“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
quinta-feira, 28 de setembro de 2023
STF recebe queixa-crime contra o ex-deputado federal (PL/Go) Major Vitor Hugo por difamação
CPI do MST: após fim dos trabalhos, parlamentares apresentam declaração de voto simbólica contra parecer de Salles

quarta-feira, 27 de setembro de 2023
As pelejas do petróleo contra as finanças apátridas: o Brasil
Por Felipe Maruf Quintas e Pedro Augusto Pinho*
Nota Oficial MST —CPI contra o MST fracassa
Nota Oficial MST
CPI contra o MST fracassa
Da Página MST
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) chegou ao fim nesta quarta-feira (27) com uma derrota política da bancada agromilitar. Ao final, a extrema-direita não conseguiu nem ao menos colocar para votação o relatório construído por Ricardo Salles.
A CPI não evidenciou os reais problemas do campo, pelo contrário, foi mais um palanque político para a direita bolsonarista avançar no processo histórico de criminalização da luta em defesa da Reforma Agrária, buscando investigar as ocupações legítimas realizadas pelo MST ao longo deste ano. É neste contexto, que a CPI omite os principais problemas agrários do Brasil provocados pelo agronegócio, como o crescente desmatamento e queimadas, a grilagem de terra, a violência no campo, a super exploração do trabalho, a partir do uso de mão de obra análoga à escravidão, a destruição e contaminação dos bens naturais pelo uso de agrotóxicos.
Em um país, onde brasileiros e brasileiras ainda passam fome, repudiamos o relatório final apresentado pela Comissão e apontamos a necessidade de posicionar a legitimidade da luta pela terra e da Reforma Agrária como elementos centrais para se discutir um projeto político para o campo, enfrentando de frente as desigualdades sociais e garantindo o direito de viver e produzir alimentos saudáveis.
Destacamos que o MST não esteve sozinho na luta contra a tentativa de criminalização impulsionada pela CPI. Foram meses de solidariedade de milhares de organizações sociais do Brasil, através da plataforma MST em Debate. Por ela, o Movimento recebeu quase 65 mil assinaturas de brasileiros, além de centenas de notas e moções de apoio. A nível internacional, com a plataforma “Tô com MST”, foram registradas quase mil assinaturas individuais, de mais de 400 representantes de organizações ou movimentos internacionais, de 93 países.
Superada mais uma tentativa de criminalização, seguiremos em luta. Esta CPI em nenhum momento intimidou a histórica bandeira da Reforma Agrária, pela qual marcharemos até que a terra seja um bem de todas e todos no Brasil. Não recuaremos da tarefa de alimentar o povo brasileiro com dignidade e justiça social.
Lutar! Construir Reforma Agrária Popular!
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST
27 de setembro de 2023
LEI ORÇAMENTÁRIA —Orçamento do DF previsto para 2024 é de R$ 61 bilhões; Saúde e Educação têm menores reajustes

STF mantém indenização a irmãos de menina morta por bala perdida em escola no RJ

Tribunal do Júri condena homem denunciado pelo MPF por tentar assassinar servidor do Incra e dois assentados em Itaberaí (GO)
São Cosme e São Damião. No dia 27 de setembro, viva todos os erês!
Quarta, 27 de setembro de 2023
Por Taciano
Repetindo uma postagem do dia 27 de setembro de anos anteriores, afinal, todo dia 27 de setembro é dia de São Cosme e Damião, festa no Candomblé, na Ubanda e na Igreja Católica.
NESTA QUARTA —Ruralistas desafiam STF e votam marco temporal 'turbinado' no Senado

terça-feira, 26 de setembro de 2023
Desmentidos, silêncio e palavrão: o depoimento de general Heleno à CPMI do 8 de janeiro


INCITAÇÃO AO ESTUPRO —Bolsonaro se torna réu na Justiça do DF por ataques a Maria do Rosário em 2014

Izalci e a derrocada tucana

Leia a íntegra
STF reafirma que danos ao meio ambiente são imprescritíveis

ATAQUE TERRORISTA —Cuba denuncia ataque terrorista à embaixada nos EUA

segunda-feira, 25 de setembro de 2023
Morador de condomínio que cuspiu em síndico deve pagar indenização
Segundo, 25 de setembro de 2023
Imagem ilustrativaO autor conta que é morador e síndico do condomínio, onde o réu também reside, e que, no dia 21 de agosto de 2022, faltou água no prédio. Relata que ao ir averiguar o que teria ocorrido foi interceptado pelo morador, que o questionou sobre o porquê da falta de água de forma agressiva e com xingamentos. Alega que tentou evitar as agressões verbais, momento em que o réu cuspiu em seu rosto e peito. Por fim, informa que já houve outras situações de desentendimentos entre as partes, inclusive que já havia registro de pedido de socorro em ata do condomínio.
Governo vai investir R$ 2 bilhões para segurança na Amazônia Legal. Proposta prevê 34 bases de apoio da Força Nacional



Campo: década ruim para os criadores do DF

Leia a íntegra
Justiça condena Cargill por trabalho escravo e infantil de fornecedores de cacau

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