira (2), manter o andamento da ação penal ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-governador de Goiás Marconi Perillo, por associação criminosa, fraude processual e falsidade ideológica eleitoral. Seguindo parecer do Ministério Público Eleitoral, os ministros negaram o recurso em habeas corpus apresentado pelo político, que postulava a extinção da punibilidade, alegando prescrição dos crimes, bem como o trancamento da ação penal quanto ao crime de peculato, por ausência de justa causa.

O passa-moleque de Bolsonaro e a Pfizer dos baianos

Quarta, 3 de fevereiro de 2021

do site Pátria Latina 

Jolivaldo Freitas*

Na briga com a politização da vacina, que vem ocorrendo desde o ano passado entre o governador de São Paulo, João Dória e o presidente Bolsonaro, o que se viu a princípio foi o presidente rejeitando a vacina do Butantan que ele chamou de vacina de Dória e até tripudiou quando se pensou que ela seria menos que um placebo e a insistência do paulistano em conseguir levar para São Paulo fosse qual vacina fosse. Em paralelo o administrador de São Paulo criou uma força-tarefa com os ex-presidentes Michel Temer e José Sarney, para que fossem sensibilizar os chineses a mandar os insumos para a fabricação da CoronaVac no Brasil.

Bom lembrar que durante o ano passado o presidente a seus familiares – e até um ex-ministro da Educação e o ministro das Relações Exteriores – tripudiaram os chineses, fazendo “bullying” como meninos levados de escola primária e acusando a China até de criar e espalhar irresponsavelmente o coronavírus pelo mundo.

Não é que depois não querer fechar acordo de fornecimento com a Pfizer – que avisou, isso lá em novembro passado que quem saísse na frente teria direito à vacina, pois essa não chegaria para todo mundo – e na ausências de garantias da Índia e sem a Anvisa aprovar a Sputnik,  a solução foi o presidente baixar a crista, deixar de fungar no cangote do seu ministro Pazzuelo, da Saúde e fazer vistas grossas para a vacina do Butantan que tanto esculhambara. De tal maneira que quando a Anvisa aprovou a CoronaVac Bolsonaro sumiu das redes sociais durante quase uma semana (seus filhos sumiram mais).

Então depois de a vacina ter sido distribuída, garantindo a vida de pelo menos uma certa quantidade de profissionais da linha de frente, surgiu a questão donIFA, esses tais insumos básicos para a fabricação do imunizante. O governo estava queimado com a China e inclusive surgiram notícias de que ela tinha condicionado – estaria na voz do embaixador chinês no Brasil – da saída do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Pelo visto a “ingerência” dos ex-presidentes a mando de Dória deu resultado e os insumos foram liberados pelo governo chinês.

Foi aí que quando a embaixada chinesa assegurou a vinda do produto que entrou Bolsonaro que estava quieto somente à espreita. Do nada ele atravessou João Dória e anunciou que o governo tinha conseguido o insumo graças à ação do queimadézimo ministro Pazzuelo. Antigamente isso se chamava de “dar o migué” e mais antigamente ainda era um “passa-moleque”. É o no popular expressionismo baiano o tal de “gozar com a… do outro” ou mesmo o clássico “dar o bote”. Como dizem os da provença, Bolsonaro é um “fura-olho”.

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*Escritor e jornalista. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Exposição a céu aberto: Movimento Urbano de Arte Livre (MURAL) confirma 2ª edição para 2021 em Salvador e abre convocatória

Quarta, 3 de fevereiro de 2021

Do Pátria Latina, com informações do Mural

Foto Antonio Chequer



A cidade de Salvador vai receber, pelo segundo ano, obras de arte que estarão expostas para toda a população, enchendo a região da Cidade Baixa com criatividade, beleza e cor. Trata-se do Movimento Urbano de Arte Livre, o MURAL, considerado o primeiro projeto de Arte Vertical realizado na capital baiana. Essa segunda edição vem para ressaltar o papel da arte como direito fundamental e alimento para a alma e para o espírito humano, evidenciado ainda mais nesse período de pandemia e isolamento social.

