24 ANOS DE PÁTRIA LATINA
18 de fevereiro de 2026
O mundo entrava no século XXI com uma terrível farsa: o 11 de setembro de 2001 e a queda das torres gêmeas em Nova Iorque. Vinte anos já se haviam passado com o mundo conquistado pelo capitalismo financeiro e as desregulações que apenas lhe beneficiavam. Em Havana, jornalistas reunidos por Fidel Castro discutiam o que fazer pela pátria comum, a latino americana.
Era um início da oposição se formando ao fim da história, ao domínio neoliberal, que impunha o fim da industrialização e do trabalho, ao despertar do Sul Global, dos BRICS, da nova História da Ásia. Nascia também, em fevereiro de 2002, o Pátria Latina, em Cuba, e que se criaria no Brasil, a partir de então.
A Era dos Impérios, que tanto mal fizera à China, o século, que aquele mais de bilhão de pessoas denominava, das humilhações, cairia pelos seus próprios males, entre eles aquele que caberia ao Pátria Latina denunciar persistentemente: a falsa informação, a fake new.
O capitalismo, por seu turno, despia-se de camuflagens; revelava-se como escravagista: microempreendedor industrial (sic) e uber, pagando para o exterior, por absolutamente nada que dele recebesse!
O século XXI refez o poder mundial, não mais o ocidente agora em queda, mas nas construções hipócritas levando à verdade duas fobias absolutamente farsantes: a sinofobia e a russofobia.
Iniciemos pela sinofobia, mais próxima no tempo que acompanhou o vírus criado em laboratório estadunidense: o covid-19. As mensagens faziam crer que o vírus se originara do “hábito chinês” de comer morcegos crus, e mostrava, para ilustrar, um mercado na Indonésia (!), mas quem saberia distinguir mercados na Indonésia daqueles na China?
A russofobia buscava o tempo dos czares, aquela imensidão de terra tendo um único dono, enquanto na Europa Ocidental batalhava-se por pequenas frações, mesmo falando praticamente o mesmo idioma: Prússia, Baviera, Württemberg, Baden, Hesse, Áustria, os cantões suíços: Zurique, Schwyz, Obwalden, Nidwalden, Lucerna, Glaris, Zug, Solothurn, Basileia, St. Gallen, Thurgau e outros e outras mais.
O domínio ocidental teve início com as invenções e descobertas chinesas durante a Idade Média europeia, que apropriadas por reinos mediterrâneos e Portugal, levaram à usurpação das riquezas americanas e dos maiores genocídios da história humana, enriquecendo e empoderando os Reinos e Impérios europeus a partir do século XV.
A longevidade do Pátria Latina se deve a importância da imprensa honesta, que não se vende, que investiga o tema, para que seu leitor não tenha a menor dúvida a respeito do que ali venha a se informar.
=E conta para isso com 18 membros do Conselho Editorial, atuando no Brasil e no mundo, além de atenta Redação na busca da notícia, e da Editoria nascida na reunião em Cuba.
E vamos às notícias e às análises.
Redação do Pátria Latina