O projeto, além de proporcionar uma grande visibilidade aos artistas participantes, gera novas oportunidades de trabalhos artísticos e reafirma todo o potencial criativo existente na Bahia. Também possibilita mais um roteiro ligado ao Turismo Artístico-Cultural em Salvador. E para os interessados em participar desta segunda edição, será aberta uma chamada pública para a seleção de quatro (04) artistas; ou coletivos com até três (03) artistas; com intuito final de realizar quatro (04) grandes obras de arte, complementando os 10 murais realizados na primeira edição do projeto, em 2016.




O tema desta segunda edição é “Separado é Tudo Junto”, inspirado na expressão “Tudo junto é separado e Separado é Tudo Junto”, utilizando a arte como ferramenta que proporciona sentimento de união e acolhimento, diante de um cenário tão difícil, mas que sempre tenha um caráter atemporal. O projeto se diferencia por colocar em evidência os artistas visuais baianos, de diferentes técnicas como Pintura, Graffiti, Desenho, Stencil, dentre outras, e cumpre o papel de levar arte às populações menos favorecidas, pois estarão localizadas em uma região da cidade onde diferentes classes sociais convivem entre si. Os quatro artistas selecionados devem ser baianos, ou residentes na Bahia há pelo menos cinco anos. A seleção será feita de forma democrática, através de um chamamento público realizado pela internet, pelo site www.projetomural.art.br com o envio de portfólios e croquis de trabalhos artísticos inspirados no tema desta edição. A curadoria será feita pelo professor, artista e Doutor em Artes Visuais pela UFBA, Zé de Rocha e pela jornalista e produtora cultural, Vanessa Vieira, também idealizadora do projeto.

Fonte: Pátria Latina, com informações da Divulgação do MURAL

Divulgação

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Crimes da ditadura: MPF pede condenação de delegado que sequestrou ex-oficial da Marinha em 1971

Terça, 2 de fevereiro de 2021




Do MPF

Carlos Alberto Augusto foi um dos responsáveis pelo desaparecimento de Edgar de Aquino Duarte; ação penal está na fase conclusiva em primeira instância



O Ministério Público Federal (MPF) apresentou as alegações finais reforçando o pedido de condenação do delegado Carlos Alberto Augusto pelo sequestro do ex-fuzileiro naval Edgar de Aquino Duarte, desaparecido desde 1971. As alegações finais são a última etapa processual antes do proferimento da sentença. Se a 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo acolher os argumentos do MPF, esta poderá ser a primeira vez que um ex-agente da ditadura militar é condenado no Brasil pela perseguição política no período.

Augusto, à época também conhecido como “Carlinhos Metralha”, é apenas um dos envolvidos no desaparecimento de Edgar de Aquino Duarte. Até 2015, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do Destacamento de Operações de Informações do II Exército (DOI-Codi) em São Paulo, também respondia pelo crime, mas deixou de figurar como réu na ação após seu falecimento.

O mesmo ocorreu com o ex-delegado Alcides Singillo, que morreu em 2019 e, por isso, foi excluído do rol de acusados. O caso teve ainda a participação de outras pessoas que, em 2012, quando o MPF ofereceu a denúncia, permaneciam não identificadas ou também já haviam falecido, entre elas o ex-delegado Sérgio Paranhos Fleury.

A ação à qual Carlos Alberto Augusto responde é um dos poucos casos que tiveram andamento na Justiça envolvendo ex-agentes da ditadura. Das 48 denúncias oferecidas pelo MPF nos últimos anos contra integrantes de órgãos da repressão, apenas três resultaram na instauração de ações penais. As demais foram rejeitadas, em desrespeito a normas e decisões internacionais que obrigam o Brasil a investigar e punir quem tenha atuado no extermínio de militantes políticos entre 1964 e 1985.

Sequestro – Duarte foi preso no dia 13 de junho de 1971, sem qualquer ordem judicial que embasasse a ação. Na época, trabalhava como corretor da Bolsa de Valores de São Paulo e já não tinha nenhum vínculo com grupos de oposição à ditadura. Expulso da Marinha em 1964 em decorrência do Ato Institucional nº 1, ele havia deixado a militância política desde que retornara do exílio, em 1968.

Ainda assim, o ex-fuzileiro naval entrou no radar das autoridades após ter seu nome citado no depoimento de José Anselmo dos Santos. Preso dias antes de Duarte, o Cabo Anselmo hospedava-se no apartamento do ex-colega de Marinha e viria a se tornar um agente infiltrado dos órgãos de repressão, sob supervisão de Carlos Alberto Augusto. Duarte poderia ser uma ameaça à atuação clandestina do colaborador caso o reencontrasse, desconfiasse das circunstâncias de sua soltura e revelasse a outras pessoas a suspeita sobre a parceria entre Anselmo e os militares.

Augusto participou diretamente da ação que resultou na prisão de Duarte e sua condução ao DOI-Codi. A detenção foi mantida sem comunicação judicial pelos dois anos seguintes. Neste período, a vítima foi sucessivamente transferida entre a unidade comandada por Ustra e o Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops/SP), onde Augusto e Singillo integravam a equipe de Fleury. Duarte foi visto por testemunhas pela última vez em junho de 1973.

Crime contra a humanidade – Sem provas ou registro de seu óbito nem informações sobre seu paradeiro, o ex-oficial da Marinha permanece formalmente sequestrado até hoje. O MPF destaca que o desaparecimento de Duarte enquadra-se na categoria de crimes contra a humanidade, uma vez que ocorreu no contexto do ataque sistemático e generalizado que o Estado empreendeu contra a população brasileira durante a ditadura militar.

O MPF ressalta também que não cabe anistia aos autores do delito. O Brasil já foi condenado duas vezes pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por deixar de investigar e punir os agentes envolvidos em crimes políticos cometidos no período. O país está voluntariamente vinculado à jurisdição da corte e é obrigado a cumprir as sentenças, segundo as quais a Lei da Anistia (Lei nº 6.683/79) não pode ser pretexto para a impunidade dos criminosos.

Nem mesmo o reconhecimento da constitucionalidade dessa lei pelo Supremo Tribunal Federal, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 153, pode ser evocado para se impedir o julgamento dos agentes da repressão. O acórdão de 2010 do STF restringiu-se a ratificar a conformidade da Lei da Anistia com a Constituição, sem avaliar se o texto é compatível ou não com tratados internacionais dos quais derivam obrigações assumidas pelo Brasil, como o acatamento de decisões da CIDH.

As sentenças do colegiado interamericano lembram ainda que crimes cometidos no contexto de perseguição política são imprescritíveis, reforçando as normas internacionais que o Brasil tem igualmente o dever de respeitar. Além disso, frisa o MPF, mesmo que coubesse prescrição no caso de Duarte, a contagem do prazo sequer teria começado e só passaria a ser contado a partir do momento em que o crime de sequestro se encerrasse, com a descoberta do paradeiro da vítima.

Pedidos – O MPF quer que Carlos Alberto Augusto seja condenado por sequestro qualificado, considerando-se o longo período em que Duarte está desaparecido, sua incomunicabilidade e as agressões físicas e psicológicas a que foi submetido. O Ministério Público pede ainda que a conduta social e a personalidade do réu sejam levadas em conta para o aumento das penas previstas no artigo 148 do Código Penal.

“Possuindo ao seu lado todo o aparato estatal, e fazendo mau uso dessa estrutura que deveria ser voltada à defesa dos cidadãos, o acusado agiu como se estivesse acima da lei, da sociedade e da vida humana, motivo pelo qual o aumento da pena em virtude da ação delitiva se faz necessário. Fazendo parte de um grupo de sádicos predadores, a aplicação da lei não pode ser branda”, afirmou o procurador da República Andrey Borges de Mendonça, autor da manifestação do MPF, ao pedir que a pena seja fixada em patamar próximo ao máximo permitido em lei.

“Não se pode perder de vista que o acusado, conforme demostrado em seu interrogatório em Juízo, expressou ter como 'ídolos' o delegado Sérgio Fleury e o comandante Carlos Alberto Brilhante Ustra, figuras notoriamente conhecidas do triste episódio da história do nosso país por terem feito do sequestro, da tortura e do homicídio de dissidentes políticos atos normais da rotina dos órgãos que deveriam, em tese, proteger a população”, acrescentou.

O MPF quer que, acolhido o pedido de condenação, a pena seja cumprida pelo réu em regime fechado, sem a concessão de nenhum benefício, considerando-se a gravidade do crime. Além da prisão, o Ministério Público pede que Augusto seja punido com a perda do cargo de delegado.

O número da ação é 0011580-69.2012.4.03.6181. A tramitação pode ser consultada aqui.

Leia a íntegra das alegações finais do MPF 

E na praia do Rio Vermelho, nos mares da mágica Bahia, presentes e cantos para Iemanjá

Terça, 2 de fevereiro de 2018

Abre Caminho

Vídeo da cantora baiana Mariene de Castro, gravado na Festa de Iemanjá, comemoração todo dia 2 de fevereiro na praia do Rio Vermelho, em Salvador.


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Clique na imagem para ampliá-la. Foto: arquivo Blog Gama Livre.


Clique na imagem para ampliá-la.
Pequenina, linda, graciosa e já no samba de roda. Foto: arquivo Blog Gama Livre

Dia dois de fevereiro é Dia de Yemanjá nos mares da praia do Rio Vermelho na 'cidade da Bahia'


'Dois de fevereiro'

Composição: Dorival Caymmi. Gravação Odeon, de primeiro de setembro de 1957, lançada em dezembro seguinte no 78 rpm. Apareceu também no álbum "Caymmi e o mar", quarto LP do compositor baiano, e primeiro em doze polegadas.

Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Escrevi um bilhete a ela pedindo pra ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar
O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas vingou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou 

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Clique nos links abaixo e veja postagens antigas do Blog Gama Livre sobre a Festa da Rainha do Mar nos mares da Bahia

É dia de festa no mar da Bahia  (Fevereiro de 2011)

A Bahia é linda! (Fevereiro de 2011)

 (Fevereiro de 2012)

Festa de Yemanjá, vista geral da praia do Rio Vermelho em Salvador (Fevereiro de 2012)

Festa de Yemanjá (Fevereiro de 2012)

Barcos entregam os presentes para Yemanjá, em Salvador (Fevereiro de 2012)

Oferenda à Yemanjá (Fevereiro de 2012)

A deusa está em festa

 Domingo, 2 de fevereiro de 2020

Fevereiro
2

A deusa está em festa

Hoje, o litoral das Américas rende homenagem a Iemanjá.
Esta noite, a deusa mãe dos peixes, que há séculos veio da África nos barcos dos escravos, se ergue na espuma e abre os braços. O mar leva para ela pentes, escovas de cabelo, perfumes, doces, boa comida e outras oferendas dos marinheiros que por ela morrem de amor e de medo.
Parentes e amigos de Iemanjá costumam aparecer na festa, vindo do Olimpo africano:
Xangô, seu filho, que desata as chuvas do céu,
Oxumaré, o arco-ires, guardião do fogo,
Ogum, ferreiro e guerreiro, valentão e mulherengo,
Oxum, a amante que dorme nos rios e jamais apaga o que escreve,
e Exu, que é Satanás dos infernos e também é Jesus de Nazaré.

 Eduardo Galeano, no livro ‘Os filhos dos dias’.
L&PM Editores. 2ª ed. Página 50
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Assessoria Jurídica do Cimi divulga nota técnica sobre resolução da Funai que restringe autodeclaração indígena

Segunda, 1º de fevereiro de 2021

Ao atribuir para si o papel de definir quem é ou não indígena, Funai estabelece uma política integracionista que visa extirpar direitos indígenas e barrar demarcações, aponta nota

Manifestação indígena em frente ao Palácio do Planalto, em 2019. Foto: Adi Spezia/Cimi

Manifestação indígena em frente ao Palácio do Planalto, em 2019. Foto: Adi Spezia/Cimi

POR ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI

A Assessoria Jurídica do Conselho Indigenista Missionário – Cimi produziu uma nota técnica sobre a Resolução nº 4, que foi publicada pela Fundação Nacional do Índio (Funai) no dia 22 de janeiro e estabelece “critérios complementares para a autodeclaração indígena”. Na avaliação da assessoria, a resolução é inconstitucional, viola dispositivos da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e contraria definições do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a Funai, a medida visa “padronizar e dar segurança jurídica” ao processo de autodeclaração indígena, como forma de “proteger a identidade indígena e evitar fraudes na obtenção de benefícios sociais voltados a essa população”.

Na avaliação da Assessoria Jurídica do Cimi, a medida denota a intenção da Funai de “voltar a definir quem é ou não indígena, num retorno ao regime jurídico da tutela que embasava a atuação estatal antes da promulgação da Constituição de 1988, com o mesmo modus operandi do extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI)”.

TCDF analisa denúncia sobre estudos para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na W3

Segunda, 1º de fevereiro de 2021

O Tribunal analisa denúncia apontando o risco de que o Governo do DF pague novamente por estudos técnicos que já foram realizados e teriam sido ignorados.


Do TCDF

O Tribunal de Contas do Distrito Federal deu um prazo de 30 dias para que a Secretaria de Mobilidade do Distrito Federal – SEMOB se manifeste sobre possíveis irregularidades no Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na via W3. A decisão ocorreu na última sessão virtual, em 27 de janeiro (Processo 00600-00009971/2020-07-e).

O Tribunal analisa denúncia apontando o risco de que o Governo do DF pague novamente por estudos técnicos que já foram realizados e teriam sido ignorados.

Aplicativo da OPAS orienta trabalhadores sobre uso de equipamentos de proteção individual contra a COVID-19

Segunda, 1º de fevereiro de 2021

O app MedPPE está disponível em espanhol, inglês, português e francês para dispositivos iOS e Android.

Da ONU Brasil

Aplicativo da OPAS orienta trabalhadores sobre uso de equipamentos de proteção individual contra a COVID-19

O uso correto dos EPIs apropriados continua sendo fundamental para prevenir a infecção e a propagação do vírus em ambientes hospitalares e proteger os trabalhadores essenciais na resposta à pandemia.
O aplicativo orienta sobre uso eficaz de EPIs de acordo com a função, nível de atendimento e vários ambientes de atenção primária à saúde e hospitais.

Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou nesta quinta-feira (28) o MedPPE, aplicativo móvel que fornece informações detalhadas sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) que trabalhadores da saúde devem usar de acordo com sua função e local de trabalho para se proteger adequadamente da COVID -19.

O app MedPPE enfatiza o papel e o momento em que o trabalhador de saúde desempenha suas funções e oferece informações específicas para prevenir a disseminação da COVID-19. As orientações disponibilizadas no aplicativo se destinam a toda a equipe de saúde, abrangendo funções como vigilante, profissionais administrativos e de limpeza, auxiliar de transferência, enfermeiro(a), técnico(a) biomédico(a) e de imagem, cirurgiã(o) e médico assistente, entre outros.

Covid-19: Central Judicial do Idoso do MPDF cobra informações sobre vacinação

 Segunda, 1º de janeiro de 2021

Secretaria de Saúde deve adotar providências para evitar filas e aglomerações

A Central Judicial do Idoso cobrou da Secretaria de Saúde (SES) informações sobre o plano de vacinação para idosos no Distrito Federal e providências para evitar a aglomeração durante a aplicação das vacinas. Em ofício enviado neste domingo, 31 de janeiro, a Central perguntou a quantidade e a idade das pessoas que serão vacinadas nas próximas etapas, além de ter sugerido providências para evitar filas e aglomerações, como cadastramento, agendamento prévio e utilização de sistema drive-thru. A SES deverá informar também o grau de prioridade conferido a cada faixa etária e as providências que serão adotadas para viabilizar a vacinação de idosos acamados ou com deficiências severas.

Covid-19: MPDF requisita que número de salas de vacinação seja ampliado

 Segunda, 1º de fevereiro de 2021

Objetivo é evitar  formação de filas e aglomerações

A força-tarefa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que fiscaliza as medidas de combate à Covid-19 requisitou, neste domingo, 31 de janeiro, que a Secretaria de Saúde (SES) amplie o número de salas de vacinação para pessoas com mais de 80 anos. A nova etapa da campanha tem início previsto para esta segunda-feira, 1º de fevereiro.

Será nesta segunda (1/2) às 16h o Manifesto Cenopoético do Córrego Crispim Vivo (Gama/DF); será transmitido pela TV IFB (Instituto Federal de Brasília—IFB)

 Segunda, 1º de fevereiro de 2021


Do gamacidadao

CONVITE
Manifesto Cenopoético do Córrego Crispim Vivo
Nesta segunda-feira, 01 de fevereiro às 16h.
Será transmitido no Festival de Arte e Cultura do IFB pela TV IFB, no YouTube.

🎥📍📌🛑
https://www.youtube.com/channel/UC23eWxl4L_Uzx9w8tFDfoEw

O projeto “Oficinas de educação ambiental: vivência, diálogo e ação na Microbacia do Córrego Crispim”, busca desenvolver um olhar sensível para as questões relacionadas ao papel ecológico, conservação dos recursos naturais e da biodiversidade, impactos ambientais frequentes em áreas de Cerrado (como o desmatamento, a expansão urbana e o fogo) e o uso sustentável dos recursos naturais, entre outros.

O projeto foi realizado nas comunidades dos Núcleos Rurais Alagado da Suzana e Córrego Crispim em parceria com IFB Gama, Seara Espiritual, Espaço Terapêutico Cristal, Gama Verde e Gama Cidadão em 2019.

IEMANJÁ: Documentário e Festival Oferendas; a TVE Bahia transmite ao vivo do show “Márcia Castro convida Margareth Menezes”, do Festival Oferendas, na segunda-feira (1°), às 20h

 Segunda, 1º de fevereiro de 2021

Foto: Divulgação


E no dia 2 de fevereiro, vai ao ar pela TVEBahia o documentário “Festa de Iemanjá” que narra o surgimento, há quase um século, dessa manifestação que hoje é patrimônio imaterial de Salvador.

Da Tribuna da Bahia, Salvador

A Festa de Iemanjá ganha destaque na programação da TVE nos dias 1° e 2 de fevereiro. Em razão da pandemia, não haverá a tradicional aglomeração de pessoas no Rio Vermelho, mas a TVE transmite ao vivo do show “Márcia Castro convida Margareth Menezes”, do Festival Oferendas, na segunda-feira (1°), às 20h. Já na terça-feira (2), o documentário “Festa de Iemanjá” de Fabíola Aquino será exibido às 20h30. Destaque ainda para as reportagens especiais nos telejornais com detalhes da celebração, que será diferente nesse ano em função da necessidade da população manter o isolamento social.

Em homenagem à Rainha das Águas, na segunda-feira, o Festival Oferendas, vai tentar transpor a atmosfera tradicional que acontece no Rio Vermelho através de um Doc Live com apresentações musicais, performances e experimentações audiovisuais. Em casa mantendo o isolamento social o telespectador da TVE poderá assistir ao show “Márcia Castro convida Margareth Menezes”, na segunda-feira (1°), às 20h.

No dia 2 de fevereiro, vai ao ar o documentário “Festa de Iemanjá” que narra o surgimento, há quase um século, dessa manifestação que hoje é patrimônio imaterial de Salvador. Dirigido pela cineasta Fabíola Aquino, a obra conta a história da festa, como é organizada e protagonizada por pescadores, pelo povo de santo do Candomblé, da Umbanda, de outras religiões e, inclusive, ateus. O filme traz as transformações, pertencimentos, a salvaguarda da louvação à divindade de matriz africana. O documentário será exibido às 20h30 e, em horário alternativo, às 23h.


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Venha saudar a Rainha do Mar em casa com a TVE!
🧜🏾‍♀️
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Neste dia 2 de fevereiro, confira o doc “Festa de Iemanjá” de Fabiola Aquino, que narra o surgimento dessa manifestação que hoje é patrimônio imaterial de Salvador.
Assista às 20h e 23h, na TVE e tve.ba.gov.br

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